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	<title>Arquivo para Meu Negócio Sustentável - O Seu Dinheiro Vale Mais</title>
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	<description>dicas de economia e finanças pessoais</description>
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		<title>Plano Safra: entenda os impactos no campo e na cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jessin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[plano safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada do Plano Safra 2026/27 está chegando. E mesmo que você não plante, não crie animais e nem trabalhe diretamente no campo, vale entender por que esse assunto também pode afetar sua rotina. O Plano Safra ajuda produtores e cooperativas a acessarem crédito para plantar, investir, proteger a produção e se preparar para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A temporada do <strong>Plano Safra 2026/27</strong> está chegando. E mesmo que você não plante, não crie animais e nem trabalhe diretamente no campo, vale entender por que esse assunto também pode afetar sua rotina.</p>



<p>O <strong>Plano Safra</strong> ajuda produtores e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/gestao-democratica-entenda/">cooperativas</a> a acessarem crédito para plantar, investir, proteger a produção e se preparar para o próximo ciclo. Na prática, isso influencia o abastecimento, os empregos no interior e até os preços que chegam ao supermercado.</p>



<p>Para produtores e cooperados do agronegócio, este também é o momento de revisar documentos, planejar a próxima safra e buscar orientação sobre as opções de <strong>crédito rural</strong>.</p>



<p>Indo direto ao ponto: conhecer o Plano Safra é entender melhor como o campo e a cidade se conectam. Vamos lá?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal, o que é o Plano Safra?</strong></h2>



<p>O <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/plano-safra/">Plano Safra</a> é uma das políticas públicas mais importantes para a agricultura brasileira. Trata-se de um conjunto de recursos e regras que o <strong>governo federal </strong>anuncia todos os anos para financiar a produção agropecuária no Brasil.</p>



<p>Ele ajuda produtores rurais e cooperativas a acessarem crédito para diferentes necessidades, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Custear o plantio;</li>



<li>Comprar insumos;</li>



<li>Investir em máquinas e equipamentos;</li>



<li>Melhorar a estrutura da propriedade;</li>



<li>Adotar tecnologias;</li>



<li>Contratar seguro rural;</li>



<li>Investir em práticas mais sustentáveis.</li>
</ul>



<p>O ciclo costuma começar em 1º de julho e seguir por 12 meses. Por isso, junho costuma ser um período de expectativa e preparação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que quem mora na cidade também deveria acompanhar o Plano Safra?</strong></h2>



<p>Mesmo quem mora longe do campo sente os efeitos do Plano Safra.</p>



<p>Pense em itens como arroz, feijão, leite, café, carne, frutas e outros produtos que chegam ao supermercado. Antes de aparecerem na prateleira, eles passam por uma cadeia que envolve produtores, trabalhadores, cooperativas, fornecedores, caminhoneiros, indústrias e comércios.</p>



<p>Quando o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/consorcios-para-produtor-rural/">produtor rural</a> tem acesso a crédito, consegue se planejar melhor para plantar, colher, armazenar e vender. Isso ajuda a manter a produção ativa e <strong>pode refletir na oferta de alimentos</strong>, no comércio, no transporte e em muitos outros setores.</p>



<p>Quando o produtor consegue se planejar melhor, essa cadeia também ganha<strong> mais segurança para funcionar</strong>. Isso pode ajudar na produção, no transporte, no abastecimento e no movimento da economia em muitas cidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como foi o Plano Safra anterior?</strong></h2>



<p>No Plano Safra 2025/26, o governo anunciou <strong>R$ 516,2 bilhões</strong> para apoiar a agricultura empresarial no país, incluindo médios e grandes produtores, cooperativas e linhas de financiamento rural.</p>



<p>Desse total, R$ 69,1 bilhões foram destinados aos médios produtores por meio do <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/voce-e-empresario-e-ainda-nao-conhece-o-pronampe/">Pronamp</a> (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). O restante envolve diferentes linhas de crédito e recursos voltados ao custeio, investimento e comercialização da produção.</p>



<p>Para o ciclo 2026/27, que começa em <strong>1º de julho de 2026</strong>, a expectativa é de um volume ainda maior de recursos, segundo declarações do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Ministério da Agricultura e Pecuária</a>. Mas os detalhes finais, como valores, juros e regras, ainda dependem do anúncio oficial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode acessar o Plano Safra?</strong></h2>



<p>O Plano Safra atende <strong>diferentes perfis de produtores.</strong></p>



<p>De modo simples, a agricultura familiar costuma acessar linhas como o <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/acessar-o-programa-nacional-de-fortalecimento-da-agricultura-familiar-pronaf">Pronaf</a> (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Os médios produtores podem acessar o Pronamp. Já grandes produtores, cooperativas e empresas rurais podem contar com outras <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/credito-rural-cooperativo/">linhas de crédito rural</a>, conforme as regras de cada ciclo.</p>



<p>Mas é importante lembrar: cada linha tem <strong>exigências próprias</strong>. O tipo de produção, o tamanho da propriedade, a documentação, o histórico financeiro e o objetivo do crédito influenciam no enquadramento.</p>



<p>Por isso, antes de contratar, o produtor precisa entender qual linha combina com sua realidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o produtor pode se preparar?</strong></h2>



<p>Mesmo antes do anúncio oficial, o melhor é começar pela organização. Alguns cuidados para começar são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Revisar documentos, cadastros, certidões e informações da propriedade;</li>



<li>Atualizar o planejamento da safra, incluindo o que será produzido e quanto será necessário investir;</li>



<li>Levantar custos que podem aumentar, como insumos, máquinas, mão de obra e transporte;</li>



<li>Avaliar melhorias que precisam ser feitas na propriedade;</li>



<li>Pensar nos riscos da atividade, como clima, pragas, variação de preços e dificuldades de escoamento;</li>



<li>Considerar seguro rural ou outras formas de proteção;</li>



<li>Buscar orientação financeira antes de contratar crédito.</li>
</ul>



<p><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-financeiras-e-do-agro-uma-uniao-frutifera/">Cooperativas financeiras</a>, como o <strong>Sicoob</strong>, podem apoiar produtores e cooperados do <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/plano-safra-e-seus-impactos-no-agronegocio/">agronegócio</a> com atendimento próximo, crédito rural e soluções para custeio, investimento, comercialização e organização financeira.</p>



<p>Esse apoio ajuda o produtor a entender quais opções combinam melhor com seus objetivos, organizar os próximos passos da safra e escolher caminhos mais adequados para sua realidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Safra é planejamento para o campo e para o país</strong></h2>



<p>O Plano Safra ajuda a organizar uma parte importante da economia brasileira. Para quem produz, pode significar <strong>mais condições de investir, proteger a lavoura e manter a atividade</strong>. Para quem consome, pode aparecer no abastecimento, nos preços e no funcionamento de tudo o que leva o alimento até a mesa.</p>



<p>Por isso, <strong>acompanhar o tema é importante </strong>mesmo para quem não trabalha no agro. Quando o campo se prepara melhor, os efeitos passam da porteira e chegam à cidade, ao comércio e à rotina de todo mundo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h2>



<p><strong>O que é o Plano Safra?</strong><strong><br></strong>É um conjunto de recursos e regras anunciado todos os anos para financiar a produção agropecuária no Brasil.</p>



<p><strong>Quando começa o Plano Safra 2026/27?</strong><strong><br></strong>O novo ciclo está previsto para começar em 1º de julho de 2026, com vigência de 12 meses.</p>



<p><strong>Quem pode acessar o Plano Safra?</strong><strong><br></strong>Produtores rurais, agricultores familiares, médios produtores, grandes produtores e cooperativas podem acessar diferentes linhas, conforme o perfil e as regras do ciclo.</p>



<p><strong>Por que o Plano Safra afeta quem não trabalha no campo?</strong><strong><br></strong>Porque ele ajuda a financiar a produção de alimentos e movimenta cadeias como transporte, comércio, indústria e abastecimento.</p>
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		<title>Por que separar o dinheiro da empresa das finanças pessoais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jessin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 17:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[organização financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Misturar o dinheiro da empresa com as finanças pessoais é um dos erros mais comuns entre pequenos e médios empreendedores. Talvez você já tenha vivido isso ou conheça alguém que passa por essa situação. Uma conta da casa sai do caixa da empresa. O mercado do fim de semana entra no cartão de crédito do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Misturar o <strong>dinheiro da empresa</strong> com as finanças pessoais é um dos erros mais comuns entre pequenos e médios empreendedores. Talvez você já tenha vivido isso ou conheça alguém que passa por essa situação.</p>



<p>Uma conta da casa sai do caixa da empresa. O mercado do fim de semana entra no <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/dividas-no-cartao-de-credito/">cartão de crédito</a> do negócio. O dinheiro de uma venda ajuda a cobrir uma despesa pessoal urgente. Aos poucos, tudo vira<strong> “um dinheiro só”</strong>.</p>



<p>No começo, isso pode até parecer mais prático. Mas, com o tempo, a falta de separação dificulta o controle financeiro, atrapalha decisões e pode impedir o crescimento da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Misturar contas parece normal no começo</strong></h2>



<p>Quem empreende costuma lidar com muitos desafios ao mesmo tempo. No início, é comum usar dinheiro pessoal para abrir o negócio, comprar materiais ou cobrir uma despesa da empresa.&nbsp;</p>



<p>Imagine uma loja pequena que vende bem em um mês. O dono vê o saldo positivo na conta e decide usar parte daquele valor para pagar despesas pessoais. O problema é que, dias depois, chegam contas da empresa, reposição de estoque e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/voce-sabe-quais-impostos-e-taxas-voce-paga/">impostos</a>.</p>



<p>Como não existe uma separação clara, fica difícil entender quanto realmente sobrou, qual era o lucro do negócio e quanto poderia ser retirado sem prejudicar a operação.</p>



<p>Essa mistura também gera outro problema: a sensação de que a empresa vende bastante, mas o dinheiro nunca rende. E, muitas vezes, isso acontece porque <strong>CPF</strong> e <strong>CNPJ</strong> acabam funcionando como se fossem a mesma coisa.</p>



<p><strong>O CPF representa a vida financeira da pessoa.</strong><strong><br></strong><strong>Já o CNPJ representa a vida financeira da empresa.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece quando tudo vira “um dinheiro só”</strong></h2>



<p>Quando o empreendedor não separa as contas, perde visibilidade sobre a saúde do negócio. Fica mais difícil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controlar o fluxo de caixa;</li>



<li>Entender os custos da empresa;</li>



<li>Calcular lucro de verdade;</li>



<li>Planejar investimentos;</li>



<li>Organizar impostos;</li>



<li>Ter <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/por-que-o-capital-de-giro-cooperativo-compensa-mais/">capital de giro</a>;</li>



<li>Tomar decisões com segurança.</li>
</ul>



<p>Outro ponto importante é o impacto emocional. Quando tudo se mistura, qualquer problema da empresa vira problema pessoal imediatamente. A sensação de desorganização aumenta o estresse e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/como-ter-estabilidade-financeira/">dificulta a estabilidade financeira</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como separar o dinheiro da empresa</strong></h2>



<p>A boa notícia é que essa <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/organizacao-financeira/">organização financeira</a> pode começar com mudanças simples:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Tenha uma conta exclusiva para o negócio</strong></h3>



<p>O primeiro passo é separar a movimentação da empresa. Uma conta exclusiva ajuda a visualizar entradas, saídas e despesas com mais clareza.&nbsp;</p>



<p>No Sicoob, por exemplo, a <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/e-vantajoso-abrir-conta-pj-em-cooperativa/">conta PJ</a> é uma conta cooperativa voltada para empresas, incluindo MEI, com soluções como Pix gratuito, cartões sem anuidade e taxas de juros mais competitivas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Defina uma retirada mensal</strong></h3>



<p>Também vale definir uma retirada mensal para o empreendedor, mesmo que o valor precise de ajustes no começo. Isso evita que o dinheiro da empresa seja usado a qualquer momento para despesas pessoais.</p>



<p>Para chegar a esse valor, comece olhando para suas despesas pessoais básicas, como aluguel, mercado, transporte, contas da casa e escola dos filhos. Depois, veja quanto a empresa consegue pagar sem comprometer o funcionamento do negócio.</p>



<p>Se o faturamento ainda varia muito, <strong>comece com uma retirada menor</strong> e aumente aos poucos conforme o caixa ganha estabilidade.</p>



<p><strong>Por exemplo:</strong> se uma loja faturou R$ 15 mil no mês, isso não significa que o dono pode usar esse valor livremente. Antes, é preciso descontar aluguel, fornecedores, impostos, salários, estoque e outras despesas da empresa. Só depois fica mais claro quanto pode virar remuneração pessoal.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Entenda a diferença entre faturamento, lucro e retirada</strong></h3>



<p><strong>Faturamento </strong>é tudo o que entrou em vendas. <strong>Lucro </strong>é o que sobra depois de pagar os custos da empresa. Já a <strong>retirada </strong>do empreendedor é o valor que pode sair do negócio para uso pessoal, sem comprometer as contas da empresa.</p>



<p>Essa diferença é importante porque dinheiro entrando não significa, necessariamente, dinheiro disponível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Crie pequenos hábitos de controle</strong></h3>



<p>Outras práticas ajudam bastante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Separar cartões pessoais e da empresa;</li>



<li>Registrar entradas e despesas;</li>



<li>Acompanhar o fluxo de caixa;</li>



<li>Criar uma <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/importancia-da-reserva-de-emergencia/">reserva de emergência</a> do negócio;</li>



<li>Definir metas financeiras.</li>
</ul>



<p>Hoje, muitas instituições financeiras e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-credito-sao-instituicoes-financeiras-seguras/">cooperativas de crédito</a> oferecem soluções para facilitar essa organização, como conta PJ, controle financeiro digital, linhas de crédito para empresas e apoio especializado para <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/dicas-gestao-financeira-agronegocio/">gestão financeira</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Organização financeira ajuda o negócio a crescer</strong></h2>



<p><strong>Separar o dinheiro da empresa das finanças pessoais </strong>ajuda o empreendedor a entender melhor o próprio negócio e tomar decisões com mais segurança.</p>



<p>Mesmo empresas pequenas precisam dessa clareza.</p>



<p>Quando fica mais fácil enxergar quanto entra, quanto sai e quanto realmente sobra, o empreendedor consegue planejar melhor os próximos passos. Dá para comprar estoque, organizar impostos, pensar em investimentos e até evitar aquela sensação de que o dinheiro “some” no fim do mês.</p>



<p>E isso também traz mais tranquilidade para a vida pessoal. Afinal, separar as contas não significa afastar a empresa da rotina da família, significa proteger os dois lados.</p>



<p>Para quem quer aprender mais sobre o assunto, iniciativas como o <a href="https://www.institutosicoob.org.br/programas/eixo-cidadania-financeira/se-liga-financas.html"><strong>Se Liga Finanças</strong></a>, do Instituto Sicoob, oferecem conteúdos gratuitos e acessíveis sobre finanças pessoais e gestão financeira para MEI, ajudando pequenos negócios a tomarem decisões com mais clareza no dia a dia.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Por que separar o dinheiro da empresa das finanças pessoais?</strong><strong><br></strong>Porque isso ajuda a controlar melhor os gastos, entender o lucro real do negócio e tomar decisões financeiras com mais segurança.</p>



<p><strong>Misturar dinheiro pessoal e da empresa pode prejudicar o negócio?</strong><strong><br></strong>Sim. A mistura dificulta o controle financeiro, aumenta a desorganização e pode atrapalhar o crescimento da empresa.</p>



<p><strong>Como separar as finanças pessoais do dinheiro da empresa?</strong><strong><br></strong>Comece criando uma conta exclusiva para o negócio, separando cartões, registrando entradas e saídas e definindo uma retirada mensal para despesas pessoais.</p>



<p><strong>Como definir a retirada mensal do empreendedor?</strong><strong><br></strong>O ideal é olhar primeiro para as despesas pessoais básicas e, depois, entender quanto a empresa consegue pagar sem comprometer custos, estoque, impostos e outras obrigações.</p>
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		<title>Incentivo fiscal e projetos sociais: invista na comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Incentivo fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investir em projetos sociais não é só uma questão de responsabilidade social, é uma jogada inteligente de gestão financeira — especialmente quando o assunto é incentivo fiscal. Despertar o interesse de sua empresa por essas causas pode significar mais do que apoio às comunidades; é uma estratégia para otimizar o pagamento de impostos. Com o [&#8230;]</p>
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<p>Investir em projetos sociais não é só uma questão de responsabilidade social, é uma jogada inteligente de gestão financeira — especialmente quando o assunto é incentivo fiscal. Despertar o interesse de sua empresa por essas causas pode significar mais do que apoio às comunidades; é uma estratégia para otimizar o pagamento de impostos.</p>



<p>Com o devido conhecimento, ações benéficas se transformam em economia no Imposto de Renda. Conheça os caminhos para fazer a diferença no social e no financeiro. Venha descobrir como, continuando a leitura deste post!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são incentivos fiscais?</h2>



<p>Incentivos fiscais são benefícios concedidos pelo Governo que reduzem o montante de <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/imposto-de-renda-e-outros-impostos-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Imposto de Renda</a> que uma empresa precisa pagar. Eles funcionam como uma ferramenta para estimular investimentos em determinadas áreas, como as sociais, culturais e esportivas.</p>



<p>Ao aplicar parte do que seria devido em impostos para apoiar projetos, as empresas não só ganham em imagem corporativa, mas também aproveitam vantagens tributárias. Abaixo, confira as principais leis que regulamentam esses benefícios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lei Rouanet — apoio a projetos culturais;</li>



<li>Lei do Esporte — investimento em iniciativas esportivas;</li>



<li>Fundos da Criança e do Adolescente — contribuição para ações focadas no público infantojuvenil;</li>



<li>Lei de Incentivo à Cultura — semelhante à Lei Rouanet, para projetos culturais específicos.</li>
</ul>



<p>Cada uma dessas leis oferece um caminho para que as empresas <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/como-usar-seu-imposto-de-renda-para-fazer-o-bem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contribuam com a sociedade</a> e, simultaneamente, gerenciem melhor suas obrigações fiscais. Ao escolher qual projeto apoiar, considere os valores da sua empresa e o impacto social que deseja criar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de incentivo fiscal?</h2>



<p>Os incentivos fiscais são divididos em três esferas: municipal, estadual e federal. Cada nível de governo oferece benefícios específicos para incentivar empresas a investirem em <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/empreendedorismo-social-7-bons-exemplos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">causas sociais</a> e projetos que beneficiem a comunidade. Aqui está o que cada um envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>incentivo fiscal municipal — geralmente relacionado ao ISS (Imposto Sobre Serviços) ou IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Empresas podem obter descontos apoiando projetos de educação, saúde e desenvolvimento urbano;</li>



<li>incentivo fiscal estadual — muitas vezes atrelado ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Aqui, os incentivos podem estar ligados a doações para fundos de infância, adolescência e incentivos à cultura e ao esporte.</li>



<li>incentivo fiscal federal — vinculado ao IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica). Projetos de âmbito nacional, como aqueles ligados à Lei Rouanet ou à Lei do Esporte, são exemplos de iniciativas que podem se beneficiar.</li>
</ul>



<p>Conhecer a variedade de incentivos disponíveis é essencial para direcionar esforços e recursos de maneira estratégica, impactando positivamente tanto a sociedade quanto as <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/educacao-financeira-para-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">finanças da empresa</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o incentivo fiscal se alinha à Responsabilidade Social Corporativa?</h2>



<p>Incentivos fiscais e responsabilidade social corporativa (RSC) são dois lados da mesma moeda. Enquanto um oferece benefícios tributários, o outro reforça o compromisso da empresa com a sociedade.</p>



<p>Juntos, criam um ecossistema onde todos saem ganhando. Vejamos como essa sinergia funciona na prática:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>alinhamento com valores — ao escolher projetos que refletem os valores corporativos, a empresa não só usufrui de incentivos fiscais, mas também fortalece sua imagem como uma marca socialmente responsável;</li>



<li>engajamento de todos — incentivar causas sociais atrai positivamente clientes, funcionários e investidores que valorizam <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/reducao-do-uso-de-papel-em-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ações éticas e sociais</a>;</li>



<li>transparência e credibilidade — a aplicação em projetos sociais mediante incentivos fiscais deve ser transparente, o que eleva a confiança do público na integridade da empresa;</li>



<li>sustentabilidade financeira e social — ao utilizar parte do imposto devido para fomentar iniciativas sociais, a empresa investe em sua sustentabilidade a longo prazo, beneficiando-se financeiramente e contribuindo para o bem-estar da comunidade.</li>
</ul>



<p>Empresas que compreendem e atuam nessa interface entre benefícios fiscais e RSC não só otimizam suas finanças, mas também exercem um papel transformador na sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como investir na comunidade reduz a carga tributária?</h2>



<p>Investir na comunidade pode ser uma estratégia eficaz para reduzir a carga tributária de uma empresa, e o Imposto de Renda é um excelente exemplo disso.</p>



<p>Quando uma empresa destina parte de <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/voce-sabe-quais-impostos-e-taxas-voce-paga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seu imposto</a> devido a projetos sociais, ela não apenas contribui para o desenvolvimento comunitário, mas também aproveita os incentivos fiscais para diminuir o montante a ser pago. Vamos entender melhor como isso acontece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>alocação estratégica de recursos — parte do IR devido pode ser direcionada a fundos ou programas sociais qualificados, resultando em créditos fiscais;</li>



<li>dedução direta — valores investidos em projetos sociais podem ser deduzidos do IR, dentro dos limites estabelecidos pela legislação;</li>



<li>benefícios de longo prazo — esses investimentos podem reduzir a base de cálculo do imposto no próximo ano fiscal, contribuindo para uma menor carga tributária continuamente;</li>



<li>impacto positivo na declaração — ao apoiar ações sociais, a empresa pode evidenciar comprometimento social em sua declaração de IR, o que fortalece sua imagem perante o fisco e a sociedade.</li>
</ul>



<p>Dessa forma, ao contribuir para o bem-estar social, as empresas não só atendem a seus objetivos fiscais mas também reforçam sua responsabilidade social, promovendo um impacto positivo que vai além dos números.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como promover estratégias eficazes de responsabilidade social?</h2>



<p>Promover estratégias eficazes de responsabilidade social pode parecer desafiador, mas com algumas dicas práticas, sua empresa pode atingir resultados significativos. Aqui estão as etapas que você pode seguir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identifique as causas que resonam com os valores da sua empresa e os interesses da comunidade. Isso cria um vínculo genuíno entre a empresa,&nbsp;seus fornecedores e clientes;</li>



<li>estabeleça parcerias com ONGs e entidades locais. Eles têm o conhecimento para gerar impacto e podem ajudar a canalizar os esforços da sua empresa de forma eficiente;</li>



<li>comunique suas iniciativas de forma clara. Usar canais de comunicação para compartilhar progressos e sucessos reforça a transparência e o compromisso da sua empresa;</li>



<li>meça e divulgue os resultados. Monitorar os impactos das ações sociais demonstra seriedade e ajuda a melhorar as estratégias ao longo do tempo.</li>
</ul>



<p>Essas etapas não apenas reforçam a imagem da empresa como uma entidade socialmente responsável, mas também estreitam laços com a comunidade, criando uma relação de benefício mútuo e confiança duradoura.</p>



<p>Investir em projetos sociais por meio de incentivos fiscais é uma jogada inteligente que beneficia todos. É uma forma da sua empresa pagar menos imposto de renda enquanto faz a diferença na comunidade. Práticas assim reforçam o papel social e financeiro da sua marca.</p>



<p>Para mais conteúdos como este, confira mais artigos em nosso blog e mantenha-se informado para fazer escolhas mais conscientes e estratégicas.</p>
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		<title>Os 4Gs da sustentabilidade financeira e como aplicá-los</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito além do equilíbrio financeiro, como garantir a saúde do seu bolso agora e no futuro Você já deve saber que a sustentabilidade é a capacidade de satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de satisfazer as demandas do futuro. Podemos dizer, portanto, que o uso sustentável de recursos requer uma visão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/06ef0a6e" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen=""></iframe></p>


<p><em>Muito além do equilíbrio financeiro, como garantir a saúde do seu bolso agora e no futuro</em></p>



<p>Você já deve saber que a sustentabilidade é a capacidade de satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de satisfazer as demandas do futuro. Podemos dizer, portanto, que o uso sustentável de recursos requer uma visão de curto, médio e longo prazo. E isso se aplica a diversos fatores. Podemos falar em sustentabilidade ambiental, sustentabilidade social e também em sustentabilidade financeira.</p>



<p>A partir daí, é fácil perceber que a sustentabilidade financeira vai além de manter o equilíbrio das contas, balanceando ganhos e gastos. Trata-se também de pensar no futuro. É com base nesse entendimento que surge a ideia dos 4Gs da sustentabilidade financeira – gerar, gastar, guardar e ganhar – uma série de técnicas que podem ajudar a fazer um uso mais sustentável do seu orçamento no presente e no futuro.</p>



<p>Aliás, vale ressaltar que esses 4Gs da sustentabilidade financeira são vantajosos tanto para empresas quanto para indivíduos e famílias. Veja só:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1 – Gerar</strong></h2>



<p>O primeiro G da sustentabilidade financeira trata de saber gerar dinheiro. Podemos dizer, portanto, que tanto para as pessoas e famílias quanto para as empresas, esse primeiro passo está relacionado, de forma geral, ao trabalho. Afinal, trabalhar é a forma principal de gerar dinheiro.</p>



<p>Mas não para por aí, já que não é apenas trabalhando que se pode gerar dinheiro. E a ideia aqui é exatamente a de considerar novas formas de gerar renda. Pode ser o caso, por exemplo, de vender alguns itens ou equipamentos que você não usa mais. Pode ser alugando algum equipamento ou espaço que você não utiliza com frequência. Pode ser transformando um <em>hobby</em> em uma atividade que lhe permita ter uma renda extra; entre outras possibilidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2 – Gastar</strong></h2>



<p>Além de saber gerar dinheiro, para conferir maior sustentabilidade ao seu orçamento pessoal, familiar ou empresarial, também é importante saber como gastar melhor os seus recursos. Ou seja, como consumir pensando não apenas no presente, mas também no futuro; colocando em prática o <strong><a href="https://materiais.oseudinheirovalemais.com.br/ebook-consumo-consciente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo consciente</a></strong>.</p>



<p>Para começar, é importante saber como você gasta atualmente o seu dinheiro. Só assim, é possível saber que mudanças é possível fazer para começar a empregar seus recursos financeiros de maneira mais sustentável.</p>



<p>Além disso, também é aconselhável evitar a impulsividade, de forma a gastar o seu dinheiro levando em conta também os próximos dois Gs: guardar e ganhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 – Guardar</strong></h2>



<p>Quando falamos que a sustentabilidade financeira vai além do equilíbrio das contas, é exatamente porque ela inclui o pensamento a médio e longo prazo. Sabendo disso, fica claro que, além de saber gerar dinheiro e gastá-lo de forma mais consciente, também é preciso saber guardar uma parte dos seus recursos.</p>



<p>Guardar para quê? Para a aposentadoria, para enfrentar imprevistos financeiros, para cuidar da saúde, para realizar planos a longo prazo.</p>



<p>Uma das primeiras dicas em relação a isso é começar montando uma <strong><a href="http://(https://www.oseudinheirovalemais.com.br/reserva-de-emergencia-como-economizar-e-comecar-a-sua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reserva de emergência</a></strong>, um fundo que pode ser muito útil para enfrentar situações imprevistas com mais tranquilidade.</p>



<p>Mas para ter um orçamento realmente mais sustentável, também é importante guardar dinheiro pensando no próximo G: ganhar mais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-4-ganhar"><strong>4 – Ganhar</strong></h2>



<p>Você já ouviu dizer que para ganhar dinheiro é preciso ter dinheiro ou, em outras palavras, que dinheiro gera mais dinheiro? Essa ideia está relacionada ao mundo dos investimentos, já que investir é a melhor forma de fazer o seu dinheiro render mais.</p>



<p>E este é o 4º G da sustentabilidade financeira. Afinal, primeiro é preciso GERAR dinheiro (trabalhando, vendendo ou alugando o que não usa, etc.) e GASTÁ-lo de forma consciente (economizando o que for possível), para GUARDAR parte dos seus recursos e poder, finalmente, GANHAR mais dinheiro a partir do investimento desse capital.</p>



<p>Também é bom saber que você não precisa ter uma grande quantia guardada para começar a investir. É possível começar com pouco e ir ampliando seus investimentos ao longo do tempo, de acordo com seus planos. O importante é informar-se bem sobre o tema para conseguir investir de forma inteligente e rentável para o seu bolso. Portanto, comece baixando o <strong><a href="https://materiais.oseudinheirovalemais.com.br/guia-de-investimentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e-book Investimentos</a></strong> e saiba mais sobre o assunto.</p>
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		<title>Empreendedorismo sustentável: conheça bons exemplos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. Pequenas, médias e grandes empresas que colocam a sustentabilidade em prática É cada vez maior o número de pessoas que se preocupa em preservar o meio ambiente, frear os efeitos da mudança climática e apoiar causas sociais. Pesquisa da Valor Investe indica um [&#8230;]</p>
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<p><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/aac30d30" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p><em>Pequenas, médias e grandes empresas que colocam a sustentabilidade em prática</em></p>



<p>É cada vez maior o número de pessoas que se preocupa em preservar o meio ambiente, frear os efeitos da mudança climática e apoiar causas sociais. Pesquisa da Valor Investe indica um aumento de 112% no número de consumidores de produtos que geram benefícios ao meio ambiente. De acordo ainda com a Você RH, a rentabilidade nos negócios sustentáveis na Bolsa de Valores (Ibovespa) é 28% maior do que a de negócios não sustentáveis. Não é por acaso, portanto, que o empreendedorismo sustentável tem feito cada vez mais sucesso.</p>



<p>Vale esclarecer que empreender de forma sustentável significa levar em conta, além da viabilidade econômica, os impactos ambientais e sociais do negócio, buscando adotar boas práticas de governança, cuidados com o meio ambiente e com a sociedade de forma geral.</p>



<p>Além disso, é importante reforçar que o empreendedorismo sustentável não é uma exclusividade de grandes empresas e corporações. Nós inclusive já comentamos por aqui anteriormente <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/como-aplicar-esg/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como aplicar ESG em micro e pequenas empresas</a></strong>. Agora, queremos trazer alguns bons exemplos para você se inspirar. Veja só:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Magikjc</strong></li>
</ul>



<p>A Magikjc é uma organização de empreendimentos imobiliários certificada pelo Sistema B e por isso é um ótimo exemplo de empreendedorismo sustentável.</p>



<p>Entre as ações de impacto social positivo da companhia estão: a doação de terrenos para as comunidades utilizarem como hortas comunitárias ou bicicletários; a realização de atividades educativas, culturais e artísticas para alunos de escolas públicas; e projetos sociais como o Sopão, que beneficia famílias em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>A empresa ainda adota estratégias para o uso racional de água e energia, contribuindo para um menor impacto ambiental.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong> Morada da Floresta</strong></li>
</ul>



<p>Um caso exemplar de empreendedorismo sustentável no e-commerce é a Morada da Floresta. A loja vende itens para a compostagem residencial, produtos de maternidade sustentável (como fraldas ecológicas) e outros acessórios que promovem o cuidado com o meio ambiente.</p>



<p>A marca ainda realiza a separação e destinação correta de resíduos, a captação e o reuso de água da chuva e o plantio de hortas urbanas, além de promover cursos e oficinas para comunidades e empresas abordando a educação socioambiental.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Papel Semente</strong></li>
</ul>



<p>Como o próprio nome já sugere, a Papel Semente produz papéis plantáveis. E para isso a empresa faz uso de material reciclado biodegradável, adicionando sementes de flores, hortaliças e condimentos. O próprio negócio da empresa, portanto, já evita a derrubada de novas árvores, promove a reciclagem e o cuidado com o meio ambiente.</p>



<p>Além disso, a Papel Semente dá preferência à contratação de colaboradores que residem na comunidade onde está a sede da companhia. E para completar oferece palestras para universidades, escolas e empresas, sensibilizando sobre as causas ambientais, sociais e de empreendedorismo sustentável.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Positiv.a</strong></li>
</ul>



<p>A Positiv.a é um exemplo de empreendedorismo sustentável do ramo da higiene e limpeza. Isso mesmo! A empresa produz produtos de higiene (como sabonetes, hidratantes e xampus) e produtos de limpeza (de lava-louças a limpadores multiuso) fabricados com materiais ecológicos, biodegradáveis e menos tóxicos para o meio ambiente. As embalagens dos produtos ainda são todas recicladas.</p>



<p>Para completar, a empresa trabalha diretamente com agricultores familiares na cocriação dos produtos e busca aproximar os clientes dos produtores por meio do projeto De Onde Vem.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Revoada</strong></li>
</ul>



<p>A Revoada é uma empresa que combina moda e sustentabilidade. Câmaras de pneu e guarda-chuva descartados são as principais matérias-primas utilizadas na produção das bolsas e mochilas da marca.</p>



<p>Além disso, a Revoada também oferece consultorias para ajudar outras empresas e indústrias a repensar seus processos produtivos e a geração de resíduos, criar eco-produtos e implantar relações de consumo consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sicoob"><strong>Sicoob</strong></h2>



<p>O <strong><a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sicoob</a></strong> é um sistema de cooperativas financeiras presente em todos os estados do Brasil. Firmado nos valores do cooperativismo, a instituição é centrada nas pessoas, envolvendo cooperados, colaboradores e comunidades.</p>



<p>Uma dos benefícios sociais de destaque da instituição é a promoção da inclusão financeira, levando produtos e serviços bancários a municípios e comunidades onde os bancos tradicionais não chegam.</p>



<p>Além disso, o Sicoob também desenvolve diversas iniciativas para a promoção da educação financeira, principalmente através do Instituto Sicoob – agência de investimento social da instituição. Aliás, esse Instituto também desenvolve variadas ações sociais, desde ações filantrópicas até iniciativas culturais.</p>



<p>Para completar, as próprias cooperativas que fazem parte do sistema também realizam ações e projetos socioambientais próprios. Conheça alguns deles<strong> </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/maxiamigo-projeto-une-sustentabilidade-ambiental-e-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a> e<strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/preservacao-pela-cooperacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual a influência da geração de empregos na sustentabilidade</title>
		<link>https://www.oseudinheirovalemais.com.br/qual-a-influencia-da-geracao-de-empregos-na-sustentabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se preferir, ouça a matéria clicando no player: O ciclo virtuoso entre a criação de oportunidades de trabalho e a sustentabilidade Durante a Cúpula Mundial da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado afirmou: &#8220;Todos sabem que é impossível colocar uma cerca em volta da floresta e esperar que, por conta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<font size="6"><b>Se preferir, ouça a matéria clicando no player:</b></font>
<iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/fa200a12" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe>



<p><em>O ciclo virtuoso entre a criação de oportunidades de trabalho e a sustentabilidade</em></p>



<p>Durante a Cúpula Mundial da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado afirmou: <em>&#8220;Todos sabem que é impossível colocar uma cerca em volta da floresta e esperar que, por conta disso, não haja desmatamento. Se a decisão de proteger a floresta não for acompanhada de perspectivas de desenvolvimento econômico, de inclusão social e de geração de empregos, não há como garantir a proteção ambiental&#8221;</em>.</p>



<p>A afirmação de Machado faz referência às três dimensões do desenvolvimento sustentável – a econômica, a social e a ambiental – demonstrando que todos esses fatores são interdependentes e fundamentais para alcançar o desenvolvimento com sustentabilidade.</p>



<p>Mas como é exatamente que a geração de empregos influencia na sustentabilidade? Ou será que é a sustentabilidade que influencia na geração de empregos? Confira:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-trabalho-decente-e-crescimento-economico"><strong>Trabalho Decente e Crescimento Econômico</strong></h2>



<p>Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU no âmbito da Agenda 2030, encontra-se o do Trabalho Decente e Crescimento Econômico (ODS 8).</p>



<p><em>&#8220;Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos&#8221;</em> é o que se pretende com esse objetivo.</p>



<p>Para tanto, uma das metas incluídas no ODS 8 é a de <em>&#8220;promover políticas orientadas para o desenvolvimento que apoiem as atividades produtivas, geração de emprego decente, empreendedorismo, criatividade e inovação, e incentivar a formalização e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas, inclusive por meio do acesso a serviços financeiros&#8221;</em>.</p>



<p>Ou seja, a própria ONU reconhece que a geração de empregos é uma das formas de promover uma economia mais saudável, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.</p>



<p>E se observarmos bem, podemos perceber ainda que a geração de empregos contribui diretamente para alcançar outros ODS estabelecidos pela ONU, como o da erradicação da pobreza (ODS 1), o da fome zero e agricultura sustentável (ODS 2), o da saúde e bem-estar (ODS 3) e o da educação de qualidade (ODS 4), entre outros.</p>



<p>Fica claro, portanto, que gerar empregos decentes é uma das formas de promover a sustentabilidade em diversos níveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Economia sustentável e geração de empregos</strong></h2>



<p>De acordo com uma análise produzida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a transição global para economias sustentáveis e de baixa emissão de carbono tem potencial para gerar 24 milhões de novos empregos.</p>



<p>Segmentos como o das energias renováveis (como a solar, a eólica e a de biomassa), eficiência energética, veículos elétricos, reciclagem e reutilização devem ser alguns dos principais responsáveis pela geração de novas vagas, segundo o levantamento da OIT.</p>



<p>Como afirmou a diretora-geral da OIT, Deborah Greenfield, <em>&#8220;as conclusões do nosso relatório ressaltam que os empregos dependem fortemente de um ambiente saudável e dos serviços que fornece. A economia sustentável pode permitir que milhões de pessoas superem a pobreza e proporcionem melhores condições de vida para esta e para as futuras gerações&#8221;</em>.</p>



<p>Ou seja, se por um lado, a geração de empregos promove a sustentabilidade, o inverso também é verdadeiro. Quer dizer, a sustentabilidade também é capaz de promover a geração de empregos. Trata-se, portanto, de um ciclo virtuoso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um bom exemplo</strong></h2>



<p>Trazendo para o nosso dia a dia toda essa relação entre a geração de empregos e a sustentabilidade, queremos comentar sobre um caso exemplar.</p>



<p>Para começar, é bom saber que, além do compromisso global assumido por diferentes países para promover os 17 ODS da ONU, existem também diversas iniciativas regionais nesse sentido, como por exemplo o Movimento Nacional ODS. Formada pela articulação de voluntários de diferentes setores da sociedade, essa rede nacional tem <em>&#8220;o propósito de facilitar a incorporação dos ODS na prática das pessoas e das organizações brasileiras&#8221;</em>. Para tanto, conta, atualmente, com 15 núcleos estaduais.</p>



<p>Entre os signatários do Movimento Nacional ODS Santa Catarina, está o <a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Sicoob Central SC/RS</strong></a> – apoiador oficial do ODS 8, Trabalho Decente e Crescimento Econômico.</p>



<p>Vale observar que o Sicoob SC/RS é uma das 16 centrais que formam o Sicoob, um sistema de cooperativas financeiras presente em todos os estados do Brasil. Sabendo disso, já fica mais fácil entender porque se trata de um caso exemplar.</p>



<p>Afinal, as cooperativas são instituições já reconhecidas pela valorização das pessoas e por promover o desenvolvimento socioeconômico sustentável. As cooperativas financeiras, como o Sicoob, ainda contribuem para promover a inclusão financeira e a educação financeira.</p>



<p>Cabe destacar, ainda, que todas as cooperativas financeiras do país, juntas, foram responsáveis por gerar, entre 2020 e 2021, 10.260 novos empregos, de acordo com o AnuárioCoop 2022.</p>



<p>No caso específico do Sicoob SC/RS, conforme o <strong><a href="https://sustentabilidade.sicoobscrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Sustentabilidade 2021</a></strong> da instituição, houve um aumento de 14,9% no quadro de profissionais da Central entre 2020 e 2021, passando de 6.347 para 7.295 colaboradores. A instituição foi responsável, portanto, pela geração de 948 empregos em apenas um ano, mesmo sendo um período ainda marcado pela crise gerada pela pandemia de Covid-19.</p>



<p>O documento ainda destaca que <em>&#8220;para o Sicoob, investir em capital humano é dar sustentabilidade aos negócios, pois quanto mais conhecimento e retenção de talentos, maior a nossa produção de valor econômico&#8221;</em>.</p>



<p>Em coerência com essa afirmação, a instituição ainda promove capacitações através da Escola de Dirigentes e Executivos (Edex), do Sicoob Universidade e de treinamentos realizados pelas próprias cooperativas. Em 2021, o total de treinamentos realizados pelos 7.295 colaboradores do Sicoob SC/RS somou 780.725 horas.</p>
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		<item>
		<title>A definição do propósito tem relação com a sustentabilidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2022 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se preferir, ouça a matéria clicando no player: Entenda como a cadeia de valor de uma empresa influencia na prática da sustentabilidade Seja em uma placa na recepção, em um site institucional ou em algum documento corporativo, você já deve ter se deparado com a cadeia de valor de algumas empresas – onde constam a [&#8230;]</p>
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<p><em>Entenda como a cadeia de valor de uma empresa influencia na prática da sustentabilidade</em></p>



<p>Seja em uma placa na recepção, em um site institucional ou em algum documento corporativo, você já deve ter se deparado com a cadeia de valor de algumas empresas – onde constam a definição do propósito, da missão, da visão e dos valores da organização.</p>



<p>Similarmente, é fácil encontrar referências às políticas de sustentabilidade corporativa e às declarações de responsabilidade social e/ou ambiental adotadas por muitas companhias.</p>



<p>Mas será que existe alguma relação entre a definição dessa cadeia de valor e a sustentabilidade corporativa? Quer saber como uma questão pode influenciar na outra? Veja só:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong> O planejamento estratégico e o propósito</strong></h2>



<p>Existe uma conhecida citação do escritor Lewis Carrol que diz: se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve. Essa máxima nos ajuda a perceber a importância da determinação da cadeia de valor para o sucesso empresarial. De fato, a definição do propósito, da missão, da visão e dos valores da empresa é o que deve guiar todo o planejamento estratégico do negócio.</p>



<p>O professor da USP,&nbsp; doutor Marco Antonio Pereira, corrobora essa ideia ao afirmar que os principais elementos da gestão estratégica são: a declaração de missão, a visão de negócios, o diagnóstico estratégico (interno e externo), os fatores críticos de sucesso, a definição dos objetivos, a análise dos públicos de interesse (<em>stakeholders</em>), a formalização do plano e a auditoria de desempenho e resultados.</p>



<p>O autor britânico-americano Simon Sinek destaca ainda a importância de iniciar qualquer tipo de planejamento empresarial pela definição do propósito ou, em outras palavras, pela determinação do porquê. De acordo com Sinek, <em>&#8220;as pessoas não compram o que você faz; elas compram o porquê você faz isso&#8221;</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muito além do marketing</strong></h2>



<p>As análises feitas por pesquisadores como Christopher Bart e Fred David sugerem que muitas empresas utilizam a cadeia de valor (propósito, missão, visão e valores) mais como um elemento de marketing do que como um guia efetivo do planejamento estratégico.</p>



<p>O professor de finanças da London Business School, Alex Edmans, confirma que muitas empresas ainda não entendem a importância que tem a definição do propósito.</p>



<p>Segundo Edmans, é fundamental perceber que <em>&#8220;o propósito não é apenas um slogan genérico; ele está na base das ações e estratégias&#8221;. É uma definição clara sobre como a organização vai servir à sociedade. Não é apenas um extra, um luxo. Quando o propósito está definido, ele passa a determinar as rotinas e processos&#8221;</em>.&nbsp;</p>



<p>A partir dessa afirmação feita por Edmans já é possível, então, começar a vislumbrar a relação entre a definição do propósito e a sustentabilidade corporativa. Para entender melhor, acompanhe o seguinte tópico.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-sustentabilidade-e-viabilizada-pelo-proposito"><strong>A sustentabilidade é viabilizada pelo propósito</strong></h2>



<p>Segundo Alex Edmans, <em>&#8220;a mentalidade de que é preciso reduzir custos e maximizar ganhos, fazendo mais com menos, independentemente do ambiente corporativo e das preocupações sociais e ambientais, está superada&#8221;</em>.</p>



<p>O professor comenta que – no contexto atual – a única forma de uma empresa sobreviver no longo prazo é aliando a geração de recursos financeiros com a geração de valor para a sociedade.</p>



<p>De fato, a transformação das políticas de sustentabilidade e das declarações de responsabilidade socioambiental em atitudes práticas tem se tornado, cada vez mais, uma demanda do mercado e da própria sociedade. A intensa discussão que tem ocorrido em torno da abordagem <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/esg-uma-nova-tendencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ESG</a></strong> <em>&#8211;</em> (sigla em inglês para ambiental, social e governança) é uma prova disso.</p>



<p>A questão é que <em>&#8220;essa nova integração entre o econômico, o social e o ambiental somente se transformará em realidade se eles fizerem parte do core business da empresa – e não ser considerada uma atividade separada, ou ainda, complementar e delegada para uma área administrativa denominada de sustentabilidade, responsabilidade social ou filantropia&#8221;</em>, explicam os consultores Emílio Herrero Filho e João Herrero.</p>



<p>E como inserir a ideia de sustentabilidade no core business da empresa? Justamente através da definição do propósito.</p>



<p>Estabelecer um propósito corporativo transformador – que incorpore as preocupações sociais, ambientais, econômicas e de governança – é o ponto de partida para a configuração de um modelo de negócio sustentável e para a criação de estratégias empresariais que levem em conta todos esses fatores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um caso exemplar</strong></h2>



<p>Agora que você já entendeu qual a importância da definição do propósito corporativo e porque é fundamental inserir a sustentabilidade nessa declaração, vale a pena conhecer um exemplo prático de adoção dessa ideia.</p>



<p>Nesse sentido, é interessante observar o <a href="https://sustentabilidade.sicoobscrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Relatório de Sustentabilidade 2021 do Sicoob SC/RS</strong> </a>– uma das 16 centrais que integram o Sicoob, uma instituição financeira cooperativa presente em todos os estados do Brasil.</p>



<p>De acordo com esse Relatório, o propósito do <strong><a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sicoob SC/RS</a></strong> é <em>&#8220;conectar pessoas para promover justiça financeira e prosperidade&#8221;</em>.</p>



<p>Vale reparar ainda que a instituição tem como visão<em> &#8220;ser referência em cooperativismo, promovendo o desenvolvimento econômico e social das pessoas e comunidades&#8221;</em> e como missão <em>&#8220;promover soluções inovadoras e sustentáveis por meio da cooperação&#8221;</em>. Adicionalmente, os valores da Central SC/RS são: <em>&#8220;respeito e valorização das pessoas, cooperativismo e sustentabilidade, ética e integridade, excelência e eficiência, liderança inspiradora, inovação e simplicidade&#8221;</em>.</p>



<p>É notável, portanto, como a geração de valor para a sociedade se manifesta desde o propósito da instituição, permeando toda a cadeia de valor.</p>



<p>Além disso, é proveitoso saber que, sendo uma cooperativa, o Sicoob SC/RS não visa ao lucro, distribuindo os resultados financeiros entre todos os seus associados. A instituição ainda é reconhecida por promover a inclusão financeira, com diversos pontos de atendimento onde os bancos tradicionais não chegam. Para mais, a instituição ainda facilita o acesso ao crédito, oferece taxas bem menores do que a de bancos comuns e incentiva a educação financeira, entre outros benefícios para associados e para as comunidades.</p>



<p>Percebe-se, portanto, que o Sicoob SC/RS não apenas conseguiu inserir a sustentabilidade na sua definição de propósito, como também parte desse propósito para colocar em prática um modelo de negócio muito mais sustentável.</p>



<p>Para saber mais sobre o tema, vale a pena conferir o Relatório completo.</p>
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		<title>Incentivo à reciclagem ganha mais força</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 17:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
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<p><em>Confira as atualizações na nova Lei e exemplos práticos de projetos</em></p>



<p>De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), Carlos Silva Filho, <em>&#8220;apenas com os recicláveis que vão para os lixões, o Brasil perde R$ 14 bilhões por ano. Se considerarmos o potencial dos demais materiais, esse setor teria condições minimamente de gerar algo em torno de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões por ano. Isso sem considerar os impactos positivos no meio ambiente e na qualidade de vida das pessoas&#8221;</em>.</p>



<p>A boa notícia é que, desde o dia 14 de julho – quando o Congresso Nacional derrubou parcialmente os vetos feitos pelo presidente à Lei nº 14.260/2021 – o incentivo à reciclagem no Brasil começou a ganhar mais força. Acompanhe e confira:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-projeto-original-e-vetos"><strong>Projeto original e vetos</strong></h2>



<p>O projeto original da Lei de Incentivo à Reciclagem, que havia sido aprovado pelo Senado em novembro do ano passado, previa a criação do Fundo de Investimentos para Projetos de Reciclagem (ProRecicle) e do Fundo de Apoio para Ações voltadas à Reciclagem (Favorecicle), além da possibilidade de deduzir impostos sobre as contribuições feitas a projetos do setor.</p>



<p>No entanto, o projeto original foi vetado de forma significativa. Com isso, a Lei sancionada no final de 2021 não mais citava a criação do Favorecicle (restringindo-se ao ProRecicle) e também não previa nenhum tipo de dedução de impostos.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background">Leia também: <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça as Cooperativas de Energia Solar</a> </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dedução de Imposto de Renda</strong></h2>



<p>Em julho deste ano, o Congresso Nacional derrubou parcialmente os vetos à Lei de Incentivo à Reciclagem.</p>



<p>Assim, foram restaurados os artigos que permitem às pessoas físicas e jurídicas deduzirem, do Imposto de Renda devido, quantias direcionadas a projetos de reciclagem aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Pessoas físicas poderão deduzir 6% e pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real, 1%.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de projetos</strong></h2>



<p>Publicada no dia 05 de agosto no Diário Oficial da União já com o texto atualizado, a Lei de Incentivo à Reciclagem ainda inclui a lista de tipos de projetos que poderão ser incentivados no âmbito da nova norma.</p>



<p>Ditos projetos referem-se a:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Capacitação, formação e assessoria técnica de associações comunitárias e organizações sociais ligadas à promoção, ao desenvolvimento, à execução ou ao fomento de atividades de reciclagem ou de reúso de materiais;</li><li>Incubação de micro e pequenas empresas, de cooperativas e de empreendimentos sociais solidários que atuem em atividades de reciclagem;</li><li>Pesquisas e estudos para subsidiar ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos;</li><li>Implantação e adaptação de infraestrutura física de microempresas, pequenas empresas, indústrias, cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;</li><li>Aquisição de equipamentos e de veículos para a coleta seletiva, a reutilização, o beneficiamento, o tratamento e a reciclagem de materiais para indústrias, pelas microempresas, pequenas empresas, cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;</li><li>Organização de redes de comercialização e de cadeias produtivas;</li><li>Fortalecimento da participação dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas cadeias de reciclagem; e</li><li>Desenvolvimento de novas tecnologias para agregar valor ao trabalho de coleta de materiais reutilizáveis e recicláveis.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alguns exemplos práticos</strong></h2>



<p>De acordo com os tipos de projetos mencionados na nova Lei de Incentivo à Reciclagem, buscamos alguns exemplos práticos de iniciativas que já estão em andamento.</p>



<p>Veja só:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Cooperativa Mais Circular: iniciativa da empresa Plastiweber, que trata de fomentar o desenvolvimento de cooperativas e associações de reciclagem por meio de qualificações, treinamentos e certificações.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Incubação ao Inverso: projeto do Núcleo AlterNativas de Produção da Universidade Federal de Minas Gerais que propõe a imersão de técnicos em associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis para, posteriormente, junto aos próprios cooperados ou associados, desenvolver soluções que respondam a demandas concretas das políticas públicas de reciclagem.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Estratégias de Inclusão Produtiva e Sustentável de Empreendimentos de Catadores: iniciativa do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trata-se de um projeto de incubação de cooperativas populares com o objetivo de promover a geração de trabalho e renda, inclusão social e proteção ambiental.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Green Mining: startup que desenvolveu tecnologia de logística reversa, com mapeamento de pontos de geração de resíduos, instalação de centrais de recebimento (hubs) e contratação de coletores de materiais recicláveis que utilizam veículos não motorizados (como triciclos) para levar os resíduos coletados até os hubs. Posteriormente, os materiais são enviados a usinas de reciclagem. E a empresa ainda realiza o rastreamento digital de todo o processo.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>VG Resíduos: empresa de tecnologia que desenvolveu uma plataforma para conectar geradores de resíduos ao mercado reciclador, promovendo a gestão completa de resíduos.</li></ul>



<p>No caso de que uma pessoa (seja física ou jurídica) decida apoiar um projeto como esses – se ele for previamente aprovado pelo MMA – a pessoa poderia, então, solicitar a dedução desse apoio em sua declaração do IR.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background">Leia também: <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça as Cooperativas de Energia Solar</a> </strong></p>
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		<title>As dificuldades dos jovens para entrar no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 20:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo.</p>



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<p><em>A falta de experiência é só um dos desafios. Conheça soluções e uma iniciativa exemplar</em></p>



<p>Como conseguir o primeiro emprego sem ter experiência? E como ter experiência sem ter conseguido ainda o primeiro emprego? Esse dilema representa apenas uma das dificuldades dos jovens para entrar no mercado de trabalho.</p>



<p>Para entender os principais desafios relacionados ao tema, conhecer algumas soluções e uma iniciativa empresarial exemplar que tem contribuído para melhorar essa situação, acompanhe:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-taxa-de-desemprego-entre-jovens"><strong>Taxa de desemprego entre jovens</strong></h2>



<p>De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua do IBGE, no primeiro trimestre de 2022 – enquanto a taxa média de desemprego brasileira era de 11,1% – o desemprego entre pessoas de 18 a 24 anos chegava a 22,8%.</p>



<p>O levantamento ainda demonstra que, nesse mesmo período, do total de desempregados do Brasil (11,9 milhões de pessoas), mais de 30% eram jovens dessa faixa etária, o que corresponde a um total superior a 3,6 milhões de jovens fora do mercado.</p>



<p>E essa dificuldade para entrar no mercado de trabalho pela primeira vez não é algo recente. Observando a série histórica da pesquisa (iniciada em 2012), a curva que representa o grupo de desempregados entre 18 e 24 sempre teve taxas de desocupação superiores às demais idades, exceto quando se trata do grupo de 14 a 17 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais desafios</strong></h2>



<p>Para o especialista em Relações do Trabalho, José Pastore, a falta de experiência e o alto custo dos encargos sociais são alguns dos principais desafios para os jovens na hora de entrar no mercado de trabalho. Segundo ele, os empresários se perguntam: <em>&#8220;por que vou contratar um jovem sem experiência se ele gera as mesmas despesas de contratação de um profissional experiente?&#8221;</em></p>



<p>Na opinião de Adriana Caldana, especialista em Psicologia do Trabalho, a questão vai além da falta de experiência, já que os jovens deveriam estar abertos a <em>&#8220;aprender capacidades para além do que um curso de graduação pode oferecer&#8221;</em>.</p>



<p>Eliane Figueiredo, diretora-presidente de uma consultoria especializada em recrutamento e seleção, concorda com Caldana, argumentando que, além de habilidades técnicas, os jovens também precisam desenvolver capacidade de argumentação, senso crítico e habilidade de realizar tarefas em grupo.</p>



<p><em>&#8220;As habilidades necessárias serão aquelas voltadas ao relacionamento, como liderança, comunicação, trabalho em equipe, resolução de conflitos, gerenciamento de emoções e construção de parcerias&#8221;</em>, complementa Figueiredo.</p>



<p>A life-coach Tatiana Girardi acrescenta ainda que, apesar de muito bem preparados em nível de conhecimento, muitos jovens não conseguem se adaptar às exigências e necessidades das corporações.</p>



<p><em>&#8220;Se ele for um profissional com técnica, consegue entrar em uma empresa, mas não progride porque não sabe viver em um ambiente agressivo, com orçamento limitado e objetivos a serem cumpridos em um tempo curto&#8221;</em>, comenta Girardi.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background">Leia também: <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça as Cooperativas de Energia Solar</a> </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Algumas soluções</strong></h2>



<p>A dica de Eliane Figueiredo para que os jovens consigam desenvolver habilidades que os permitam entrar no mercado de trabalho mais facilmente é manter-se constantemente atualizado, participar de atividades extracurriculares e cultivar a porção empreendedora que há em cada um.</p>



<p>Tatiana Girardi compartilha de opinião similar, dizendo que é importante estimular a criatividade dos jovens. <em>&#8220;A criatividade está muito ligada à curiosidade, então, ser curioso e utilizar isso para conhecer fará com que o repertório de conhecimento aumente, o que propicia encontrar soluções mais facilmente e inovar&#8221;</em>, explica Girardi.</p>



<p>O especialista em gamificação Luciano Meira destaca ainda o papel da educação nesse processo. <em>&#8220;Acredito que a escola deveria ser capaz de fomentar ambientes empreendedores, transformando as salas de aulas em protótipos de startups, voltadas à resolução de problemas, à investigação mesmo de situações significativas por meio do desenvolvimento de projetos, do gerenciamento de riscos, da entrega de soluções sustentáveis&#8221;</em>, diz Meira.</p>



<p>Adriana Caldana acrescenta que a tecnologia também pode abrir portas. <em>&#8220;Alguns jovens que se colocam em startups e empresas ligadas à tecnologia conseguem, às vezes, um ganho expressivo até precocemente&#8221;</em>.</p>



<p>Para mais, segundo ela, além das escolas, <em>&#8220;as empresas precisam construir a mentalidade de mentoria&#8221;</em> e <em>&#8220;as organizações da sociedade civil também podem se articular para fazer esse movimento de atuação&#8221;</em>.</p>



<p>Meira complementa: <em>&#8220;A escola associada ao mundo do trabalho deve refletir sobre o conhecimento que é capaz de realizar coisas, transformando seu entorno e as cidades do ponto de vista da moradia, mobilidade, cuidados com a infância e a saúde pública, apenas para citar alguns exemplos&#8221;</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma iniciativa empresarial exemplar</strong></h2>



<p>Reconhecendo o papel que podem desempenhar para enfrentar esse desafio que muitos jovens encontram para entrar no mercado de trabalho, já existem diversas empresas que desenvolvem programas de capacitação e mentoria de jovens aprendizes.</p>



<p>Um bom exemplo é o da <a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Central SC/RS do Sicoob</strong></a> instituição financeira cooperativa presente em todos os estados do Brasil – que desenvolve o <strong>programa Start Jovem</strong>, visando ao desenvolvimento profissional e pessoal dos jovens aprendizes e contribuindo com suas carreiras dentro e fora da instituição.</p>



<p>Para tanto, são promovidos encontros online mensais, durante os quais são trabalhados temas e competências como: comunicação, educação financeira, inteligência emocional, entre outros. Ao final de cada ciclo, os jovens se dividem em grupos e são desafiados a criarem um projeto novo ou de melhoria que seja inovador e aplicável ao Sicoob Central SC/RS. Esses projetos são apresentados a uma banca avaliadora que tem a missão de definir qual projeto será o grande vencedor.</p>



<p>Julia Oliveira, analista de Gestão Estratégica de Pessoas na instituição, comenta: <em>&#8220;O Start Jovem trouxe um novo olhar sobre os aprendizes do Sicoob. Saindo do modelo de colaborador que se limita à realização de atividades operacionais e rotineiras para um profissional de visão que tem boas ideias e grandes possibilidades de contribuição&#8221;</em>.</p>



<p>Em julho, durante a 13ª edição do Prêmio Ser Humano, o programa Start Jovem do Sicoob SC/RS foi um dos premiados pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). O outro foi o programa <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/lei-de-incentivo-a-reciclagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Recicla</strong></a>, desenvolvido pela mesma instituição.</p>
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		<title>Um bom exemplo de Governança Corporativa</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se preferir, ouça a matéria clicando no player: Desde que a sustentabilidade passou a ser analisada com base no tripé ESG (práticas ambientais, sociais e de governança), temas como a governança corporativa têm sido cada vez mais discutidos. Só que, antes mesmo de que esse debate começasse a se intensificar, as instituições cooperativistas – devido [&#8230;]</p>
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<p>Desde que a sustentabilidade passou a ser analisada com base no tripé ESG (práticas ambientais, sociais e de governança), temas como a governança corporativa têm sido cada vez mais discutidos. Só que, antes mesmo de que esse debate começasse a se intensificar, as instituições cooperativistas – devido aos próprios princípios do movimento – já aplicavam no dia a dia muitas das boas práticas de gestão sustentável atualmente recomendadas. E essa dinâmica em prol da sustentabilidade vem se ampliando cada vez mais, seguindo o ritmo de atualização constante do mercado. Por isso, vale a pena conhecer um bom exemplo de governança corporativa cooperativa. Confira:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-uma-instituicao-exemplar"><strong>Uma instituição exemplar</strong></h2>



<p>Segunda maior instituição financeira do Brasil em número de agências, o Sicoob é um sistema de cooperativas financeiras presente em todos os estados do país. Para atender os mais de 6 milhões de brasileiros associados, a instituição ainda conta com 16 centrais espalhadas por todo o território nacional e centenas de cooperativas singulares.</p>



<p>Uma dessas centrais é o <strong><a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sicoob SC/RS</a></strong>, que publicou recentemente o seu <strong><a href="https://sustentabilidade.sicoobscrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Sustentabilidade 2021</a></strong>, incluindo uma seção completa sobre a governança corporativa cooperativa.</p>



<p>Segundo a própria instituição, <em>&#8220;para continuarmos competitivos diante dos desafios econômicos, uma estrutura de Governança Corporativa ou Cooperativa é fundamental, para a perenidade e longevidade dos negócios e dos princípios cooperativos&#8221;</em>.</p>



<p>O documento ainda esclarece que, em seu modelo de governança corporativa cooperativa, o Sicoob SC/RS dispõe de <em>&#8220;Diretoria Executiva, Conselho de Administração e Conselho Fiscal, tendo como apoio o Agente de Controles Internos&#8221;</em>.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background">Leia também: <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça as Cooperativas de Energia Solar</a> </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precaução</strong></h2>



<p>Atuar de forma preventiva para inibir riscos potenciais e proteger a saúde financeira das pessoas e o meio ambiente é um dos princípios da governança corporativa cooperativa do Sicoob.</p>



<p>Para tanto, a instituição declara buscar, incessantemente, estar em conformidade com as normas e regras do Banco Central e de outras autoridades nacionais, assim como com as legislações ambientais, sociais e políticas, e com os normativos do Banco Sicoob.</p>



<p>Além disso, a entidade segue as recomendações internacionais do Comitê de Basileia e ainda conta com órgãos próprios como a Gerência de Supervisão &#8211; Unidade de Controles Internos e Conformidade &#8211; e a Gerência de Riscos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ética</strong></h2>



<p>Valor fundamental para uma gestão mais sustentável, a ética também faz parte dos princípios fundamentais da governança corporativa cooperativa. No caso do Sicoob SC/RS, a instituição renovou seu compromisso com o tema ao adotar, em 2021, o novo Pacto de Ética desenvolvido pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS) e pelo Banco Sicoob.</p>



<p>Dito pacto, além de ser divulgado aos novos colaboradores por meio das trilhas do Sicoob Universidade, também é reforçado junto aos demais profissionais por meio de palestras, testes, jogos e quiz. Associados e outros públicos também podem ter acesso ao documento online.</p>



<p>Além disso, a instituição ainda conta com uma Política de Sustentabilidade, <em>&#8220;que norteia as decisões nas relações estratégicas, fomentando uma cadeia de prosperidade, onde todos colaboram nas diversas etapas que compõem o ciclo virtuoso&#8221;</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Identidade</strong></h2>



<p>A identidade de uma instituição é o que a diferencia das demais e faz com que o público se identifique com a marca. Por isso, acompanhar e fiscalizar o uso da marca é um dos importantes papéis da governança corporativa.</p>



<p>A Central SC/RS do Sicoob é responsável por fazer esse acompanhamento junto às cooperativas singulares filiadas na região. Além disso, de acordo com o mencionado Relatório, a instituição ainda promove diversos treinamentos relacionados ao bom uso da marca para sensibilizar gestores e colaboradores em assuntos estratégicos e funcionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Segurança</strong></h2>



<p>No caso de uma instituição financeira como o Sicoob, garantir a segurança da informação é um fator primordial para manter a sustentabilidade da governança corporativa cooperativa, conquistando a confiança e o respeito do público.</p>



<p>Para tanto, a instituição conta com uma Política de Segurança da Informação – que, aliás, foi reavaliada em 2021, no âmbito do Sicoob SC/RS, em um processo de reciclagem junto aos colaboradores – e também promove anualmente a Semana da Segurança da Informação (com palestras, questionários e jogos sobre o assunto), além de manter a todos atualizados sobre o tema com dicas enviadas frequentemente por e-mail.</p>



<p>Devido a todos esses cuidados, o Relatório informa que, em 2021, não houve nenhum caso de violação de dados, roubo, vazamento ou perda de informações dos associados/usuários.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equidade</strong></h2>



<p><em>&#8220;Práticas como a transformação do nosso negócio num ambiente inclusivo, fortalecimento dos laços sociais e aumento da diversidade fazem parte das estratégias da Governança Corporativa. Essas estratégias reforçam os valores e princípios do cooperativismo, pois prezamos por um ambiente que respeita e valoriza as diferenças&#8221;</em>.</p>



<p>Essa mensagem, trazida pelo Relatório de Sustentabilidade 2021 do Sicoob SC/RS, pode ser confirmada pelo fato de que a instituição conta com uma maioria de colaboradoras mulheres. Do total de diretores, empregados, estagiários e aprendizes, cerca de 60% são mulheres.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transparência</strong></h2>



<p>Outro valor fundamental da boa governança corporativa cooperativa é a transparência. De acordo com o citado Relatório, <em>&#8220;na busca constante por melhores resultados, o Sicoob SC/RS instiga a lealdade, confiança e transparência nos processos executados e nos relacionamentos&#8221;</em>.</p>



<p>Além disso, a instituição esclarece que não realiza doações para candidatos ou partidos políticos e não apoia projetos que caracterizam promoção pessoal de autoridade ou de servidor público dos governos federal, estadual ou municipal.</p>



<p>Por outro lado, o Sicoob SC/RS é um forte apoiador do desenvolvimento econômico e sustentável, realizando parcerias com algumas prefeituras dos municípios onde atua para oferecer melhores condições de crédito e colaborar em projetos sociais. Além disso, em 2021, a entidade estabeleceu uma parceria com o Sebrae, como apoiador do programa Brasil Mais, beneficiando 219 micro e pequenas empresas de associados, de setembro a dezembro de 2021.</p>
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