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	<title>Arquivo para cooperativas - O Seu Dinheiro Vale Mais</title>
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	<description>dicas de economia e finanças pessoais</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 19:40:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Plano Safra: entenda os impactos no campo e na cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jessin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[plano safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada do Plano Safra 2026/27 está chegando. E mesmo que você não plante, não crie animais e nem trabalhe diretamente no campo, vale entender por que esse assunto também pode afetar sua rotina. O Plano Safra ajuda produtores e cooperativas a acessarem crédito para plantar, investir, proteger a produção e se preparar para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A temporada do <strong>Plano Safra 2026/27</strong> está chegando. E mesmo que você não plante, não crie animais e nem trabalhe diretamente no campo, vale entender por que esse assunto também pode afetar sua rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Plano Safra</strong> ajuda produtores e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/gestao-democratica-entenda/">cooperativas</a> a acessarem crédito para plantar, investir, proteger a produção e se preparar para o próximo ciclo. Na prática, isso influencia o abastecimento, os empregos no interior e até os preços que chegam ao supermercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para produtores e cooperados do agronegócio, este também é o momento de revisar documentos, planejar a próxima safra e buscar orientação sobre as opções de <strong>crédito rural</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indo direto ao ponto: conhecer o Plano Safra é entender melhor como o campo e a cidade se conectam. Vamos lá?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal, o que é o Plano Safra?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/plano-safra/">Plano Safra</a> é uma das políticas públicas mais importantes para a agricultura brasileira. Trata-se de um conjunto de recursos e regras que o <strong>governo federal </strong>anuncia todos os anos para financiar a produção agropecuária no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele ajuda produtores rurais e cooperativas a acessarem crédito para diferentes necessidades, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Custear o plantio;</li>



<li>Comprar insumos;</li>



<li>Investir em máquinas e equipamentos;</li>



<li>Melhorar a estrutura da propriedade;</li>



<li>Adotar tecnologias;</li>



<li>Contratar seguro rural;</li>



<li>Investir em práticas mais sustentáveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O ciclo costuma começar em 1º de julho e seguir por 12 meses. Por isso, junho costuma ser um período de expectativa e preparação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que quem mora na cidade também deveria acompanhar o Plano Safra?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quem mora longe do campo sente os efeitos do Plano Safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense em itens como arroz, feijão, leite, café, carne, frutas e outros produtos que chegam ao supermercado. Antes de aparecerem na prateleira, eles passam por uma cadeia que envolve produtores, trabalhadores, cooperativas, fornecedores, caminhoneiros, indústrias e comércios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/consorcios-para-produtor-rural/">produtor rural</a> tem acesso a crédito, consegue se planejar melhor para plantar, colher, armazenar e vender. Isso ajuda a manter a produção ativa e <strong>pode refletir na oferta de alimentos</strong>, no comércio, no transporte e em muitos outros setores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o produtor consegue se planejar melhor, essa cadeia também ganha<strong> mais segurança para funcionar</strong>. Isso pode ajudar na produção, no transporte, no abastecimento e no movimento da economia em muitas cidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como foi o Plano Safra anterior?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Plano Safra 2025/26, o governo anunciou <strong>R$ 516,2 bilhões</strong> para apoiar a agricultura empresarial no país, incluindo médios e grandes produtores, cooperativas e linhas de financiamento rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total, R$ 69,1 bilhões foram destinados aos médios produtores por meio do <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/voce-e-empresario-e-ainda-nao-conhece-o-pronampe/">Pronamp</a> (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). O restante envolve diferentes linhas de crédito e recursos voltados ao custeio, investimento e comercialização da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o ciclo 2026/27, que começa em <strong>1º de julho de 2026</strong>, a expectativa é de um volume ainda maior de recursos, segundo declarações do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Ministério da Agricultura e Pecuária</a>. Mas os detalhes finais, como valores, juros e regras, ainda dependem do anúncio oficial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode acessar o Plano Safra?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano Safra atende <strong>diferentes perfis de produtores.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo simples, a agricultura familiar costuma acessar linhas como o <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/acessar-o-programa-nacional-de-fortalecimento-da-agricultura-familiar-pronaf">Pronaf</a> (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Os médios produtores podem acessar o Pronamp. Já grandes produtores, cooperativas e empresas rurais podem contar com outras <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/credito-rural-cooperativo/">linhas de crédito rural</a>, conforme as regras de cada ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é importante lembrar: cada linha tem <strong>exigências próprias</strong>. O tipo de produção, o tamanho da propriedade, a documentação, o histórico financeiro e o objetivo do crédito influenciam no enquadramento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, antes de contratar, o produtor precisa entender qual linha combina com sua realidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o produtor pode se preparar?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo antes do anúncio oficial, o melhor é começar pela organização. Alguns cuidados para começar são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Revisar documentos, cadastros, certidões e informações da propriedade;</li>



<li>Atualizar o planejamento da safra, incluindo o que será produzido e quanto será necessário investir;</li>



<li>Levantar custos que podem aumentar, como insumos, máquinas, mão de obra e transporte;</li>



<li>Avaliar melhorias que precisam ser feitas na propriedade;</li>



<li>Pensar nos riscos da atividade, como clima, pragas, variação de preços e dificuldades de escoamento;</li>



<li>Considerar seguro rural ou outras formas de proteção;</li>



<li>Buscar orientação financeira antes de contratar crédito.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-financeiras-e-do-agro-uma-uniao-frutifera/">Cooperativas financeiras</a>, como o <strong>Sicoob</strong>, podem apoiar produtores e cooperados do <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/plano-safra-e-seus-impactos-no-agronegocio/">agronegócio</a> com atendimento próximo, crédito rural e soluções para custeio, investimento, comercialização e organização financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse apoio ajuda o produtor a entender quais opções combinam melhor com seus objetivos, organizar os próximos passos da safra e escolher caminhos mais adequados para sua realidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Safra é planejamento para o campo e para o país</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano Safra ajuda a organizar uma parte importante da economia brasileira. Para quem produz, pode significar <strong>mais condições de investir, proteger a lavoura e manter a atividade</strong>. Para quem consome, pode aparecer no abastecimento, nos preços e no funcionamento de tudo o que leva o alimento até a mesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, <strong>acompanhar o tema é importante </strong>mesmo para quem não trabalha no agro. Quando o campo se prepara melhor, os efeitos passam da porteira e chegam à cidade, ao comércio e à rotina de todo mundo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o Plano Safra?</strong><strong><br></strong>É um conjunto de recursos e regras anunciado todos os anos para financiar a produção agropecuária no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando começa o Plano Safra 2026/27?</strong><strong><br></strong>O novo ciclo está previsto para começar em 1º de julho de 2026, com vigência de 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem pode acessar o Plano Safra?</strong><strong><br></strong>Produtores rurais, agricultores familiares, médios produtores, grandes produtores e cooperativas podem acessar diferentes linhas, conforme o perfil e as regras do ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que o Plano Safra afeta quem não trabalha no campo?</strong><strong><br></strong>Porque ele ajuda a financiar a produção de alimentos e movimenta cadeias como transporte, comércio, indústria e abastecimento.</p>
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		<title>Histórias de um Mundo Melhor: como o cooperativismo no Brasil transforma vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jessin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Vantagens da Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[histórias cooperativistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre é fácil entender o cooperativismo só pela teoria. Mas basta olhar para as histórias reais de quem vive esse modelo todos os dias para entender que ele está muito mais perto da rotina das pessoas do que parece. É essa a proposta do documentário Histórias de um Mundo Melhor, uma iniciativa do Sistema [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre é fácil entender o cooperativismo só pela teoria. Mas basta olhar para as <strong>histórias reais </strong>de quem vive esse modelo todos os dias para entender que ele está muito mais perto da rotina das pessoas do que parece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É essa a proposta do documentário <strong>Histórias de um Mundo Melhor</strong>, uma iniciativa do <strong>Sistema OCB</strong>. O filme percorre diferentes regiões do país para mostrar como a cooperação ajuda a transformar vidas, fortalecer comunidades e criar novas oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/preservacao-pela-cooperacao/">preservação</a> da floresta em Rondônia às vinhas centenárias da Serra Gaúcha, o documentário mostra um Brasil que trabalha, resiste, se reinventa e encontra no coletivo um caminho para crescer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o documentário Histórias de um Mundo Melhor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Histórias de um Mundo Melhor é um documentário sobre <strong>cooperativismo no Brasil. </strong>A produção reúne relatos de pessoas que encontraram na cooperação uma forma de gerar renda, cuidar do território, fortalecer negócios e melhorar a vida da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme não fala de cooperativismo como uma ideia distante ou complicada. Ele mostra o tema por meio de gente de verdade: agricultores, produtores, catadores, profissionais da saúde e famílias que construíram novos caminhos com apoio do trabalho coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma forma simples e sensível de entender que cooperar não é apenas dividir tarefas. É <strong>somar forças</strong> para resolver problemas que, sozinhas, muitas pessoas teriam mais dificuldade de enfrentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img decoding="async" src="blob:https://www.oseudinheirovalemais.com.br/f9242ca0-caad-4313-bf93-f28f4331581f" style="width: 680px;" alt="Uma realização Somos Coop em comemoração ao Ano Internacional do Cooperativismo."></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Histórias reais do cooperativismo no Brasil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário passa por diferentes realidades brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>Rondônia</strong>, uma história ligada à <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperacao-agricultura-familiar/">agricultura familiar</a> e à preservação mostra como é possível gerar renda mantendo a floresta em pé. É o tipo de exemplo que ajuda a enxergar <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/empreendedorismo-sustentavel-conheca-bons-exemplos/">sustentabilidade</a><strong> </strong>como algo prático, ligado ao trabalho, à renda e à permanência das famílias no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>Minas Gerais</strong>, a trajetória de um produtor de queijo canastra mostra como o apoio cooperativo pode ajudar na organização, na <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-contribuem-com-a-educacao-brasileira/">educação</a>, profissionalização e <strong>no crescimento de um pequeno negócio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>Distrito Federal</strong>, a reciclagem aparece como oportunidade de<strong> recomeço e inclusão</strong>. A cooperação ajuda a abrir portas para trabalhadores que encontram no coletivo uma forma mais digna de gerar renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Serra Gaúcha</strong>, as vinhas e a produção de uva mostram a força das<strong> tradições familiares</strong> quando se unem à organização cooperativa. Já no <strong>Ceará</strong>, a área da saúde aparece como exemplo de <strong>cuidado feito em rede</strong>, com pessoas trabalhando juntas por um propósito comum.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que o cooperativismo transforma comunidades</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>cooperativismo </strong>funciona porque parte de uma ideia simples: quando pessoas se unem em torno de um objetivo comum, fica mais fácil crescer com equilíbrio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode significar acesso a crédito, <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/consorcios-para-produtor-rural/">consórcios</a>, apoio técnico, compra e venda com melhores condições, troca de conhecimento, geração de renda e fortalecimento da economia local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem vive em uma cidade pequena, por exemplo, uma <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/boom-das-cooperativas-financeiras/">cooperativa financeira </a>pode ajudar o produtor a vender melhor, o empreendedor a organizar o negócio, a família a permanecer no campo ou o trabalhador a encontrar mais segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E esse impacto não fica só na vida de uma pessoa. Quando uma cooperativa cresce, ela <strong>movimenta a região</strong>. Gera renda, fortalece pequenos negócios, cria vínculos e ajuda o dinheiro a circular perto de onde as pessoas vivem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que essas histórias ensinam sobre o futuro</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário nos lembra uma coisa importante: um mundo melhor não nasce apenas de grandes ideias. <strong>Ele também nasce de escolhas feitas todos os dias.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um produtor decide trabalhar junto com outros, quando uma comunidade se organiza para preservar a floresta, quando famílias seguem no campo com mais dignidade ou quando profissionais se unem para cuidar melhor das pessoas, o cooperativismo deixa de ser teoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele vira prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez seja esse o ponto mais bonito de <strong>Histórias de um Mundo Melhor</strong>: mostrar que a <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/">transformação social</a> não acontece longe da gente. Ela pode começar em uma propriedade rural, em uma cooperativa de crédito, em uma associação de reciclagem, em uma vinícola, em uma comunidade ou em qualquer lugar onde pessoas decidem construir juntas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para assistir ao documentário, acesse: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7jJUK6GFJHk">Histórias de um Mundo Melhor</a> </p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o documentário Histórias de um Mundo Melhor?</strong><strong><br></strong>É um documentário produzido pelo Sistema OCB que mostra histórias reais de cooperativismo em diferentes regiões do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é o tema principal do documentário?</strong><strong><br></strong>O tema principal é como o cooperativismo pode transformar vidas, gerar renda, fortalecer comunidades e apoiar um desenvolvimento mais sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que o cooperativismo é importante para o Brasil?</strong><strong><br></strong>Porque ele ajuda pessoas e comunidades a crescerem juntas, com mais organização, pertencimento e oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde assistir Histórias de um Mundo Melhor?</strong><strong><br></strong>O documentário está disponível no YouTube, no canal do Sistema OCB.</p>
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		<title>Assembleias nas cooperativas: a hora de transformar resultados em vantagens!</title>
		<link>https://www.oseudinheirovalemais.com.br/assembleias-nas-cooperativas-ultima-hora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 14:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Última Hora]]></category>
		<category><![CDATA[assembleias]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios dos cooperados]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. O início do ano é sempre um momento de organização, novos planos e metas, tanto no campo pessoal quanto profissional. No universo das cooperativas financeiras, não é diferente: é a época do período assemblear.&#160; É durante as assembleias que os cooperados têm a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/06af0a56" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p class="wp-block-paragraph">O início do ano é sempre um momento de organização, novos planos e metas, tanto no campo pessoal quanto profissional. No universo das cooperativas financeiras, não é diferente: é a época do período assemblear.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É durante as assembleias que os <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/a-tecnologia-a-favor-dos-cooperados/">cooperados</a> têm a oportunidade de transformar resultados alcançados no ano anterior em vantagens concretas para que definirão os rumos para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, por que as assembleias são tão importantes? Se você é cooperado ou está curioso sobre como funciona o cooperativismo, chegou a hora de descobrir mais sobre esse momento tão importante. Vamos lá?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são as assembleias nas cooperativas?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiramente, é importante explicar: as assembleias são encontros oficiais onde os cooperados se reúnem para debater e votar temas relevantes sobre o funcionamento da cooperativa. Pense nelas como uma grande reunião de acionistas — mas com uma diferença essencial: nas cooperativas, todos têm o mesmo peso na votação, independentemente do capital investido. Essa prática reforça o princípio de igualdade e democracia, que é a base do cooperativismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, esses encontros acontecem no início do ano, após o fechamento do exercício financeiro. Esse é o momento perfeito para avaliar resultados, debater estratégias futuras e decidir, em conjunto, como os recursos serão utilizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transformando “sobras” em benefícios</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais aguardados nas assembleias é a decisão sobre a destinação das sobras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, afinal, o que são essas sobras? De modo simples, podemos dizer que as sobras são os resultados financeiros gerados pela cooperativa após a dedução de despesas e reservas obrigatórias. Ao contrário das empresas convencionais, onde os lucros vão para os acionistas, nas cooperativas as sobras pertencem a todos os cooperados. Bom, não é?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, durante a assembleia, todos podem votar sobre como essas sobras serão aplicadas. Normalmente, as opções incluem:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Distribuição direta</strong>: cada cooperado recebe uma parcela proporcional ao seu movimento financeiro dentro da cooperativa no ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reinvestimento:</strong> as sobras podem ser aplicadas para fortalecer a cooperativa, seja em melhorias tecnológicas, ampliação de serviços ou outras iniciativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fundo social:</strong> parte do valor pode ser destinada a projetos de impacto social na comunidade local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das formas mais transparentes de tangibilizar os benefícios do cooperativismo. No cooperativismo, você é mais do que um cliente: é parte integrante de algo maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Planejando o futuro: Votação de estratégias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As assembleias também são um momento crucial para definir as direções futuras da cooperativa. Os cooperados <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/principio-cooperativo-da-participacao-economica/">participam</a> ativamente da votação de estratégias que podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abertura de novas unidades;</li>



<li>Linhas de <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cresce-o-sistema-nacional-de-credito-cooperativo/">crédito</a> especial para setores específicos;</li>



<li>Investimento em tecnologia ou capacitação profissional;</li>



<li>Planos de expansão ou diversificação de serviços.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Já pensou ter poder de decisão sobre como uma instituição financeira deve atuar para melhorar a sua vida e a de outros cooperados? É exatamente isso que acontece nas assembleias das cooperativas. Essa participação ativa fortalece o senso de pertencimento e garante que as decisões reflitam os interesses da maioria.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transparência: Um pilar fundamental</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto alto das assembleias é a prestação de contas. Os gestores da cooperativa apresentam o balanço financeiro, os resultados operacionais e os relatórios de gestão. Tudo é detalhado e explicado de forma clara, para que os cooperados possam acompanhar onde os recursos estão sendo aplicados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa transparência é essencial para desmistificar possíveis desconfianças em relação à gestão da cooperativa. Afinal, diferentemente de outras instituições financeiras, aqui você tem acesso direto às informações e pode questionar ou sugerir melhorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você não apenas confia; você participa e decide.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Leia também: <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/">O cooperativismo e seu poder de transformação social</a></strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desmistificando a desconfiança</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem não está habituado ao cooperativismo, é natural surgir certa desconfiança: <em>“Como funciona isso de todos decidirem juntos?”</em> ou <em>“Não seria mais rápido deixar os gestores decidirem tudo?”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que o modelo cooperativo é uma forma diferente de pensar e agir. Ele prioriza a participação e a construção coletiva, e as assembleias são a prova viva disso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse formato democratiza as decisões, permitindo que todos contribuam para um resultado que beneficia o coletivo. Quando você participa de uma assembleia, percebe que sua opinião não só é ouvida, mas também faz diferença no resultado final.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cooperado, esse momento é seu!</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, ao participar de uma assembleia, você não está apenas exercendo seu direito como cooperado, mas também aproveitando uma oportunidade única de influenciar diretamente os rumos da cooperativa. Seja para decidir o destino das sobras, votar em novas estratégias ou acompanhar a prestação de contas, esse é o momento de transformar os resultados do ano anterior em vantagens reais para você e para todos os cooperados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, quando sua cooperativa convocar a próxima assembleia, já sabe: reserve um tempo na agenda e participe. O futuro da sua cooperativa está em suas mãos — literalmente! E, aos que ainda não fazem parte de uma cooperativa, que tal descobrir um novo jeito de administrar suas finanças?&nbsp;</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Gostou deste artigo? Acompanhe nosso blog e descubra mais dicas financeiras e conteúdos relevantes sobre cooperativismo. Até a próxima!</p>
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		<title>Cooperativismo e agricultura familiar: uma parceria necessária!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. A agricultura familiar é o coração da produção de alimentos no Brasil. Oitava maior produtora de alimentos do planeta , ela é muito mais que um meio de subsistência para milhões de brasileiros — é um verdadeiro pilar para a segurança alimentar, a [&#8230;]</p>
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<P><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/073c0a60" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></P>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura familiar é o coração da produção de alimentos no Brasil. <a href="https://www.fetaesc.com.br/noticia/confira-o-anuario-estatistico-da-agricultura-familiar-de-2024">Oitava maior produtora de alimentos do planeta</a> , ela é muito mais que um meio de subsistência para milhões de brasileiros — é um verdadeiro pilar para a segurança alimentar, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento econômico local. Já havia parado para pensar nisso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja absolutamente relevante para o país, esse setor enfrenta desafios significativos, que muitas vezes limitam o seu real potencial. É aqui que o cooperativismo entra como um agente transformador, trazendo soluções que fortalecem os agricultores e promovem impactos positivos nas comunidades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo de hoje, iremos aprofundar as vantagens e desafios da agricultura familiar e mostrar como o cooperativismo atua, na prática, para fortalecer o setor. Preparado para mais uma descoberta? Então, boa leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os benefícios da agricultura familiar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como dissemos na introdução,<strong> a agricultura familiar é uma das principais bases para a segurança alimentar no Brasil</strong>, desempenhando um papel essencial em diversas áreas. Ela conecta o campo às casas das pessoas, gerando um ciclo que vai além da simples produção de alimentos. Por meio de práticas adaptadas às realidades de cada região, pequenos agricultores conseguem fornecer alimentos frescos e saudáveis, que muitas vezes chegam às prateleiras com preços mais acessíveis. Além disso, a proximidade com os mercados locais reduz custos logísticos e viabiliza a comercialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura familiar também é responsável por <strong>impulsionar as economias locais</strong> de maneira significativa. Nos pequenos municípios brasileiros, ela é uma das principais responsáveis pela geração de emprego e renda, movimentando o comércio e os serviços da região. Muitos produtores trabalham em rede, consumindo insumos e serviços que beneficiam a própria comunidade. Isso cria uma dinâmica econômica que fortalece o desenvolvimento e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/7-dicas-para-melhorar-os-rendimentos-da-agricultura-familiar/">promove maior estabilidade financeira</a> para essas localidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é o<strong> impacto ambiental positivo</strong> que muitas práticas de agricultura familiar costumam gerar. Com foco em métodos sustentáveis, como rotação de culturas e manejo integrado de pragas, os pequenos agricultores ajudam a preservar o solo, proteger os recursos hídricos e reduzir o uso de produtos químicos agressivos. Essas práticas não apenas garantem a produtividade, mas também contribuem para a conservação ambiental e a biodiversidade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="698" height="362" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100.jpg" alt="" class="wp-image-9283" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100.jpg 698w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100-550x285.jpg 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Além de tudo isso, a agricultura familiar também preserva a rica cultura agrícola brasileira. Tradições familiares e práticas passadas de geração em geração ajudam a manter viva a identidade cultural do campo. Esse cuidado em unir tradição e inovação transforma a agricultura familiar em um verdadeiro patrimônio cultural e econômico do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os Desafios da Agricultura Familiar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nem só de benefícios e vantagens vivemos, não é? Se, por um lado, a agricultura familiar é potente e necessária para o nosso país, por outro lado, os desafios enfrentados por ela são expressivos e, em muitos casos, comprometem seu potencial. O <strong>acesso ao crédito</strong>, por exemplo, é uma barreira significativa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/financiamentos-projetos-agropecuarios-sustentaveis/">Linhas de financiamento</a>, muitas vezes voltadas a grandes produtores, tornam-se inacessíveis para pequenos agricultores, que acabam sem recursos para investir em tecnologias, equipamentos ou qualquer tipo de melhoria estrutural. Isso perpetua ciclos de baixa produtividade e reduz sua competitividade no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crítico é a falta de <strong>acesso à tecnologia</strong>. Enquanto o agronegócio de grande escala adota ferramentas modernas, como drones, maquinário de alta eficiência e softwares de gestão, a agricultura familiar frequentemente depende de métodos tradicionais, menos produtivos e bem mais trabalhosos. Essa diferença tecnológica limita a capacidade de atender demandas crescentes e compromete a entrada dos pequenos agricultores em mercados mais amplos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as <strong>operações logísticas</strong> também podem ser um grande entrave. Muitas vezes, pela dificuldade de escoar a produção diretamente ao consumidor, os agricultores familiares acabam dependendo de intermediários, que compram seus produtos por preços muito abaixo do mercado. Essa dinâmica reduz a margem de lucro e gera um ciclo vicioso de dependência.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="698" height="300" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100.jpg" alt="" class="wp-image-9284" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100.jpg 698w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100-550x236.jpg 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/">O cooperativismo e seu poder de transformação social</a></p>



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<h2 class="wp-block-heading">O cooperativismo entra em campo para virar o jogo&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na balança entre as vantagens e os desafios, como estabelecer um equilíbrio? Bem, é aqui que o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/nova-lei-da-apoio-as-cooperativas-de-energia/"><strong>cooperativismo</strong></a> surge como um parceiro essencial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baseado em diretrizes de união e colaboração mútua, esse modelo oferece soluções que vem ajudando os pequenos agricultores a superar os desafios e alcançar novos patamares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio das cooperativas de crédito, os produtores têm acesso a assistência técnica especializada, cursos de capacitação e tecnologias modernas. Essas iniciativas aumentam a eficiência e a qualidade dos produtos, permitindo que os agricultores familiares se tornem mais competitivos no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações coletivas são outro ponto forte. No cooperativismo, compras em grande volume podem garantir insumos a preços mais baixos, enquanto a venda conjunta fortalece o poder de barganha e assegura preços mais justos para produtores e consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as cooperativas de crédito costumam desenvolver linhas específicas para atender às necessidades da agricultura familiar. Com taxas de juros reduzidas e prazos flexíveis, esses financiamentos possibilitam investimentos que impulsionam o crescimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cooperativismo e agricultura familiar, juntos pelo futuro do campo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura familiar e o cooperativismo são mais do que atividades complementares; juntos, eles formam um movimento capaz de transformar o campo e a sociedade como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é agricultor ou conhece alguém que esteja nessa jornada, explore o universo das cooperativas. A força do coletivo pode ser o diferencial para superar desafios, alcançar novos mercados e garantir um futuro mais próspero para o campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apoie o cooperativismo. Faça parte dessa transformação.</p>



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		<title>Nova lei dá apoio às cooperativas de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vantagens da Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça o panorama do setor em todo o país e saiba mais sobre a lei catarinense Você já deve saber que as cooperativas são instituições que reúnem pessoas com o objetivo de desempenhar uma atividade econômica e social em benefício comum. Mas você já conhece as cooperativas de energia elétrica? Sabia que essas cooperativas também [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/fc620a2a" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen=""></iframe></p>


<p class="wp-block-paragraph"><em>Conheça o panorama do setor em todo o país e saiba mais sobre a lei catarinense</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já deve saber que as cooperativas são instituições que reúnem pessoas com o objetivo de desempenhar uma atividade econômica e social em benefício comum. Mas você já conhece as cooperativas de energia elétrica? Sabia que essas cooperativas também são regularizadas pela ANEEL e têm recebido um reconhecimento cada vez maior desta entidade e de toda a sociedade? Para melhorar ainda mais, desde setembro, as cooperativas de energia de Santa Catarina contam com uma política de apoio estadual, que pode até vir a incentivar iniciativas semelhantes em outros estados. Acompanhe e saiba mais:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um panorama das cooperativas de energia elétrica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nas décadas de 70 e 80, as cooperativas de distribuição de energia ajudaram a eletrificar e desenvolver regiões inteiras do nosso país, principalmente nas zonas rurais. Eram mais de 280 instituições do tipo. Só que, no final dos anos 90, com o processo de reestruturação do setor elétrico, muitas dessas cooperativas foram incorporadas por concessionárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da redução do número de cooperativas de energia nacionais, esse movimento não parou por aí. Pelo contrário. Afinal, desde 2012, a ANEEL autoriza que todo e qualquer consumidor brasileiro possa gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. E como veremos a seguir, a Agência concluiu em 2021 o processo de regularização das cooperativas de eletrificação rural como permissionárias do serviço público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, de acordo com dados do Sebrae, atualmente, existem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>43 cooperativas de energia elétrica já regularizadas pela ANEEL como permissionárias, inclusive com contrato assinado;</li><li>outras 13 cooperativas que também receberam a permissão para operarem como autorizadas;</li><li>nove processos em andamento;</li><li>e outros nove em análise para a regularização, aguardando o modelo de revisão tarifária.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é bom saber que as cooperativas de energia são referência em qualidade. Prova disso é que nove delas foram finalistas do Prêmio ANEEL de Qualidade 2021, um reconhecimento que é realizado com base no Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regularização da ANEEL</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, o governo federal já previa a prorrogação das concessões feitas até aquele momento, visando enquadrar as cooperativas de eletrificação rural como permissionárias do serviço público de energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir daí, a ANEEL estabeleceu, em 2002 e 2005, Resoluções Normativas com condições gerais para o enquadramento dessas instituições. Já em 2007, o Decreto federal nº 6.160 trouxe certa regulamentação ao tema. E no ano passado, por meio da Resolução Normativa nº 962, a ANEEL completou o processo de regularização das cooperativas de eletrificação rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não é apenas no campo que as cooperativas de energia elétrica operam, já que, desde 2012, a Agência autorizou a geração de energia própria através de fontes renováveis e em 2015, por meio da REN nº 687, a entidade incluiu novas modalidades na geração distribuída, abrangendo condomínios, consórcios e cooperativas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-politica-estadual-de-apoio"><strong>Política Estadual de Apoio</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 14 de setembro deste ano, as cooperativas de energia nacionais passaram a contar com uma nova força. Porque desde essa data foi promulgada a Lei nº 18.516 que institui a Política Estadual de Apoio às Cooperativas de Energia Elétrica (PEACESC). Apesar da norma ser aplicável apenas às cooperativas catarinenses do setor, ela pode vir a inspirar outros estados a tomarem iniciativas semelhantes, beneficiando cada vez mais consumidores, geradores e distribuidores por todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais instrumentos de apoio ao crescimento e desenvolvimento dessas instituições previstos pela nova lei, estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>convênios, contratos, parcerias e termos de cooperação com cooperativas de energia elétrica estabelecidas no Estado;</li><li>incentivos fiscais e creditícios;</li><li>cooperação técnica e financeira entre o setor público e as cooperativas de energia elétrica estabelecidas no Estado.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;A lei facilita a viabilização de projetos estruturantes nas cooperativas, como a construção de subestações, por exemplo. Com o apoio governamental, fica mais fácil executar essas obras que tornam essas empresas mais competitivas. É ganho para elas e consequentemente para os cooperados&#8221;</em>, comentou Walmir Rampinelli, presidente da Federação das Cooperativas de Energia de Santa Catarina (Fecoerusc), instituição responsável pela articulação e construção da PEACESC.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph">Leia também: <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça as Cooperativas de Energia Solar</a> </strong></p>
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		<title>Cooperativas contribuem com a Educação brasileira</title>
		<link>https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-contribuem-com-a-educacao-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vantagens da Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[educação brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se preferir, ouça a matéria clicando no player: Desde o nascimento do cooperativismo – em 1844, na Inglaterra – a educação já fazia parte da lista de práticas proposta pelos pioneiros de Rochdale, que mais tarde se tornaram os 7 princípios cooperativos. Não é por acaso que, desde então, as cooperativas contribuem com a educação, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<font size="6"><b>Se preferir, ouça a matéria clicando no player:</b></font>
<iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/06c00a56" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o nascimento do cooperativismo – em 1844, na Inglaterra – a educação já fazia parte da lista de práticas proposta pelos pioneiros de Rochdale, que mais tarde se tornaram os <strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/traduzindo-os-7-principios-do-cooperativismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">7 princípios cooperativos</a></strong>. Não é por acaso que, desde então, as cooperativas contribuem com a educação, formação e informação de seus cooperados, colaboradores e também das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale esclarecer que as cooperativas são definidas juridicamente como sociedades civis e comerciais sem fins lucrativos, e atuam nos mais diversos setores da economia. Por isso, muitas vezes, as cooperativas até chegam a parecer-se, à primeira vista, com empresas comuns. Só que, além de serem formadas por seus associados (clientes e donos da instituição ao mesmo tempo), as cooperativas também possuem outros diferenciais, como é o caso do estímulo à educação, formação e informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, é bom saber também que não são apenas as cooperativas que atuam no ramo educacional que desempenham esse papel. As cooperativas financeiras, as cooperativas do agro e todas as demais instituições cooperativistas também estão alinhadas com essa visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer ver só? Acompanhe alguns exemplos e confira como as cooperativas contribuem com a Educação brasileira:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-cooperativas-educacionais"><strong>Cooperativas educacionais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem basicamente dois tipos de cooperativas educacionais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>aquelas que são formadas por pais de alunos para a contratação de serviços educacionais (classificadas junto às cooperativas de Consumo) e</li><li>aquelas que são formadas por profissionais da Educação (professores, pedagogos, etc.) para oferecer serviços educativos (integrantes das cooperativas de Trabalho e Produção de Bens e Serviços).</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo caso, a cooperativa educacional atua como mantenedora da escola, cujo funcionamento é similar ao de uma escola convencional, respeitando todas as diretrizes do MEC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outra parte, é válido comentar que essas instituições possuem diferenciais significativos. O primeiro deles é que os pais e/ou professores têm a oportunidade de participar mais ativamente da educação das crianças e jovens, integrando o conselho pedagógico da escola, ajudando a decidir qual o melhor método de ensino, quais as atividades extracurriculares mais adequadas, entre outras decisões fundamentais como essas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, essas instituições promovem a educação com base em valores, como o cooperativismo, a cidadania e o desenvolvimento da comunidade, incluindo ensinamentos e práticas relacionados a esses atributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem contar que, como não visam ao lucro, as cooperativas educacionais podem oferecer mensalidades relativamente menores e, quando há sobras (resultados financeiros positivos), esses recursos podem ser transformados em melhorias para todos os estudantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Educação financeira</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ramo do cooperativismo que já é reconhecido por estimular a educação, formação e informação dos brasileiros é o ramo financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sétima edição da Semana Nacional da Educação Financeira (Enef), que ocorreu em 2021, comprovou que as cooperativas contribuem com a educação financeira de milhares de brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 2.667 ações e 611 campanhas realizadas durante a 7ª Semana Enef, 86% foram iniciativas de cooperativas financeiras, que alcançaram 56,7 milhões de brasileiros, de acordo com dados do Banco Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao tema, o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB), Renato Nobile, comenta:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Considerando a capilaridade das nossas cooperativas de crédito – afinal de contas, estamos em praticamente todos os municípios brasileiros, em centenas deles, inclusive, como a única instituição financeira existente – temos o dever de contribuir com a sociedade. Por isso, palestras e cursos sobre o valor do dinheiro, como lidar com ele, onde e como investir e, ainda, como planejar a vida fiannceira são grandes exemplos de como as cooperativas fazem seu dever de casa”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom exemplo disso é dado pelo <a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sicoob</a>  – um dos maiores sistemas de cooperativas financeiras do Brasil –, que desenvolve tanto projetos contínuos quanto ações periódicas de educação financeira, como: as webséries <a href="https://www.youtube.com/watch?v=K_hGPUuRezc&amp;list=PL55V_cpAklsDeqpqDZt8tQMjBOo6hIKUO" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tempo de Valor</a> e <a href="https://www.sicoobes.com.br/webserie/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Educação Financeira e Cooperativismo</a>; as lives <a href="https://www.youtube.com/watch?v=edadgDnPhmM" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto ABC</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xhCn4hUcMfE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Educação Financeira em Libras</a>; as <a href="https://www.bancoob.com.br/clinicasfinanceiras/public/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clínicas Financeiras Virtuais</a>; o jogo educativo <a href="https://online.seligafinancas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Se Liga Finanças Online;</a> a coleção infantil <a href="https://www.institutosicoob.org.br/colecao-financinhas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Financinhas</a>, entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Formação mantêm jovens no campo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como as cooperativas financeiras – que, além de fazerem a diferença no seu setor de atuação, também promovem a educação – as cooperativas do agro, além de otimizar a produtividade e competitivdade dos produtores rurais associados, também desenvolvem projetos e ações que visam à educação, formação e informação de cooperados, colaboradores e comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo disso foi dado pela Fundação Coopercitrus Credicitrus, que inaugurou, em julho do ano passado, um edifício educacional, em Bebedouro-SP, para abrigar cursos como o de Técnico em Agronegócio (oferecido em parceria com a Etec &#8211; Centro Paula Souza) e o Curso Superior em Big Data em Agronegócios (em parceria com a Fatec).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o vice-presidente do Conselho de Administração da Credicitrus, Matheus Marino, <em>“os investimentos na profissionalização e na capacitação das pessoas para atuarem no agronegócio são ações que retornarão na forma de desenvolvimento para o agro, na inovação para nossos cooperados e na geração de empregos, com impactos positivos na sociedade. Os resultados virão em longo prazo, mas serão perenes”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é notável que a disponibilização de novas ofertas educativas, de formação e profissionalização também tem o potencial de influenciar na permanência dos jovens no campo, colaborando para a sucessão familiar exitosa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E não para por aí</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos exemplos mencionados até aqui, as cooperativas contribuem com a educação, formação e informação dos brasileiros em diversas outras áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cooperativas de consumo, por exemplo, colaboram com a promoção do consumo consciente. As cooperativas de saúde promovem a conscientização em relação ao tema e estimulam os bons hábitos, entre outros casos exemplares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, já existem também, em diversas regiões do Brasil, cursos de formação e especialização em Cooperativismo – como o de Graduação em Cooperativismo da Universidade Federal de Viçosa e o de Gestão de Cooperativas oferecido pela PUC do Paraná – e até mesmo instituições de ensino superior voltadas exclusivamente ao cooperativismo – como a ESCOOP e a I.Coop.</p>
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		<title>Já conhece a Reunião de Cooperativas do Mercosul?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vantagens da Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[RECM]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Este ano, o Mercado Comum do Sul (Mercosul) celebrou seu 30º aniversário. Além disso, esse bloco comercial &#8211; formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai &#8211; também esteve em evidência devido a alguns desacordos entre seus membros. A boa notícia é que muitos especialistas acreditam que as cooperativas do Mercosul podem ser a chave para tecer novas alianças e impulsionar as economias dos países participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destaca-se, nesse contexto, o papel primordial da Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM), órgão criado em 2001 com o propósito de inserir o cooperativismo na agenda de trabalho desse bloco de integração econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer conhecer melhor a RECM e descobrir como o movimento cooperativista pode contribuir para alavancar os negócios do Mercosul? Acompanhe:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-import-ncia-do-mercosul"><strong>A importância do Mercosul</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor o que é e o que faz a Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM), é válido, em primeiro lugar, refletir sobre a importância e a evolução desse mercado regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, cabe destacar a opinião do Ministério das Relações Exteriores (MRE) brasileiro, segundo o qual <em>“o Mercosul é instrumento fundamental para a promoção da cooperação, do desenvolvimento, da paz e da estabilidade na América do Sul”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MRE ressalta ainda que o bloco <em>“é o principal instrumento com que o Brasil conta para cumprir o disposto no parágrafo único do artigo 4º da Constituição Federal, segundo o qual, a República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações´”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo, ainda, com o secretário de Relações Econômicas Internacionais argentino, Jorge Neme, <em>“o Mercosul deu à região não apenas um âmbito para o desenvolvimento econômico, como também trouxe paz interior, justiça social, democracia e um permanente diálogo entre os países”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É interessante saber também que <em>“foi entre 2001 e 2011 que se observou a evolução mais expressiva da corrente de comércio (exportações + importações) entre o Brasil e o Mercosul”</em>, conforme afirmou o economista-chefe da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), Carlos Thadeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, nos últimos anos, as negociações comerciais entre o Brasil e os demais países do bloco vêm perdendo importância em termos de volume e valores transacionados. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, na última década, as importações (BrasilxMercosul) diminuíram cerca de 34%, enquanto as exportações tiveram 45% de redução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos fatores que interfere nessa agenda econômico-comercial e causa polêmicas dentro do bloco é a Tarifa Externa Comum (TEC). Em junho, o ministro Paulo Guedes pronunciou-se a favor da redução dessa taxa e defendeu também o fim da regra que exige unanimidade para a tomada de decisões dentro do bloco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na opinião de Carlos Thadeu, <em>“a redução tarifária é essencial e fundamentalmente benéfica ao comércio brasileiro, favorece as vendas do varejo com preços mais atrativos, reduzindo o impacto da inflação”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final do ano passado, o Uruguai também já havia apresentado uma proposta formal de flexibilização das normas do bloco. Segundo Paulo Guedes, <em>“o ministro do Paraguai também diz que está conosco”</em>. A Argentina, por sua vez, tem se mostrado mais cautelosa em relação a mudanças.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/ocb-e-apex-brasil-firmam-acordo-de-cooperacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OCB e APEX firmam acordo de cooperação</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cooperativas podem impulsionar Mercosul</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessas discussões sobre as regras de integração econômica no Mercado Comum do Sul, o movimento cooperativista apresenta-se novamente como uma das melhores alternativas para transformar realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como afirmou Jorge Neme, <em>“sabemos que, frente às crises, as cooperativas têm grande capacidade para tecer alianças com instituições do Estado e participar do processo de reconstrução da economia e do tecido social”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“O cooperativismo logrou um hito institucional dentro do Mercosul que foi a criação da Reunião Especializada de Cooperativas, que junto com a Reunião Especializada da Agricultura Familiar são dois âmbitos dentro do bloco que lutam pela economia social, pelo associativismo, o mundo das MPEs e dos pequenos e médios produtores”</em>, explicou o secretário argentino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neme ainda ressaltou que tudo isso só foi possível, <em>“através de um longo processo de maturação do Mercosul, que hoje requer um empurrão adicional&#8221;. E para este empurrão, as cooperativas, que têm forte presença em toda a região, são atores fundamentais”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O titular do Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social (INAES) argentino, Alexandre Roig, também comenta que <em>“o cooperativismo é um grande articulador, com os mais necessitados, os setores produtivos e as MPEs, para construir uma aliança produtiva ampla e estender isso ao Mercosul”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/aci-125-anos-de-muitas-historias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACI</a>, Ariel Guarco, por sua vez, relembra que <em>“a Aliança Cooperativa Internacional é formada por 3 milhões de empresas cooperativistas dos cinco continentes e isso expressa um potencial disposto a participar, junto ao Estado, de caminhos inclusivos, solidários e justos, nos quais ninguém fique para trás”</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Objetivos da RECM</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Levando em conta, portanto, todo esse potencial do cooperativismo para alavancar as trocas comerciais na região, ganha destaque a Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de inserir o movimento na agenda de trabalho do Mercosul, a RECM busca facilitar o comércio e a intercooperação entre as instituições cooperativas dos países membros do bloco e trata também de fomentar ações conjuntas em prol do desenvolvimento socioeconômico sustentável de cooperativas, cooperados, famílias e comunidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">De acordo com o próprio órgão, os objetivos gerais da RECM são:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Harmonização de aspectos legislativos;</li><li>Complementação de atividades produtivas e/ou de serviços;</li><li>Harmonização de políticas públicas do setor cooperativista;</li><li>Promoção da liberdade de circulação e instalação de cooperativas na região.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade esclarece que também trabalha para promover o reconhecimento do cooperativismo (economia social) como um setor diferenciado e harmonizar políticas tributárias do setor para eliminar as assimetrias existentes.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/sustentabilidade-economica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sustentabilidade econômica: entenda!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reestruturação do Plano Estratégico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ciente do seu papel de mobilização e integração em prol do desenvolvimento, a RECM &#8211; sob presidência pro tempore do Brasil &#8211; realizou em outubro, em São Paulo, o workshop internacional “Cooperativas do Mercosul e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: Construção de um plano estratégico baseado na Agenda 2030”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento, com duração de três dias, foi organizado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UN DESA) em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB). Delegações dos quatro países membros do bloco regional, representantes da ONU e da ACI participaram do encontro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa ocasião o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do MAPA, César Halum &#8211; coordenador da RECM no Brasil &#8211; comentou:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Queremos construir um Plano Estratégico baseado na Agenda 2030 da ONU. O mundo que queremos é um mundo sem muros e mais cooperativo. Esses encontros vão nos ajudar a construir pontes para combater as desigualdades sociais e criar as oportunidades para a prosperidade de milhões de pessoas no Brasil, no Mercosul e no mundo. Acreditamos firmemente que o cooperativismo é uma das grandes soluções para essa demanda”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de ação debatido e construído pelos participantes ao longo do evento deve ser divulgado em breve pela RECM na forma de e-book.</p>
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		<title>Ações sociais no foco da sustentabilidade corporativa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade econômica]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>“Daqui a cinco anos, existirão dois tipos de empresas: as que são ESG e as que não têm mais valor”</em>, comenta o presidente do Instituto Capitalismo Consciente, Hugo Bethlem, fazendo referência à importância da adoção de práticas corporativas mais sustentáveis, incluindo as ações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata, porém, de fazer filantropia, muito menos, ações de fachada. Tendo em conta que o ser humano é o denominador comum entre todos os negócios, o mercado consumidor e a sociedade em geral, as empresas deveriam estar genuinamente preocupadas com o seu impacto socioambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nem sempre é fácil saber por onde começar, não é mesmo? Afinal, que tipos de ações sociais uma empresa pode realizar? Como aplicar essas novas práticas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a seguir boas dicas para implementar uma política de responsabilidade social em sua empresa e descubra também alguns exemplos inspiradores de ações sociais de sustentabilidade corporativa.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/sustentabilidade-economica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sustentabilidade econômica: entenda!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tipos-de-a-es-de-sustentabilidade-social"><strong>Tipos de ações de sustentabilidade social</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para começar, é válido conhecer alguns dos principais tipos de ações sociais e projetos que uma empresa pode colocar em prática para ampliar a sustentabilidade corporativa, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ações e projetos educativos gratuitos ou de baixo custo, principalmente para pessoas de baixa renda. Podem ser voltados à educação básica, a conhecimentos específicos, ao desenvolvimento de novas habilidades, à qualificação profissional ou até à sensibilização em relação a temas relevantes, como a sustentabilidade, por exemplo.<br></li><li>Ações e projetos voltados à inclusão social e à defesa de direitos, sejam direcionados a crianças e jovens, mulheres, idosos, pessoas com deficiência ou a outros grupos.<br></li><li>Ações e projetos que visam incrementar a saúde e o bem-estar da população. Podem ser eventos esportivos, campanhas informativas e/ou de prevenção, mutirões para doação de sangue, distribuição ou doação de itens de higiene e outros acessórios úteis relacionados (máscaras, equipamentos de proteção individual, etc.), projetos de hortas comunitárias, entre outros.<br></li><li>Ações e projetos relacionados ao saneamento básico e à proteção do meio ambiente, desde mutirões de limpeza e de coleta seletiva até propostas de estímulo à reciclagem.<br></li><li>Ações e projetos culturais, artísticos, esportivos e/ou recreativos.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as empresas ainda podem prestar assistência social direta (com campanhas do agasalho, de combate à fome ou em situações climáticas emergenciais, entre outros), apoiar entidades assistenciais e ONGs locais ou até mesmo oferecer auxílio financeiro para a construção ou manutenção de infraestruturas locais (como escolas, creches, hospitais, parques, praças, etc.).</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/iniciativas-cooperativas-de-sustentabilidade-ambiental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Iniciativas cooperativas de sustentabilidade ambiental</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como aplicar a sustentabilidade social</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atuar de maneira mais sustentável é a conduta mais indicada para todos os tipos de empresas. Negócios de todos os portes e setores de atuação deveriam parar para pensar em seus impactos socioambientais, tanto positivos como negativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, o primeiro passo para implementar um padrão de responsabilidade social é refletir sobre o tema e sobre a situação atual do seu negócio. Nesse sentido, não basta apenas avaliar os projetos socioambientais que são ou poderiam ser realizados/apoiados. É preciso pensar também na própria cultura organizacional, nas políticas internas, desde o tratamento com seus colaboradores até as formas de uso de recursos e descarte de resíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deve-se levar em conta, portanto, tanto fatores internos quanto fatores externos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo de implementação, também é importante ter em conta que as ações isoladas têm efeito pontual, enquanto a mudança de atitude e os projetos de longo prazo costumam ser mais efetivos de forma perene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator relevante é a realização de ações sociais ou projetos que realmente estejam em sintonia com as necessidades e demandas da comunidade local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, cada tipo de empresa pode realizar diferentes tipos de ações associadas à sua área de atuação. Uma madeireira ou um comércio de tintas, por exemplo, podem contribuir para a manutenção de um parque infantil. Uma empresa de informática pode oferecer cursos sobre o tema. Uma loja de artigos esportivos pode organizar uma corrida ou outro tipo de competição. E essas são apenas algumas ideias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ações sociais de cooperativas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cooperativismo é um modelo socioeconômico alternativo que tem no social sua principal razão de ser. Sem fins lucrativos, as instituições cooperativistas são constituídas por seus cooperados com o objetivo de atender a um interesse comum dos associados (administrar melhor suas finaças, por exemplo) com mais benefícios para todos, inclusive para as comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, o Interesse pela Comunidade é um dos 7 princípios do cooperativismo, conjunto de diretrizes que orienta a atuação desse tipo de instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comprovando a aplicação prática dessa ideia, o <a href="https://www.sicoob.com.br/web/partiusicoob" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sicoob SC/RS</a>  &#8211; central sulista de um dos maiores sistemas de cooperativas financeiras do Brasil &#8211; apresenta em seu <a href="https://sustentabilidade.sicoobscrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Sustentabilidade 2020</a> o conjunto de ações e projetos de engajamento da comunidade local desenvolvidos durante o ano passado pelo Instituto Sicoob e pelas cooperativas singulares que formam a instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do contexto nacional e global, destacam-se entre as iniciativas de caráter social, aquelas de enfrentamento da pandemia. Como resultado, 77 municípios da região foram beneficiados com um investimento total de R$ 604.717,77 (em alimentos, produtos de higiene, limpeza e proteção individual, além de insumos hospitalares) gerados por 116 ações de 31 cooperativas do Sistema SC/RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, entre as ações sociais das cooperativas singulares dessa central, merecem menção também:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Doação de lacres de alumínio para a produção de cadeiras de rodas &#8211; foram 44 quilos de lacres arrecadados pelo Sicoob MaxiCrédito e doados à Fundação Fritz Müller.</li><li>Doação de Móveis e Microcomputadores &#8211; Sicoob Credija e Sicoob MaxiCrédito realizam regularmente a doação de móveis e microcomputadores em bom estado substituídos nas agências.</li><li>Doação de uniformes utilizados para a produção de máscaras &#8211; ação realizada pelo Sicoob Oestecredi inspirada em ação já efetuada pelo Sicoob Credija que faz a doação de uniformes utilizados para a confecção de estojos e mochilas.</li><li>Gibi Sicoobito &#8211; publicação para o público infantil sobre educação cooperativista e conscientização ambiental produzida pelo Sicoob São Miguel e distribuída para vários municípios.</li><li>Oficina Gerenciar no Campo e Programa Evolua &#8211; projetos educativos e de conscientização voltados, respectivamente, para produtores rurais e empreendedores, realizados pelo Sicoob Alto Vale em parceria com o Sebrae.</li><li>Foco no Cooperativismo &#8211; projeto de fotografia que abre espaço nas agências do Sicoob Credisulca para a exposição de obras produzidas pelos associados.</li><li>Feira de produtos regionais &#8211; ação realizada pelo Sicoob Credicaru permitindo que seus associados pudessem divulgar seus produtos alimentícios e artesanais.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Campanhas do agasalho, lives solidárias, campanhas preventivas de saúde e encontros com associados e comunidades são outros exemplos das ações sociais das singulares do Sicoob SC/RS durante 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é interessante observar também os projetos desenvolvidos pelo Instituto Sicoob regional, agência de investimento social estratégico da instituição. Nesse caso, vale saber que são três as frentes de atuação do Instituto: cidadania financeira; cooperativismo e empreendedorismo; e desenvolvimento sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses âmbitos, destacam-se iniciativas como a disponibilização da <a href="https://www.institutosicoob.org.br/colecao-financinhas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coleção Financinhas</a> para o público infantil, do curso-game <a href="https://online.seligafinancas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Se Liga Finanças Online</a>, voltado a um público mais jovem, a realização da Semana ENEF, assim como o apoio a projetos culturais e esportivos por meio do Edital Cooperação para o Desenvolvimento, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conhecer todas as ações sociais e projetos da Central durante o ano passado, confira o tópico Engajamento das Comunidades no Relatório de Sustentabilidade 2020 do Sicoob SC/RS.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Abraça Sicoob Natal</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Já que o assunto aqui são as ações sociais, nós não poderíamos deixar de comentar também sobre o projeto Abraça Sicoob. A ideia nasceu no ano passado, na própria Central SC/RS, com o objetivo de auxiliar as comunidades da região frente aos novos desafios impostos pela pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, a campanha foi focada, então, na arrecadação de alimentos. Como resultado, 204 municípios foram beneficiados com um total de 70 toneladas de não perecíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre junho e julho, com a chegada do inverno (mais rigoroso na região), foi realizada uma nova edição do Abraça Sicoob, dessa vez, envolvendo a arrecadação de roupas e alimentos. Nesse caso, mais de 46 mil pessoas foram beneficiadas pela doação de 46 mil peças de roupas e mais de 116 toneladas de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, chegou a vez do Abraça Sicoob Natal. A campanha já está em andamento desde novembro e, desta vez, além de alimentos não perecíveis, como arroz, feijão, macarrão, café, soja, açúcar, etc., também estão sendo arrecadados brinquedos novos ou usados (desde que estejam em bom estado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As doações podem ser feitas até o dia 10 de dezembro em uma das agências do Sicoob SC/RS. Você pode consultar o ponto de coleta mais próximo de você no <a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs/abracasicoobnatal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial do Abraça Sicoob Natal</a>.</p>
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		<title>Iniciativas cooperativas de sustentabilidade ambiental</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não pode ler agora? Ouça a matéria clicando no player: Você sabia que, segundo a ONU, as iniciativas de sustentabilidade ambiental – como a reciclagem – podem ajudar a reduzir em um terço os prejuízos no meio ambiente até 2030, colaborando para manter o aquecimento global abaixo de 2ºC? De acordo com matéria da CNN [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que, segundo a ONU, as iniciativas de sustentabilidade ambiental – como a reciclagem – podem ajudar a reduzir em um terço os prejuízos no meio ambiente até 2030, colaborando para manter o aquecimento global abaixo de 2ºC?</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com matéria da CNN Brasil de junho deste ano, essa redução do impacto ambiental é só uma das motivações que têm levado as empresas brasileiras a investirem cada vez mais em iniciativas sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É bom reparar que esse universo corporativo nacional também inclui as instituições cooperativistas, entre as quais têm aumentado, igualmente, a preocupação e o cuidado com o meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só que, no caso das cooperativas, essa consciência ambiental já vem de muito antes, integrando a própria essência do movimento, uma vez que está arraigada ao princípio cooperativista do ‘Interesse pela Comunidade’, que orienta as instituições cooperativistas a atuarem sempre com responsabilidade socioambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso quer dizer que as cooperativas, além de atuarem em conformidade com as leis e normas ambientais, também realizam e apoiam projetos e ações visando a preservação e o desenvolvimento do meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor como isso acontece, confira a seguir alguns bons exemplos de iniciativas cooperativas de sustentabilidade ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conformidade-ambiental"><strong>Conformidade ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Integralmente publicado online, o mais recente <a href="https://sustentabilidade.sicoobscrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Sustentabilidade do Sicoob SC/RS</a> – central sulista que integra um dos maiores sistemas de cooperativas financeiras do Brasil –, é um documento que permite conhecer diversas práticas sustentáveis adotadas por cooperativas, incluindo as iniciativas de sustentabilidade ambiental da instituição e de suas 38 singulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, vale a pena destacar, em primeiro lugar, que <em>“o Sicoob preza pela conformidade com as leis e regulamentos relacionados às questões ambientais”</em> (conforme o Relatório), disponibilizando aos seus públicos diversos canais para o registro de denúncias sobre inconformidades ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o ano de 2020, a instituição não teve, porém, nenhum registro de multa ou notificação relacionadas ao descumprimento de leis e regulamentos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é válido saber que, sendo uma instituição financeira, o Sicoob SC/RS monitora o Risco Socioalmbiental das operações de concessão de crédito por meio de fiscalizações e questionários, para classificar as operações com exposição ao risco ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Água e energia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outras iniciativas de sustentabilidade ambiental exemplares trazidas pelo Relatório do Sicoob SC/RS são relativas ao consumo consciente de água e energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o documento, referente à 2020, &#8220;neste ano tão atípico, não foi possível mensurar o consumo de energia e água de forma precisa”, &#8220;<em>pois aderimos ao Home office para preservar a saúde dos nossos empregados e associados”.</em> De todo modo, é perceptível que, de maneira geral, devido a essa mesma razão, <em>“houve baixas tanto no consumo de energia quanto no consumo de água&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o tema, o Relatório esclarece ainda que, quando ocorre a abertura de novos postos de atendimento (em 2020 foram inauguradas 41 novas agências), é normal haver um aumento no consumo desses recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Em contrapartida, nossas cooperativas possuem projetos de instalação de placas de captação de energia solar e cisternas, além de propagar o consumo consciente aos nossos empregados”</em>, afirma a instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom exemplo disso é o do Sicoob Noroeste, cujo edifício sede, em São Lourenço do Oeste (SC), recebeu, já em 2016, o Selo “Procel A”, após a instalação de 120 painéis fotovoltaicos em sua cobertura, para a geração de energia limpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Sicoob SC/RS também disponibiliza aos seus associados <em>&#8220;linhas de crédito para adquirir meios renováveis de energia como placas fotovoltaicas, construção de mini hidrelétricas, entre outras&#8221;</em>.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheças as Cooperativas de Energia Solar</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Economia circular</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de preocupar-se com o uso consciente de água e energia, o Relatório de Sustentabilidade 2020 do Sicoob SC/RS demonstra que a instituição também incentiva a responsabilidade no consumo de outros recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira prova disso é o Programa &#8216;Recicla&#8217; da própria Central SC/RS. Reconhecido com o selo Instituto Sicoob, esse programa representa uma importante medida de sustentabilidade ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro bom exemplo nesse mesmo âmbito é o do Sicoob Credisulca que produz quase 500 quilos de resíduos de papel por mês, os quais, após serem separados e passados por uma fragmentadora, são doados à Associação dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis do Município de Turvo, para reciclagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Reciclar também é cooperar”</em> – comenta o presidente da cooperativa, Romanim Dagostin – <em>&#8220;é um gesto simples, mas muito significativo para o meio ambiente”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o Sicoob SC/RS também estimula a reutilização e o reaproveitamento de recursos variados, tanto dentro quanto fora da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mencionado Relatório traz, por exemplo, o caso do Sicoob MaxiCrédito, que em 2020, arrecadou 44 quilos de lacres de alumínio, que foram doados à Fundação Fritz Müller, para serem transformados em cadeiras de rodas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro caso citado pelo documento é o do Sicoob Credija que, desde 2019, tem uma parceria com artesão locais e realiza a doação de uniformes utilizados para que esses profissionais os transformem em estojos e mochilas, posteriormente doados a estudantes carentes integrantes de escolas parceiras do Cooperjovem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, o Sicoob Oestecredi também arrecadou e doou uniformes usados ao grupo de escoteiros de Palmitos (SC), para a confecção de máscaras de proteção para pessoas carentes do município.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/ja-conhece-a-economia-circular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Já conhece a Economia Circular?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperação de nascentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Indo além do uso consciente de recursos, como medida de sustentabilidade ambiental, o Sicoob SC/RS e suas cooperativas singulares também se envolvem em projetos de recuperação do meio ambiente e de educação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destaca-se, nesse contexto, o trabalho desenvolvido pelo Sicoob São Miguel que auxilia na preservação do meio, no financiamento da recuperação de nascentes e na educação ambiental das comunidades onde atua, por meio de projetos como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Água para os bisnetos (Anchieta)</li><li>Rio Índio (Guaraciaba)</li><li>Rio São Domingos (São José do Cedro)</li><li>Preservação do Córrego Sabão (Dionísio Cerqueira)</li><li>Riacho Princesa (Princesa)</li><li>Educação Ambiental – Rio Camboim (São Miguel do Oeste)</li><li>Educação Ambiental – Arroio Grápia (Paraíso)</li><li>Educação Ambiental – Arroio Bandeirante (Bandeirante).</li></ul>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/sustentabilidade-e-saude-tem-alguma-relacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sustentabilidade e saúde têm alguma relação?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plantio de árvores</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para completar esse conjunto de bons exemplos de iniciativas cooperativas de sustentabilidade ambiental trazidas pelo Relatório do Sicoob SC/RS, não podemos deixar de comentar sobre as ações realizadas no Dia da Árvore (21 de setembro).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa oportunidade, diversas cooperativas da Central SC/RS fizeram parceria com o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) para a distribuição de mudas de plantas, tanto para funcionários, quanto para associados e comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a data também motivou outras ações de conscientização, desde a substituição de copos descartáveis por canecas de uso pessoal até a coleta de resíduos eletrônicos para destinação correta desses componentes.</p>
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		<title>Sustentabilidade econômica: entenda!</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meu Negócio Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade econômica]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em sustentabilidade ou em desenvolvimento sustentável, o primeiro fator imaginado por muita gente é o ambiental. Só que, além dos cuidados com o meio ambiente, esses conceitos envolvem também a consciência social e a sustentabilidade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À primeira vista, falar em sustentabilidade econômica, especificamente, pode até parecer um pouco calculista. Só que, na verdade, essa ideia pode até contribuir para superar a crença de que a economia é um fim em si mesma, já que – dentro do contexto do desenvolvimento sustentável – esses três pilares (ambiental, social e econômico) estão intimamente relacionados, sendo realmente dependentes um do outro, e todos de fundamental importância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como explicou o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado durante debates na Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável da ONU:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Todos sabem que é impossível colocar uma cerca em volta da floresta e esperar que, por conta disso, não haja desmatamento. Se a decisão de proteger a floresta não for acompanhada de perspectivas de desenvolvimento econômico, de inclusão social e de geração de empregos, não há como se garantir a proteção ambiental.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, podemos dizer que não é possível garantir o bem-estar da sociedade sem pensar no meio ambiente e nas questões econômicas e também não é possível garantir o sucesso econômico sem pensar nas pessoas e no meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a ideia deste artigo é explicar melhor o que é sustentabilidade econômica, quais são as iniciativas que promovem esse propósito, além de trazer um bom exemplo para você entender melhor sobre a aplicação desse conceito na prática. Confira:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-sustentabilidade-econ-mica"><strong>O que é sustentabilidade econômica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não existe uma definição oficial específica da sustentabilidade econômica, mas o tema tem sido abordado por diversos autores contemporâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No livro “Sustentabilidade: direito ao futuro”, por exemplo, o professor Juarez Freitas defende que a dimensão econômica da sustentabilidade <em>“evoca a pertinente ponderação, o adequado ‘trade-off’ entre eficiência e equidade”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, trata-se, portanto, da busca de equilíbrio entre a contínua produção de bens e serviços e a justa distribuição de riquezas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo <em>“Human development and economic sustainability”</em>, os autores Amrtya Sen e Sudhir Anand também dão ênfase à necessária equiparação entre a distribuição equitativa e o crescimento, chamando a atenção para o fato de que não podemos ignorar as reivindicações dos menos privilegiados do presente na ansiedade de proteger as gerações futuras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o autor Ricardo Abramovay, no livro “Muito além da economia verde”, inclui também nessa equação o uso consciente dos recursos naturais, ao afirmar que a sustentabilidade econômica está intimamente ligada à ética, que se refere, por sua vez, ao bem, à justiça e à virtude – valores que, na opinião do autor, deveriam pautar as decisões sobre a utilização de recursos materiais e energéticos e sobre a organização do trabalho, entre outros fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para simplificar todas essas visões teóricas, é válido observar ainda a definição adotada pelo Sebrae que diz que:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Sustentabilidade econômica é um conjunto de práticas econômicas, financeiras e administrativas que visam o desenvolvimento econômico de um país ou empresa, preservando o meio ambiente e garantindo a manutenção dos recursos naturais para as futuras gerações”</em>.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/por-que-o-capital-de-giro-cooperativo-compensa-mais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por que o capital de giro cooperativo compensa mais?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Iniciativas de sustentabilidade econômica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como já deve ter dado para perceber, a sustentabilidade econômica é indissociável das ideias de consciência social e preservação ambiental. Por isso, as iniciativas que promovem a sustentabilidade econômica não são apenas as práticas especificamente financeiras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">No caso dos governos, por exemplo, podemos dizer que, além de medidas monetárias, para o controle da inflação e para uma melhor distribuição de renda, também contribuem para a sustentabilidade econômica, entre outros fatores:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>as políticas de geração de emprego;</li><li>as medidas anti corrupção e em prol da transparência;</li><li>o incentivo a modelos alternativos, como a Economia Solidária, Economia Compartilhada e a Economia Circular;</li><li>o aumento da diversidade na matriz energética, etc.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, um bom exemplo de iniciativa do tipo é o incentivo que o Banco Central tem dado à expansão do cooperativismo financeiro, ao reconhecer que as cooperativas do ramo promovem a inclusão financeira de muitos brasileiros, além de oferecer taxas mais justas, fomentar a educação financeira e o desenvolvimento das comunidades onde estão instaladas.</p>



<p class="posnewton__read-more has-very-light-gray-background-color has-background wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-apoiam-pequenos-negocios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cooperativas apoiam pequenos negócio</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, no caso das empresas, é válido reforçar que a sustentabilidade econômica não se refere à manutenção do saldo positivo a qualquer custo, mas sim à manutenção do equilíbrio, como mencionado, entre o bom desempenho econômico, a justa distribuição de renda e o uso consciente de recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nesse sentido, podemos citar iniciativas corporativas como:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>a gestão de cargos e salários, prezando pela remuneração justa e compatível e pela oferta de outros benefícios aos trabalhadores;<br></li><li>o incentivo interno ao consumo consciente, à economia de recursos e ao correto descarte de resíduos;<br></li><li>a escolha responsável de fornecedores, pautada não apenas por fatores financeiros;<br></li><li>a manutenção de uma política de preços justa e viável, etc.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>–&nbsp;Um bom exemplo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, a Central SC/RS do <a href="http://facaparte.sicoobsc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sicoob </a>– um dos maiores sistemas cooperativos financeiros do Brasil – disponibilizou o seu <a href="https://sustentabilidade.sicoobscrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Sustentabilidade 2020.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Totalmente acessível online, esse estudo demonstra como as cooperativas que integram o Sicoob SC/RS aplicam a sustentabilidade na prática, inclusive a sustentabilidade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para começar, na seção “Desempenho Econômico”, afirma-se:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Os resultados obtidos em 2020 demonstram o engajamento e a responsabilidade econômico-financeira das cooperativas. O portfólio de produtos e serviços oferecidos e o nosso formato de negócio, contribuiu para que pudéssemos enfrentar os desafios através do comprometimento das lideranças e empregados, e transparência nos processos executados”</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comprovando tal afirmação, ao analisar os resultados divulgados no mesmo Relatório, percebe-se que, em 2020, o Sicoob SC/RS:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>teve receita líquida de R$ 63,4 milhões;</li><li>contabilizou R$ 610,5 milhões em sobras brutas;</li><li>inaugurou 41 novas agências;</li><li>teve 7% de aumento no número de associados, chegando a 1.069.226;</li><li>concedeu R$ 13,2 bilhões em crédito;</li><li>investiu R$ 604,7 mil em apoio ao enfrentamento da Covid-19;</li><li>arrecadou e distribuiu 70,8 toneladas de alimentos não perecíveis a centros de assistência social;</li><li>aumentou em 5,5% o seu quadro profissional, chegando ao total de 6.347 colaboradores;</li><li>ofereceu 545.870 horas de treinamentos internos, incluindo capacitações sobre consumo consciente e desenvolvimento de hábitos sustentáveis.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">É válido esclarecer que as mencionadas sobras referem-se ao resultado financeiro das cooperativas, o qual – deduzidos os custos para manutenção do negócio – é rateado entre todos os associados, conforme a participação de cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bom desempenho econômico de uma cooperativa beneficia, portanto, a todos os seus cooperados, otimizando o equilíbrio entre crescimento e distribuição, como proposto pela ideia da sustentabilidade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as cooperativas tem no Interesse pela Comunidade um dos seus princípios básicos de atuação e, por isso, já são naturalmente direcionadas a promover o desenvolvimento sustentável das comunidades onde estão instaladas, respeitando as peculiaridades sociais e a vocação econômica local, desenvolvendo soluções de negócios e apoiando ações humanitárias e socioambientalmente responsáveis.</p>
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