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	<title>Arquivo para Cooperação - O Seu Dinheiro Vale Mais</title>
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	<description>dicas de economia e finanças pessoais</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Mar 2026 20:54:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Corrida feminina e bem-estar: o que o esporte ensina sobre organização financeira</title>
		<link>https://www.oseudinheirovalemais.com.br/corrida-feminina-organizacao-financeira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessin Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Corrida feminina e bem-estar.A corrida feminina cresce no Brasil e mostra como disciplina, apoio coletivo e constância também ajudam a tomar decisões financeiras mais seguras.</p>
<p>O post <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/corrida-feminina-organizacao-financeira/">Corrida feminina e bem-estar: o que o esporte ensina sobre organização financeira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br">O Seu Dinheiro Vale Mais</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O crescimento da corrida feminina no Brasil</strong></h2>



<p>Nos últimos anos, a corrida de rua ganhou um novo perfil no Brasil. A presença feminina aumentou de forma consistente em provas, parques e grupos de treino espalhados pelo país. Muitas mulheres passaram a incluir o esporte na rotina como forma de cuidar da saúde, melhorar o bem-estar e criar momentos só para elas em meio a uma agenda cheia de responsabilidades.</p>



<p>Um estudo recente do <a href="https://hub.ticketsports.com.br/perfil-atleta-brasileiro-2025-ticket-sports/?utm_source=chatgpt.com">Perfil do Atleta Brasileiro 2025</a> mostrou que mulheres representam <strong>52,4% das inscrições em eventos de corrida</strong>, segundo levantamento que analisou quase três milhões de inscrições em mais de 3.500 provas realizadas no país. O cenário também aparece em provas tradicionais, como a edição histórica de 100 anos da São Silvestre, onde <strong>47% dos participantes eram mulheres</strong>.</p>



<p>Esse crescimento revela uma mudança importante no comportamento esportivo e social: a corrida passou a reunir mulheres de diferentes idades, profissões e estilos de vida. Algumas buscam melhorar a saúde física, outras encontram no esporte uma forma de aliviar o estresse do dia a dia ou criar novas conexões sociais.</p>



<p>Outro aspecto relevante está na forma como essa prática acontece. Cada vez mais mulheres participam de <strong>grupos de corrida</strong>, criando experiências coletivas que fortalecem a motivação e disciplina.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que grupos de corrida feminina fortalecem a rotina</strong></h2>



<p>Quem começa a correr sozinha muitas vezes enfrenta dificuldades para manter o hábito. A rotina interfere, o cansaço aparece e a motivação pode diminuir com o tempo. Nos grupos de corrida, essa dinâmica muda porque o compromisso deixa de ser apenas individual.</p>



<p>Treinar em grupo cria um ambiente de <strong>incentivo </strong>e <strong>troca de experiências</strong>. Pessoas com diferentes níveis de preparo compartilham o mesmo espaço, respeitando ritmos e celebrando pequenas conquistas. Esse ambiente ajuda a manter a disciplina e transforma o treino em um momento de convivência.</p>



<p>Dados do relatório Year in Sport do Strava indicam que <strong>35% das mulheres preferem praticar atividade física em grupo</strong>, enquanto entre os homens esse percentual é menor. A presença de outras pessoas estimula a constância e cria um sentimento de pertencimento que facilita a continuidade da prática.</p>



<p>Além do incentivo, muitas mulheres relatam sentir mais segurança correndo acompanhadas, especialmente em ambientes urbanos. Essa rede de apoio torna a experiência mais confortável e contribui para a criação de uma rotina mais estável.</p>



<p>Essa lógica de apoio coletivo aparece também em outras áreas da vida cotidiana. Quando pessoas se organizam em torno de objetivos comuns, seja no esporte, na comunidade ou em iniciativas baseadas na cooperação, decisões tendem a se tornar mais seguras. Modelos como o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/">cooperativismo</a> seguem exatamente esse princípio ao incentivar participação, colaboração e crescimento conjunto.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Corrida, bem-estar e decisões financeiras</strong></h2>



<p>Existe uma área de estudo chamada psicologia financeira que analisa como as emoções influenciam a relação das pessoas com o dinheiro. Muitas decisões financeiras não são totalmente racionais. Ansiedade, impulsividade e pressão social podem afetar a forma como gastamos ou planejamos o futuro.</p>



<p>A prática regular de atividade física contribui para reduzir esses fatores. Exercícios aeróbicos ajudam a diminuir níveis de estresse e melhorar o equilíbrio emocional. <a href="https://www.health.harvard.edu/mind-and-mood/exercise-is-an-all-natural-treatment-to-fight-depression">Um estudo da Harvard Medical School</a> indica que a atividade física regular pode ajudar a reduzir sintomas de ansiedade e melhorar o bem-estar mental.</p>



<p>Quando corpo e mente estão mais equilibrados, as decisões do dia a dia tendem a se tornar mais conscientes. Avaliar prioridades, controlar gastos e planejar metas financeiras se torna um processo mais claro quando existe estabilidade emocional. Assim como na corrida, a organização financeira depende de disciplina, constância e planejamento.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a corrida pode ensinar sobre organização financeira</strong></h2>



<p>Como vimos, a corrida pode nos ensinar algumas lições importantes para a vida financeira. Uma delas é que o progresso não acontece de forma imediata. É preciso ter disciplina, planejamento e constância.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Disciplina:</strong> na organização financeira, pequenas atitudes repetidas ao longo dos meses podem gerar resultados mais consistentes do que mudanças bruscas e difíceis de manter.<br></li>



<li><strong>Planejamento: </strong>corredoras aprendem a respeitar o próprio ritmo, controlar a respiração e planejar o esforço durante um percurso. Na vida financeira, estratégia significa observar prioridades, avaliar decisões de consumo e organizar metas futuras.<br></li>



<li><strong>Constância: </strong>os resultados aparecem quando os hábitos passam a fazer parte da rotina. Guardar pequenas quantias com frequência, por exemplo, tende a ser mais eficiente do que tentar mudanças radicais que dificilmente se sustentam no longo prazo.</li>
</ul>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conversar sobre dinheiro também fortalece decisões</strong></h2>



<p>Durante muito tempo, finanças pessoais foram tratadas como um <strong>assunto privado</strong>. Muitas pessoas evitam conversar sobre <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/series-sobre-dinheiro/">dinheiro</a>, mesmo dentro da própria família. Esse silêncio pode dificultar o aprendizado e aumentar a sensação de enfrentar desafios financeiros sozinho.</p>



<p>Quando o tema é discutido de forma aberta, surgem benefícios importantes. Conversas sobre orçamento, prioridades e planejamento ajudam a criar clareza nas decisões e reduzem conflitos relacionados ao dinheiro.</p>



<p>Além disso, compartilhar experiências permite aprender com situações vividas por outras pessoas. Trocas de conhecimento ampliam perspectivas e facilitam a busca por soluções mais equilibradas. Em muitas comunidades, esse tipo de organização coletiva também aparece em iniciativas baseadas na cooperação, nas quais pessoas se unem para fortalecer decisões e promover desenvolvimento local.</p>



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<p>Leia também: <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/boom-das-cooperativas-financeiras/">O boom das cooperativas financeiras nas pequenas cidades: por que elas crescem onde os bancos saem.</a></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pequenas escolhas constroem grandes mudanças</strong></h2>



<p>O crescimento da corrida feminina mostra como hábitos positivos podem transformar rotinas e fortalecer comunidades. Ao incluir o movimento na vida cotidiana, muitas mulheres encontram mais equilíbrio entre saúde, bem-estar e qualidade de vida, incluindo a saúde financeira.</p>



<p>Assim como em um percurso de corrida, cada passo contribui para a construção de resultados duradouros. Quando existe apoio coletivo, seja no esporte, na família ou em iniciativas baseadas na cooperação, o caminho tende a se tornar mais seguro e sustentável.</p>



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<h1 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h1>



<p><strong>Quais são os benefícios da corrida feminina para a saúde mental?</strong><strong><br></strong>A corrida ajuda a reduzir estresse, melhora o humor e aumenta a sensação de bem-estar. A prática regular também contribui para maior clareza mental no momento de tomar decisões importantes.</p>



<p><strong>Correr em grupo ajuda a manter a disciplina?</strong><strong><br></strong>Sim. Grupos de corrida criam incentivo coletivo, rotina e sensação de pertencimento. Esse apoio ajuda muitas pessoas a manter o hábito com mais constância.</p>



<p><strong>Existe relação entre atividade física e decisões financeiras?</strong><strong><br></strong>Sim. Exercícios ajudam a reduzir ansiedade e melhorar foco. Com maior equilíbrio emocional, fica mais fácil avaliar prioridades e evitar decisões impulsivas relacionadas ao dinheiro.</p>



<p><strong>Por que conversar sobre dinheiro é importante?</strong><strong><br></strong>Falar sobre finanças dentro da família ou entre pessoas próximas ajuda a alinhar objetivos, compartilhar conhecimento e reduzir preocupações financeiras.</p>
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		<title>O boom das cooperativas financeiras nas pequenas cidades: por que elas crescem onde os bancos saem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[OCB]]></category>
		<category><![CDATA[SNCC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo protagonista no interior do Brasil Nos últimos anos, as cooperativas financeiras têm ganhado protagonismo em regiões onde os grandes bancos reduziram ou encerraram suas atividades. Segundo levantamento do Banco Central, as cooperativas já estão presentes em mais da metade dos municípios brasileiros, muitas vezes sendo a única instituição financeira disponível na cidade. Esse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um novo protagonista no interior do Brasil</strong></h3>



<p>Nos últimos anos, as <strong>cooperativas financeiras</strong> têm ganhado protagonismo em regiões onde os grandes bancos reduziram ou encerraram suas atividades. Segundo levantamento do <a href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/coopcredpanorama/Panorama_Cooperativas_SNCC_FINAL_dez2024.pdf">Banco Central</a>, as cooperativas já estão presentes em <strong>mais da metade dos municípios brasileiros</strong>, muitas vezes sendo a <strong>única instituição financeira disponível</strong> na cidade.</p>



<p>Esse movimento não é pontual. De acordo com a <a href="https://somoscooperativismo.coop.br/institucional/ocb">Organização das Cooperativas Brasileiras</a> (OCB), o crescimento das cooperativas é sustentado, planejado e alinhado a uma lógica de desenvolvimento regional. Enquanto os bancos priorizam rentabilidade e eficiência em grandes centros, as cooperativas têm apostado em <strong>presença física, proximidade e reinvestimento local</strong>.</p>



<p>Neste artigo, você entenderá por que as cooperativas vêm preenchendo o vazio deixado por bancos, como elas fortalecem a economia das pequenas cidades e o que esse modelo representa para o futuro da inclusão financeira no Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que são cooperativas financeiras?</strong></h3>



<p>As cooperativas financeiras são instituições que oferecem serviços bancários — como conta corrente, crédito, investimentos e seguros — mas com um modelo de gestão diferente. <strong>Cada cooperado é também dono da instituição</strong>, participa das decisões e pode receber parte dos resultados anuais, conhecidos como sobras.</p>



<p>Diferentemente dos bancos tradicionais, as cooperativas têm compromisso com a comunidade onde atuam. Seus objetivos vão além do lucro: elas buscam promover <strong>desenvolvimento econômico e social regionalizado</strong>, apoiar pequenos empreendedores e fomentar a educação financeira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crescimento consistente e descentralizado</strong></h3>



<p>O <strong><a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2025/07/panorama-do-sistema-nacional-de-credito-cooperativo-dez2024-parte-v/">Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC)</a></strong> registrou, em dezembro de 2024, um total de <strong>R$ 731 bilhões em ativos</strong>, crescimento de 18,3% em relação ao ano anterior. Segundo o Banco Central, o número de cooperativas ativas ultrapassou 800, com <strong>mais de 21 milhões de cooperados</strong> em todo o país.</p>



<p>Mas o dado mais revelador é geográfico: enquanto os bancos se concentram nas capitais e grandes cidades, <strong>as cooperativas financeiras operam em mais de 57% dos municípios brasileiros</strong> — muitas vezes sendo a única alternativa viável para acesso a crédito, poupança e demais serviços.</p>



<p>Em pelo menos <strong>470 cidades brasileiras, apenas cooperativas prestam serviços financeiros presenciais</strong>, segundo relatório da CNN Brasil. Isso mostra como o modelo tem sido essencial para evitar a chamada “desbancarização silenciosa” em áreas de menor densidade populacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por que os bancos saem — e as cooperativas ficam?</strong></h3>



<p>O avanço da digitalização nos serviços bancários levou muitas instituições a fecharem agências físicas. Essa racionalização de custos faz sentido do ponto de vista comercial, mas gera <strong>impacto direto na vida de milhares de brasileiros</strong>, especialmente idosos, agricultores e pequenos empreendedores que dependem do atendimento presencial.</p>



<p>É aí que entra o diferencial das cooperativas: elas <strong>mantêm presença local</strong>, com agências físicas e equipes que conhecem o território. Além disso, investem em relacionamento, oferecem taxas mais justas e reinvestem na comunidade por meio de programas sociais, educativos e ambientais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Inclusão financeira e impacto econômico</strong></h3>



<p>O impacto das cooperativas vai além da oferta de serviços bancários. Um <a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs/noticias/-/asset_publisher/xAioIawpOI5S/content/id/165896499">estudo </a>da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), encomendado pelo Sicoob, mostrou que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Municípios com cooperativas financeiras apresentam <strong>PIB per capita até 10% maior</strong> do que cidades semelhantes sem cooperativas.<br></li>



<li>A <strong>renda média per capita</strong> é 23,5% mais elevada.<br></li>



<li>O <strong>índice de desenvolvimento humano (IDH)</strong> local tende a crescer com a presença de uma cooperativa.<br></li>
</ul>



<p>Esses dados indicam que o modelo cooperativo não apenas ocupa o lugar dos bancos — ele contribui para transformar as economias locais de forma estruturante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exemplos concretos de impacto</strong></h3>



<p>Na cidade de Prados (MG), a cooperativa local financiou pequenos negócios, reformou escolas e impulsionou a agricultura familiar. Em Morros (MA), projetos de educação financeira reduziram o endividamento local. São centenas de exemplos que mostram como o capital gerado pelas cooperativas <strong>não sai da cidade, mas circula dentro dela</strong>.</p>



<p>Além disso, os resultados financeiros também voltam para os cooperados. Em 2023, as cooperativas brasileiras distribuíram cerca de <strong>R$ 39 bilhões em sobras do exercício</strong>, ou seja, lucros repartidos com seus membros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desafios e potencial de expansão</strong></h3>



<p>Apesar dos avanços, as cooperativas ainda enfrentam desafios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A presença no Nordeste ainda é limitada: apenas <strong>14,8% dos municípios da região contam com cooperativas financeiras</strong>, segundo a OCB.<br></li>



<li>Há baixa familiaridade com o modelo entre parte da população, o que exige <strong>investimento em educação financeira e comunicação</strong>.<br></li>



<li>O ambiente regulatório impõe obrigações semelhantes às dos grandes bancos, exigindo constante modernização e compliance.<br></li>
</ul>



<p>Ainda assim, o potencial de crescimento é significativo. Com apoio de políticas públicas, parcerias institucionais e programas de incentivo, o modelo cooperativo pode alcançar <strong>a totalidade dos municípios brasileiros até o fim da década</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ – Cooperativas financeiras nas pequenas cidades</strong></h2>



<p><strong>Qual a diferença entre uma cooperativa financeira e um banco tradicional?</strong><strong><br></strong> A principal diferença é o modelo de gestão. Na cooperativa, o cliente é também dono da instituição, participa das decisões e divide os resultados. Já no banco, os lucros vão para os acionistas.</p>



<p><strong>Cooperativas oferecem os mesmos serviços que bancos?</strong><strong><br></strong> Sim. As cooperativas oferecem conta corrente, crédito, cartão, investimentos, seguros, consórcios, entre outros. Tudo com regulação do Banco Central e com taxas geralmente mais acessíveis.</p>



<p><strong>É seguro ter conta em uma cooperativa?</strong><strong><br></strong> Sim. As cooperativas são fiscalizadas pelo Banco Central e contam com o FGCoop, um fundo garantidor semelhante ao FGC dos bancos, que assegura até R$ 250 mil por CPF.</p>



<p><strong>Por que as cooperativas crescem em cidades pequenas?</strong><strong><br></strong> Porque mantêm presença física, entendem o contexto local, oferecem condições acessíveis e reinvestem na própria comunidade, suprindo uma demanda que os bancos abandonaram.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>O crescimento das cooperativas financeiras nas pequenas cidades é mais do que uma tendência: é uma resposta concreta às desigualdades regionais e à exclusão bancária. Ao ocupar os espaços deixados pelos grandes bancos, as cooperativas constroem caminhos de autonomia, crescimento e cidadania financeira.</p>



<p>Para quem vive fora dos grandes centros, elas representam mais que acesso ao crédito: são motores de desenvolvimento local. E para o Brasil, simbolizam um modelo de finanças que combina sustentabilidade, proximidade e propósito.</p>



<p>Se você ainda não conhece uma cooperativa financeira da sua região, talvez este seja o momento de se aproximar. Seu dinheiro pode valer mais — não só para você, mas para toda a sua comunidade.</p>
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		<title>Plano Safra 2025/2026: o que esperar deste novo ciclo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 17:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[plano safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. O Plano Safra é uma das principais políticas públicas para o desenvolvimento do campo no Brasil. A cada ano, ele define quanto o governo vai liberar para financiar atividades agropecuárias — desde o plantio até o investimento em novas tecnologias, passando pela proteção [&#8230;]</p>
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<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo.</p>



<p><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/09130a6c" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p>O <strong>Plano Safra</strong> é uma das principais políticas públicas para o desenvolvimento do campo no Brasil. A cada ano, ele define quanto o governo vai liberar para financiar atividades agropecuárias — desde o plantio até o investimento em novas tecnologias, passando pela proteção contra riscos climáticos. E, ainda que nem sempre pareça, tudo isso impacta diretamente a economia do país, o abastecimento e até os preços que chegam à mesa do consumidor.</p>



<p>O novo ciclo, que começa oficialmente em <strong>1º de julho de 2025</strong>, ainda não teve suas regras divulgadas. Nos bastidores, os ministérios envolvidos seguem alinhando os últimos detalhes. Como já aconteceu em anos anteriores, a divulgação deve acontecer apenas bem próxima da virada do ciclo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que ainda s</strong>erá<strong> definido?</strong></h2>



<p>Três pontos principais seguem em discussão dentro do governo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O valor total de recursos para o novo ciclo;</li>



<li>As taxas de juros aplicáveis em cada linha de crédito;</li>



<li>O orçamento de subvenção, que é o valor reservado para tornar os financiamentos mais acessíveis.</li>
</ul>



<p>Essas definições envolvem diretamente os <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Ministérios da Agricultura</a>, da <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br">Fazenda</a> e do <a href="https://www.gov.br/mda/pt-br">Desenvolvimento Agrário</a>. Enquanto isso, o setor produtivo acompanha com atenção, já que essas decisões influenciam diretamente o planejamento da safra, os custos da produção e o acesso ao crédito.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>Leia também: </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperacao-agricultura-familiar/"><strong>Cooperativismo e Agricultura Familiar: uma parceria necessária!</strong></a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por que o Plano Safra importa para todos?</strong></h3>



<p>O Plano Safra não é um tema que interessa apenas a quem vive da agricultura. Ele define o ritmo da produção no país e tem reflexo direto na oferta de alimentos, na geração de empregos no interior e no controle da inflação.</p>



<p>Além disso, é por meio dele que produtores conseguem financiamento para práticas sustentáveis, energia limpa e soluções que melhoram a produtividade com menos impacto ambiental. Ou seja: é um plano que afeta tanto quem produz quanto quem consome.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Volume de crédito ainda não foi divulgado</strong></h3>



<p>Diferente de outros anos, em que havia estimativas públicas com semanas de antecedência, o governo vem tratando com cautela a divulgação dos números. Até o momento, não anunciaram o valor destinado a programas como o Pronaf, Pronamp, ABC+, Inovagro ou Proagro.</p>



<p>O ciclo anterior contou com um total de <strong>R$ 475,6 bilhões</strong>, e embora exista a expectativa de que esse número aumente, o governo não antecipou a cifra final para ciclo 2025/2026.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Medidas técnicas já estão em andamento</strong></h3>



<p>Apesar das indefinições sobre valores e taxas, algumas decisões técnicas já foram tomadas para garantir que tudo esteja pronto quando o plano for lançado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/cmn#:~:text=O%20Conselho%20Monet%C3%A1rio%20Nacional%20(CMN,econ%C3%B4mico%20e%20social%20do%20Pa%C3%ADs."><strong>Conselho Monetário Nacional (CMN)</strong></a> atualizou as regras que dizem quanto os bancos e cooperativas financeiras precisam investir no setor rural com taxas reguladas pelo governo.<br></li>



<li>Foi concluído o leilão de limites equalizáveis, com a participação de 25 instituições financeiras. Esses limites definem quanto cada agente poderá ofertar em linhas com juros reduzidos.<br></li>



<li>Também foram criadas novas regras para tentar diminuir os custos dos bancos, permitindo que eles repassem taxas menores ao produtor.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Expectativas para o seguro rural</strong></h3>



<p>Ainda não foram divulgadas as regras específicas para o <strong>seguro rural</strong>, mas o setor produtivo pressiona por maior cobertura e subvenção. Atualmente, a área segurada representa cerca de <strong>6% do total cultivado no Brasil</strong>, número considerado insuficiente frente aos riscos climáticos.</p>



<p>A expectativa é que o governo amplie os recursos do <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/seguro-rural"><strong>Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)</strong></a>, incentivando produtores a protegerem sua produção com mais regularidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que o produtor deve fazer agora?</strong></h2>



<p>Mesmo com algumas indefinições, o momento já é ideal para começar a se preparar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Revise a documentação:</strong> mantenha o <a href="https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/cadastro-ambiental-rural-car-1">CAR</a> atualizado, providencie cadastros e certidões exigidas pelas instituições financeiras.<br></li>



<li><strong>Planeje a próxima safra:</strong> defina o que será cultivado, qual será o investimento e as demandas de custeio.<br></li>



<li><strong>Converse com sua cooperativa ou banco:</strong> eles já estão antecipando informações e podem orientar sobre linhas mais vantajosas.<br></li>



<li><strong>Considere práticas sustentáveis:</strong> programas como o ABC+ valorizam tecnologias limpas e podem oferecer condições melhores.<br></li>



<li><strong>Avalie a contratação de seguro rural:</strong> quanto mais cedo, maior a chance de acesso à subvenção e menor o custo final.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes (FAQ)</strong></h3>



<p><strong>&nbsp;Quando o Plano Safra 2025/2026 começa a valer?</strong><strong><br></strong> <em>A partir de </em><strong><em>1º de julho de 2025</em></strong><em>, com vigência de 12 meses.</em></p>



<p><strong>Já posso contratar crédito rural?<br></strong><em> Não. A liberação das linhas ocorrerá somente</em> <em>após a publicação oficial das regras e autorização dos agentes financeiros.</em></p>



<p><strong>Qual será o valor total do Plano Safra 2025/2026?<br></strong><em> O governo ainda não confirmou. O valor do ciclo anterior foi de R$475,6 bilhões.</em></p>



<p><strong>Posso financiar energia solar ou inovação?</strong><strong><br></strong><em>Sim, linhas como o ABC+ e o Inovagro costumam contemplar práticas sustentáveis e modernização da produção.</em></p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p>Em suma, o novo ciclo do Plano Safra ainda não iniciou, mas já mobiliza produtores, cooperativas, bancos e órgãos públicos. As decisões tomadas agora vão influenciar toda a cadeia produtiva ao longo dos próximos 12 meses — do pequeno agricultor familiar às grandes cooperativas, do interior às gôndolas dos supermercados.</p>



<p>Estar preparado, buscar orientação especializada e acompanhar as atualizações é o melhor caminho para aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios que vêm por aí. E contar com o suporte de cooperativas financeiras faz toda a diferença nesse processo — com soluções mais próximas da realidade de quem vive do campo.</p>



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		<title>O impacto do cooperativismo na geração de empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 13:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
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<p><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/0b7a0a96" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p>Quando o assunto é a geração de empregos no Brasil, é comum lembrar imediatamente do papel das grandes indústrias ou das empresas multinacionais nessa balança. Mas existe um modelo que, há décadas, vem transformando comunidades, gerando trabalho digno e contribuindo de maneira sólida para o desenvolvimento econômico local: o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperacao-agricultura-familiar/"><strong>cooperativismo</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Mais do que uma filosofia, o cooperativismo financeiro é um modelo de negócios eficiente, inclusivo e que movimenta bilhões de reais todos os anos, criando empregos diretos e indiretos em todo o país.</p>



<p>Segundo o <a href="https://www.anuario.coop.br/"><strong>Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2024</strong></a>, divulgado pelo Sistema OCB, as cooperativas brasileiras encerraram o ano de 2023 com mais de 524 mil empregos diretos, além de manterem um volume robusto de R$31 bilhões pagos em salários e encargos sociais. Esses números demonstram o tamanho e a importância do cooperativismo como motor de empregos no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um modelo que gera trabalho e renda localmente</strong></h2>



<p>Uma das grandes forças do cooperativismo está em seu impacto descentralizador. Ao contrário de empresas que concentram suas atividades em grandes centros urbanos, as cooperativas estão presentes em <strong>mais de 4.800 municípios brasileiros</strong>, levando oportunidades para comunidades que, muitas vezes, têm acesso limitado ao mercado formal de trabalho.</p>



<p>Além disso, <strong>são mais de 4.500 cooperativas ativas no país, somando cerca de 23,5 milhões de cooperados</strong>. Isso significa que, além dos empregos diretos, o cooperativismo estimula o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/empreendedorismo-sustentavel-conheca-bons-exemplos/"><strong>empreendedorismo</strong></a> coletivo e a geração de renda para milhões de brasileiros.</p>



<p>No final das contas, a verdade é que esse modelo tem se mostrado fundamental não apenas na inclusão produtiva, mas também no fortalecimento da economia regional, uma vez que grande parte dos recursos gerados pelas cooperativas permanece nas comunidades onde atuam, estimulando o comércio, os serviços e a <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/agricultura-familiar-cooperativismo-e-inovacao/"><strong>agricultura</strong></a> local.</p>



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<p class="has-text-align-center"><strong>Leia também: </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/"><strong>O cooperativismo e seu poder de transformação social</strong></a></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cooperativas como protagonistas no desenvolvimento econômico</strong></h2>



<p>O cooperativismo brasileiro movimentou R$692 bilhões em 2023, consolidando-se como um dos setores mais relevantes da economia nacional. Esse volume de negócios não apenas reforça sua importância econômica, mas também revela sua capacidade de gerar empregos em diferentes setores — do agro ao setor financeiro, passando pela saúde, transporte, trabalho e consumo.</p>



<p>Setores como o cooperativismo financeiro, por exemplo, são grandes empregadores nas áreas urbanas. Ao mesmo tempo, promovem a inclusão financeira de pessoas e empresas que, muitas vezes, não têm acesso ao sistema bancário tradicional.</p>



<p>Já no campo, as cooperativas agropecuárias são responsáveis por cerca de 53% da produção agrícola brasileira, segundo o mesmo Anuário. Elas geram emprego e renda em áreas rurais e fomentam práticas mais sustentáveis e inovadoras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Geração de empregos com qualidade e propósito</strong></h2>



<p>Mais do que criar postos de trabalho, as cooperativas promovem empregos com propósito e qualidade. Nas cooperativas, os colaboradores muitas vezes têm acesso a programas de capacitação, participação em decisões estratégicas, além de um ambiente de trabalho mais colaborativo e inclusivo.</p>



<p>Outro diferencial importante é que as cooperativas investem de forma sistemática em <strong>educação financeira, inclusão digital e capacitação de seus colaboradores e </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/economia-compartilhada-o-papel-das-cooperativas-na-era-digital/"><strong>cooperados</strong></a>, o que contribui para a geração de empregos mais qualificados e preparados para os desafios da economia moderna.</p>



<p>Um exemplo disso são as ações de educação corporativa e governança promovidas pela<strong> <a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoob-universidade">Universidade Corporativa do Sicoob</a></strong>, que alcançam cooperativas do Brasil inteiro, capacitando lideranças, gestores e associados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto social e econômico além dos números</strong></h2>



<p>O impacto do cooperativismo vai além dos números econômicos. Ele transforma realidades. As cooperativas têm sido protagonistas em momentos críticos, como na reconstrução de comunidades afetadas por tragédias ambientais — como as recentes <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/chuvas-no-rs/">enchentes no Rio Grande do Sul</a> em 2024, em que muitas cooperativas atuaram ativamente na retomada da economia local, oferecendo crédito emergencial, apoio logístico e assistência direta aos cooperados e trabalhadores afetados.</p>



<p>Além disso, iniciativas como o programa Cooperação para Inclusão, do Sistema OCB, têm ampliado o acesso de mulheres, jovens, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade ao mercado de trabalho cooperativo, mostrando que o cooperativismo é também um vetor de inclusão e justiça social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro promissor da geração de empregos pelo cooperativismo</strong></h2>



<p>Com uma base sólida e crescimento constante, a expectativa é que o cooperativismo brasileiro continue ampliando sua participação na geração de empregos nos próximos anos.</p>



<p>Segundo dados da <a href="https://www.cicopa.coop/publications/second-global-report-on-cooperatives-and-employment/">CICOPA</a>, cooperativas ao redor do mundo empregam diretamente cerca de 280 milhões de pessoas. Isso corresponde a cerca de 10% da população economicamente ativa global. No Brasil, o potencial de expansão segue elevado, especialmente em setores como energia renovável, tecnologia, logística, serviços financeiros cooperativos e cooperativas de trabalho.</p>



<p>Além disso, a transição para uma economia mais verde, inclusiva e digital abre novas oportunidades para o cooperativismo que já carrega em seu DNA os princípios da sustentabilidade, colaboração e responsabilidade social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cooperativismo como caminho para um Brasil mais justo e com mais empregos</strong></h2>



<p>A geração de empregos no Brasil passa, sem dúvida, pelo fortalecimento do cooperativismo. Mais do que números, o cooperativismo entrega desenvolvimento econômico com inclusão social, sustentabilidade e valorização do trabalho coletivo.</p>



<p>Ao apoiar ou participar de uma cooperativa, você contribui diretamente para esse ciclo positivo que impacta pessoas, comunidades e o país como um todo.</p>



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		<title>Economia Compartilhada: O papel das cooperativas na era digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pediu um carro pelo celular, alugou um quarto na casa de alguém durante uma viagem ou financiou um projeto pela internet? Se sim, você já participou da economia compartilhada — um modelo onde o acesso a bens e serviços é mais importante que sua posse, e as conexões diretas entre pessoas ganham força [&#8230;]</p>
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<p>Você já pediu um carro pelo celular, alugou um quarto na casa de alguém durante uma viagem ou financiou um projeto pela internet? Se sim, você já participou da economia compartilhada — um modelo onde o acesso a bens e serviços é mais importante que sua posse, e as conexões diretas entre pessoas ganham força por meio da tecnologia.</p>



<p>Esse modelo econômico, que cresceu muito nos últimos anos, está mudando vários setores ao facilitar trocas e colaborações entre pessoas. E nesse cenário de colaboração, as cooperativas — instituições criadas justamente para unir pessoas em busca de benefícios mútuos — encontram um campo fértil para inovar e crescer.</p>



<p>Mas como exatamente as cooperativas estão se adaptando a esse novo mundo digital? E quais ferramentas tecnológicas estão usando para melhorar seus serviços? É o que iremos descobrir juntos a partir de agora. Boa leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A conexão natural entre cooperativismo e economia compartilhada</strong></h2>



<p>Enquanto muitos acham que a economia compartilhada é uma novidade trazida por empresas do Vale do Silício, a verdade é que as cooperativas praticam seus princípios principais há quase dois séculos.</p>



<p>No modelo <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/"><strong>cooperativista</strong></a>, pessoas se juntam para resolver problemas comuns, dividindo recursos, riscos e benefícios. Essa base coletiva e democrática já existia muito antes dos aplicativos de compartilhamento ficarem populares.</p>



<p>A diferença agora é que as tecnologias digitais permitem que esse modelo tradicional cresça de formas antes impensáveis. As cooperativas que adotaram a transformação digital acharam novos jeitos de cumprir sua missão original: atender às necessidades de seus membros de maneira justa e acessível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como as cooperativas estão se reinventando na era digital?</strong></h2>



<p>A adaptação das cooperativas ao mundo digital tem permitido que elas alcancem mais pessoas sem abrir mão de seus valores principais.</p>



<p>Nas <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-de-credito-sao-instituicoes-financeiras-seguras/"><strong>cooperativas de crédito</strong></a>, por exemplo, vemos uma transformação importante. Instituições que antes dependiam apenas do atendimento presencial agora oferecem experiências digitais completas, com aplicativos fáceis de usar e serviços online tão bons quanto os dos bancos tradicionais</p>



<p>O mais interessante é que essa digitalização não diminui <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperar-tambem-e-pensar-nas-comunidades/"><strong>o lado humano e comunitário</strong></a> das cooperativas – ela o fortalece. Agora, os cooperados podem participar de reuniões virtualmente, votar em decisões importantes pelo celular e acessar serviços financeiros de qualquer lugar, mantendo o sentimento de pertencer a algo maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O avanço das plataformas cooperativas</strong></h2>



<p>Uma das tendências mais promissoras são as &#8220;plataformas cooperativas&#8221; – alternativas que pertencem aos próprios usuários, diferente das plataformas de grandes empresas. Essas iniciativas trazem os princípios cooperativistas para o centro da economia digital.</p>



<p>Outras cooperativas desenvolveram plataformas de financiamento coletivo específicas para projetos locais de seus membros. Assim, além dos serviços financeiros tradicionais, elas apoiam o<strong> </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/empreendedorismo-social-7-bons-exemplos/"><strong>empreendedorismo</strong></a> e o desenvolvimento das comunidades onde atuam.</p>



<p>No campo da mobilidade, existem cooperativas de motoristas que criaram seus próprios aplicativos, garantindo condições mais justas para os trabalhadores enquanto oferecem um bom serviço para os usuários. Esses exemplos mostram como é possível juntar tecnologia com justiça social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inclusão financeira e participação ativa na era digital</strong></h2>



<p>Uma contribuição essencial das cooperativas na economia compartilhada é promover a <strong>inclusão financeira.</strong> Por não terem o lucro como objetivo principal, as cooperativas financeira podem criar soluções digitais pensadas especialmente para grupos geralmente deixados de fora do sistema financeiro.</p>



<p>Em<strong> </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/plano-safra/"><strong>áreas rurais</strong></a>, cooperativas estão usando novas tecnologias e aplicativos móveis para oferecer serviços financeiros a produtores que antes tinham pouco acesso ao crédito. Essas inovações permitem que pequenos agricultores consigam financiamento para sua produção e participem de mercados maiores.</p>



<p>Nas cidades, cooperativas têm criado ferramentas de educação financeira digital e aplicativos para gestão do dinheiro. Diferente dos apps tradicionais, que muitas vezes usam os dados dos usuários para ganhar dinheiro, essas soluções cooperativas priorizam a privacidade e o bem-estar financeiro dos cooperados.</p>



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<p class="has-text-align-center"><strong>Leia também:<a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-demonstram-sustentabilidade-gera-crescimento/"> Cooperativas demonstram que sustentabilidade gera crescimento</a></strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desafios e oportunidades para um futuro</strong> <strong>com economia compartilhada</strong></h2>



<p>A jornada das cooperativas na economia compartilhada apresenta desafios importantes. A competição com grandes plataformas corporativas é forte, e estas geralmente têm mais dinheiro para investir em tecnologia e marketing.</p>



<p>Existe também o desafio de manter os valores cooperativistas em um ambiente digital, onde as interações acontecem por telas e programas. Como manter o espírito de comunidade e a participação democrática quando os membros raramente se encontram pessoalmente?</p>



<p>Por outro lado, as oportunidades são enormes. As novas gerações, mais preocupadas com sustentabilidade, justiça social e ética nos negócios, tendem a valorizar modelos que distribuem benefícios de forma mais igualitária. As cooperativas que comunicam seus valores de forma clara e oferecem boas experiências digitais têm grande potencial nesse novo cenário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construindo pontes digitais com valores cooperativos</strong></h2>



<p>O fato é que, quando a economia compartilhada encontra o cooperativismo, impulsionada pela tecnologia, surgem soluções inovadoras que beneficiam não apenas os membros diretos, mas toda a sociedade. Sem restrição.</p>



<p>As cooperativas que abraçam as oportunidades digitais, sem perder seus princípios fundamentais, estão bem posicionadas para liderar uma fase mais justa da economia compartilhada.&nbsp;</p>



<p>A verdadeira revolução, por fim, não está apenas nas ferramentas tecnológicas, mas na forma como as usamos para criar sistemas econômicos mais inclusivos. As cooperativas, com sua tradição de colaboração e igualdade, têm muito a contribuir para uma economia digital verdadeiramente compartilhada e acessível a todos. Não restam dúvidas.</p>



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		<title>[Especial Dia Internacional da Mulher] Mulheres no Cooperativismo: uma história para Inspirar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Cooperativistas]]></category>
		<category><![CDATA[Representatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. Nós falamos bastante sobre cooperativismo aqui no blog. Mas é importante, para todos nós, nunca esquecermos da sua essência. Afinal de contas, na prática, o cooperativismo é uma coisa só: um modelo econômico baseado na união de esforços e na busca por crescimento [&#8230;]</p>
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<p><iframe width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/bccf0d66" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p><em>Nós falamos bastante sobre cooperativismo aqui no blog. Mas é importante, para todos nós, nunca esquecermos da sua essência. Afinal de contas, na prática, o cooperativismo é uma coisa só: um modelo econômico baseado na união de esforços e na busca por crescimento coletivo. Mas o que pouco se fala, é que para que o cooperativismo tenha chegado onde chegou, há uma incontestável influência da força feminina. Há uma quantidade gigantesca de mulheres no cooperativismo, trabalhando dia e noite em prol desse movimento. Liderando, promovendo inclusão e transformando o mundo ao seu redor.</em></p>



<p><em>Hoje é dia de celebrá-las.&nbsp;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O crescimento da participação feminina no cooperativismo</strong></h2>



<p>Já não é novidade para ninguém que, nas últimas décadas, as mulheres vêm conquistando espaço em setores predominantemente masculinos. No cooperativismo, esse avanço também é evidente.<br><br>Uma prova disso são os dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro, produzido pelo Sistema OCB. De acordo com o levantamento mais recente, <a href="https://www.anuario.coop.br/brasil/cooperados">o gênero feminino representa 41% dos mais de 20 milhões de cooperados no país.</a> Ou seja, mais de 8 milhões de mulheres cooperadas.&nbsp;</p>



<p>Além disso, ainda de acordo com a pesquisa, a presença feminina em cargos de liderança aumentou de 20% em 2021 para 22% em 2022; isso sem falar no protagonismo da categoria <strong>“Trabalho, produção de bens e serviços”</strong>, onde são maioria, sendo responsáveis por 55% do segmento.<br><br>Esses resultados são muito mais do que simples números. São a evidência clara de como as mulheres são essenciais no cooperativismo, influenciando positivamente as práticas e as diretrizes das cooperativas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma história para inspirar</strong></h2>



<p>Agora, vamos para a prática? Não há nada melhor do que exemplos reais para ilustrar a importância das mulheres no cooperativismo.&nbsp;</p>



<p>A seguir, conheça a história inspiradora de uma mulher que prova como determinação e liderança podem transformar não apenas a própria trajetória, mas também abrir caminhos para outras no cooperativismo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aifa Naomi: liderança e inovação no cooperativismo</strong></h3>



<p>Aifa Naomi tem sido uma figura essencial no fortalecimento do cooperativismo financeiro, destacando-se por sua visão estratégica e compromisso com o desenvolvimento sustentável. Com anos de experiência no setor, ela tem trabalhado para ampliar o impacto das cooperativas, promovendo inovação e desenvolvimento comunitário por meio de sua posição como presidente da Sicoob Central Rondon.</p>



<p>Sua trajetória reflete a importância da diversidade e da representatividade nas lideranças cooperativistas. Quer saber mais sobre sua jornada e contribuições para o cooperativismo? Confira a entrevista completa a seguir.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Entrevista na íntegra com Aifa Naomi</h3>



<p><strong>OSDVM: Aifa, o cooperativismo promove colaboração, equidade e inclusão. Na sua opinião, como esses valores contribuem com a participação feminina no setor?</strong></p>



<p><strong>AIFA:</strong><strong><em> </em></strong><em>A participação das mulheres nas empresas fortalece a comunicação. Considerando estatísticas já publicadas, as mulheres tendem a se comunicar mais que os homens — e essa habilidade eleva o nível de comunicação mais assertiva entre os níveis hierárquicos das empresas e consequentemente contribui para o melhor entendimento e colaboração entre a equipe.&nbsp;</em></p>



<p><em>Além disso, a presença feminina na gestão cria um ambiente de trabalho mais inclusivo e colaborativo. As mulheres agregam diferentes perspectivas e experiências com sua visão mais sensível, capaz de equilibrar o racional com o emocional. A presença feminina na gestão beneficia o negócio demonstrando que a empresa promove a diversidade criando um ambiente mais justo e diverso que pode impactar na imagem da gestão. Afinal, a maioria dos consumidores das empresas são mulheres e ninguém melhor do que elas para entender as expectativas e, com isso, agregar valor às áreas de desenvolvimento de produtos e serviços, áreas de comunicação e marketing — aumentando a assertividade — e, principalmente. levando ao cliente uma experiência interessante e feliz.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Trajetória</h4>



<p><strong>OSDVM: Até aqui, como foi a sua trajetória no cooperativismo? Quais desafios você enfrentou até chegar à presidência do Sicoob Central Rondon</strong></p>



<p>AIFA:<em> Iniciei no cooperativismo em 1998 na criação de uma cooperativa de crédito mútuo para os servidores do judiciário de Mato Grosso e, na ocasião, a cooperativa se filiou como singular no Sicoob Central Rondon.&nbsp;</em></p>



<p><em>Na implantação da cooperativa já fui designada como diretora e, a partir daí, voltei para um banco de universidade para estudar, entender o que era esse novo negócio e o que eu tinha que aprender para fazer parte dele e assumir as responsabilidades de um diretor. Posso dizer que esse aprendizado é constante já que é um mercado dinâmico que sofre impactos diversos diariamente.&nbsp;</em></p>



<p><em>Em 2012 me tornei presidente do Conselho de Administração da cooperativa, mudando um pouco o modo de atuar e assumindo outros papéis. Em 2015, me tornei presidente do Sicoob Central Rondon. Novos desafios e novas expectativas. O momento era de mudanças no modelo de negócio e necessidade urgente de crescimento, tanto em número de associados como em negócios. Novo público e muitas tarefas para cumprir com entregas necessárias aos entes que nos supervisionam e fiscalizam.&nbsp; Como tenho um apetite especial por desafios, entendi que eu podia mudar o jogo e escrever uma nova história na Central.&nbsp;</em></p>



<p><em>Aristóteles diz que o ser humano tem três tipos de conhecimento: o teórico, o prático e o produtivo. Posso dizer que eu tinha os dois primeiros. Era necessário fazer alguns ajustes e ser, também, produtiva. Então, colocamos a mão na massa — eu e um grande time (grande de competência e motivação) e iniciamos a nova jornada que, após 10 anos, apresenta números de crescimento acima da média do mercado e finalmente “fincamos” a bandeira Sicoob nos estados em que atuamos.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="698" height="376" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2025/03/box_mulheres.png" alt="" class="wp-image-9382" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/03/box_mulheres.png 698w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/03/box_mulheres-550x296.png 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/03/box_mulheres-150x81.png 150w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Desafios</h4>



<p><strong>OSDVM: Ainda há barreiras para mulheres em cargos de liderança no cooperativismo? O que pode ser feito para ampliar essa representatividade?</strong></p>



<p><strong>AIFA</strong><strong><em>: </em></strong><em>Sim. O cooperativismo tem um papel importante na economia brasileira, mas segue com uma participação baixa nas lideranças. Com evolução,&nbsp; mas ainda com um percentual considerado baixo. As barreiras, na minha opinião, são originadas da falta de comunicação com o público feminino, já que a média de associadas do sexo feminino é de 41%. No Sicoob essa média é maior, chegando a 60%. Quando falamos de empregados, essa média sobe para 51%; e quando passamos para a liderança, a ocupação de cargos por mulheres fica em 22%. No Sicoob Nacional dos 14 Conselheiros eu sou a única mulher com essa representatividade.&nbsp;</em></p>



<p><em>A criação de comitês, políticas de incentivos para a participação e comunicação com o público feminino, e formação específica para atrair mulheres para esse nicho, são algumas iniciativas que podem auxiliar as mulheres que queiram buscar esse espaço.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Sensibilidade comunitária</h4>



<p><strong>OSDVM: Como a presença feminina no cooperativismo pode ajudar na ampliação do desenvolvimento econômico e social das comunidades?</strong></p>



<p><strong>AIFA:</strong><strong><em> </em></strong><em>A presença da mulher nos papéis dentro do cooperativismo traz para as comunidades um olhar mais sensível e estimulador. A dedicação e a sensibilidade feminina, conjugadas com resiliência e determinação, constituem novas lideranças que podem trazer um entendimento melhor das necessidades e expectativas dos consumidores&nbsp; e, assim, novas soluções — beneficiando o negócio e a comunidade.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Diferenciais</h4>



<p><strong>OSDVM: Você vê um diferencial na atuação das mulheres no cooperativismo? Que características mais se destacam?</strong></p>



<p><strong>AIFA: </strong><em>Aqui trago a minha experiência pessoal, nos diversos papéis que represento. É um mundo ainda masculino e que se assusta com a presença de mulheres. Sempre optei pela autenticidade na minha atuação. Sempre de maneira feminina e educada, mas usando a&nbsp; firmeza e a determinação quando necessário. Em nenhum momento ressalto competitividade entre os sexos e, sim, a colaboração advinda de ideias diferentes para&nbsp; objetivos em comum. Tem dado certo. Claro que em um ambiente onde os homens predominam, você tem que ter um pouco mais de resiliência e paciência. Mas tudo isso vale se a intenção é chegar a um objetivo em comum que, no nosso caso, é oferecer a melhor experiência ao nosso associado.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Futuro das mulheres no cooperativismo</h4>



<p><strong>OSDVM: Que conselhos daria para mulheres que desejam crescer no cooperativismo?</strong></p>



<p><strong><em>AIFA: </em></strong><em>Para as futuras líderes meu conselho é adquirir conhecimento. O conhecimento é o farol que deve nos guiar sempre. Estude, aprenda, reaprenda e siga em frente. Com a beleza feminina, com a graça que nos é peculiar, mas com conhecimento. Ele é o nosso porto seguro.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>Leia também: <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/financas-para-mulheres/">Finanças para mulheres</a></strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Como o cooperativismo pode incentivar mais mulheres?</h2>



<p>A entrevista com a Aifa Naomi evidencia algo importante: o crescimento da participação feminina no cooperativismo é uma realidade, mas ainda há muito espaço para avançar. Para que mais mulheres tenham a oportunidade de ocupar <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/mulheres-de-negocios-como-conciliar-maternidade-e-carreira/">cargos de liderança</a> e contribuir ativamente nas tomadas de decisão, é essencial investir em iniciativas concretas.</p>



<p>Em primeiro lugar,<strong> programas de capacitação</strong>. O amplo acesso a treinamentos específicos sobre gestão, governança cooperativa e empreendedorismo, é o primeiro passo para permitir que mais <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/mulheres-no-agronegocio/">mulheres</a> assumam papéis estratégicos nas cooperativas. Além disso,<strong> redes de apoio</strong> são indispensáveis. Criar espaços onde as mulheres possam trocar experiências, buscar mentorias e fortalecer sua presença dentro das cooperativas pode ser um grande diferencial.</p>



<p>Outro ponto importante é a<strong> revisão das políticas internas das cooperativas.</strong> Medidas como quotas de gênero em cargos de liderança ou incentivos para o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/projetos-dao-incentivo-as-mulheres-do-campo/">empreendedorismo feminino</a> podem ajudar a equilibrar o histórico de desigualdade e abrir caminhos para novas lideranças femininas.</p>



<p>Por fim, a conscientização e a <strong>valorização das histórias de mulheres que já fazem a diferença no setor é fundamental</strong>. Quanto mais exemplos inspiradores forem compartilhados, mais mulheres se sentirão encorajadas a ingressar no cooperativismo e assumir posições de destaque.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro é cooperativo — e feminino!</strong></h2>



<p>Uma história como a da Aifa&nbsp; exemplifica a força e a determinação das mulheres no cooperativismo brasileiro. Ela demonstra que, com oportunidades e apoio adequados, é possível transformar realidades e promover um desenvolvimento mais inclusivo e sustentável.&nbsp;</p>



<p>O futuro do cooperativismo depende da valorização e do incentivo à liderança feminina, garantindo que mais mulheres possam contribuir ativamente para o crescimento e a inovação desse modelo econômico e social.</p>



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<p>Gostou deste artigo? Acompanhe mais conteúdos do nosso blog sobre empreendedorismo e finanças e descubra como podemos ajudar você a dar os primeiros passos com soluções financeiras que cabem no seu bolso.</p>
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		<title>ONU declara 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/09100a7c" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p>Em 2025, as cooperativas de todo o mundo ganharão um destaque histórico: a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou o ano como o <a href="https://materiais.somoscooperativismo.coop.br/ano-internacional-das-cooperativas"><strong>Ano Internacional das Cooperativas</strong></a>. O reconhecimento não apenas celebra a contribuição desse modelo de organização para a economia global, mas também reforça seu papel essencial no desenvolvimento econômico, <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativismo-profissao-do-futuro-e-do-presente/"><strong>social</strong></a> e sustentável.</p>



<p>Cada vez mais, as cooperativas têm se destacado como modelos capazes de unir pessoas em torno de objetivos comuns, promovendo desenvolvimento econômico e social de forma inclusiva e sustentável. Um ano dedicado a elas é uma oportunidade única para ampliar a conscientização sobre sua importância e avançar em direção a um futuro mais colaborativo. Para o Brasil, onde o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/5-livros-sobre-cooperacao-e-cooperativismo/"><strong>cooperativismo</strong></a> desempenha um papel vital, as implicações podem ser transformadoras.</p>



<p>Neste texto, vamos explorar o que significa essa declaração da ONU, sua importância e os impactos que ela pode trazer, com destaque para o cooperativismo brasileiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa o Ano Internacional das Cooperativas?</h2>



<p>A declaração da ONU não é apenas um reconhecimento simbólico. Ela destaca a contribuição essencial das cooperativas para o bem-estar global. Com essa iniciativa, a ONU busca:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/"><strong>Promover práticas cooperativas</strong></a>, com seus benefícios econômicos e sociais;&nbsp;</li>



<li><strong>Incentivar a colaboração entre países</strong>, fortalecendo redes internacionais;</li>



<li><strong>Apoiar o desenvolvimento sustentável</strong>, alinhando o cooperativismo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</li>
</ul>



<p>As cooperativas desempenham um papel significativo em diversos setores. Segundo a ONU, <a href="https://news.un.org/pt/story/2023/07/1816872"><strong>há mais de 3 milhões de cooperativas no mundo, gerando empregos para aproximadamente 10% da população global empregada</strong></a>. Esses números reforçam a relevância do tema e o impacto que ele pode gerar em 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas por que o reconhecimento da ONU é tão importante?</h2>



<p>O apoio da ONU é um catalisador para <strong>aumentar a visibilidade do cooperativismo</strong>, atraindo mais adesão e investimentos. Essa “vitrine” gerada pela Organização também fortalece o papel das cooperativas como agentes fundamentais na busca pelos <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs"><strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</strong></a>, 17 objetivos interconectados que abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo, como <strong>erradicação da pobreza</strong>, <strong>redução das desigualdades</strong> e <strong>promoção da sustentabilidade ambiental</strong>.<br>No Brasil, onde o cooperativismo está presente em setores como crédito, agronegócio, saúde e diversos outros, o impacto pode ser ainda maior. Dados do <a href="https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/2024-o-cooperativismo-rumo-ao-ano-internacional"><strong>Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2024</strong></a> mostram o destaque do país:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="698" height="684" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2025/02/cooperativas_box1.png" alt="" class="wp-image-9363" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_box1.png 698w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_box1-550x539.png 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_box1-150x147.png 150w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>



<p>Com a declaração da ONU, espera-se um aumento na adesão ao modelo, além de avanços em políticas públicas que beneficiem o segmento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>Saiba mais: <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperacao-agricultura-familiar/">Cooperativismo e agricultura familiar: uma parceria necessária!</a></strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos para o cooperativismo brasileiro</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="400" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2025/02/cooperativas_1-1024x400.jpg" alt="" class="wp-image-9364" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_1-1024x400.jpg 1024w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_1-550x215.jpg 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_1-768x300.jpg 768w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_1-150x59.jpg 150w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2025/02/cooperativas_1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A declaração do Ano Internacional das Cooperativas abre uma série de possibilidades para o cooperativismo no Brasil. Veja abaixo algumas das principais vantagens:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Maior engajamento da população</li>
</ol>



<p>A visibilidade global pode atrair mais pessoas e empresas para o cooperativismo, promovendo <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/instituto-cooperativo-oferece-qualificacao-profissional/"><strong>educação</strong></a> sobre seus benefícios e fortalecendo comunidades locais.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li>Estímulo a políticas públicas</li>
</ol>



<p>O reconhecimento da ONU pode motivar o desenvolvimento de leis e incentivos que favoreçam o crescimento das cooperativas no país.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li>Expansão internacional</li>
</ol>



<p>As cooperativas brasileiras podem se beneficiar com novas parcerias globais, aumentando sua presença em mercados internacionais.</p>



<p>Ao aproveitar essas oportunidades, o Brasil pode consolidar seu papel como <strong>referência global em cooperativismo</strong>, ampliando seu impacto econômico e social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode mudar para o cooperativismo em 2025?</h2>



<p>A declaração da ONU traz o potencial de acelerar transformações no setor cooperativista. Entre as mudanças esperadas, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inovação e tecnologia:</strong> o ano dedicado ao cooperativismo pode impulsionar a adoção de soluções tecnológicas, como plataformas digitais para gestão e relacionamento com cooperados.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Expansão de produtos e serviços:</strong> cooperativas podem ampliar seu portfólio, oferecendo soluções que atendam às demandas de um público cada vez mais diversificado.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fortalecimento da inclusão e da sustentabilidade:</strong> o cooperativismo pode se consolidar como um modelo essencial para a <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/assembleias-nas-cooperativas-ultima-hora/"><strong>inclusão social</strong></a> e o desenvolvimento sustentável, alinhado às demandas globais.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Um convite para o futuro do cooperativismo</h2>



<p>O Ano Internacional das Cooperativas representa uma oportunidade única de mostrar ao mundo o poder transformador do cooperativismo. Para o Brasil, essa é a chance de ampliar a conscientização sobre os benefícios do modelo e fortalecer seu impacto econômico e social.</p>



<p>Quer saber mais sobre como participar dessa revolução? Explore outros conteúdos do nosso blog e acompanhe as iniciativas que estão transformando o cooperativismo no Brasil e no mundo.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p></p>
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		<item>
		<title>Cooperativismo e agricultura familiar: uma parceria necessária!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. A agricultura familiar é o coração da produção de alimentos no Brasil. Oitava maior produtora de alimentos do planeta , ela é muito mais que um meio de subsistência para milhões de brasileiros — é um verdadeiro pilar para a segurança alimentar, a [&#8230;]</p>
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<P><iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/073c0a60" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></P>



<p>A agricultura familiar é o coração da produção de alimentos no Brasil. <a href="https://www.fetaesc.com.br/noticia/confira-o-anuario-estatistico-da-agricultura-familiar-de-2024">Oitava maior produtora de alimentos do planeta</a> , ela é muito mais que um meio de subsistência para milhões de brasileiros — é um verdadeiro pilar para a segurança alimentar, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento econômico local. Já havia parado para pensar nisso?</p>



<p>Embora seja absolutamente relevante para o país, esse setor enfrenta desafios significativos, que muitas vezes limitam o seu real potencial. É aqui que o cooperativismo entra como um agente transformador, trazendo soluções que fortalecem os agricultores e promovem impactos positivos nas comunidades.&nbsp;</p>



<p>No artigo de hoje, iremos aprofundar as vantagens e desafios da agricultura familiar e mostrar como o cooperativismo atua, na prática, para fortalecer o setor. Preparado para mais uma descoberta? Então, boa leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os benefícios da agricultura familiar</h2>



<p>Como dissemos na introdução,<strong> a agricultura familiar é uma das principais bases para a segurança alimentar no Brasil</strong>, desempenhando um papel essencial em diversas áreas. Ela conecta o campo às casas das pessoas, gerando um ciclo que vai além da simples produção de alimentos. Por meio de práticas adaptadas às realidades de cada região, pequenos agricultores conseguem fornecer alimentos frescos e saudáveis, que muitas vezes chegam às prateleiras com preços mais acessíveis. Além disso, a proximidade com os mercados locais reduz custos logísticos e viabiliza a comercialização.</p>



<p>A agricultura familiar também é responsável por <strong>impulsionar as economias locais</strong> de maneira significativa. Nos pequenos municípios brasileiros, ela é uma das principais responsáveis pela geração de emprego e renda, movimentando o comércio e os serviços da região. Muitos produtores trabalham em rede, consumindo insumos e serviços que beneficiam a própria comunidade. Isso cria uma dinâmica econômica que fortalece o desenvolvimento e <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/7-dicas-para-melhorar-os-rendimentos-da-agricultura-familiar/">promove maior estabilidade financeira</a> para essas localidades.</p>



<p>Outro ponto importante é o<strong> impacto ambiental positivo</strong> que muitas práticas de agricultura familiar costumam gerar. Com foco em métodos sustentáveis, como rotação de culturas e manejo integrado de pragas, os pequenos agricultores ajudam a preservar o solo, proteger os recursos hídricos e reduzir o uso de produtos químicos agressivos. Essas práticas não apenas garantem a produtividade, mas também contribuem para a conservação ambiental e a biodiversidade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="698" height="362" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100.jpg" alt="" class="wp-image-9283" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100.jpg 698w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100-550x285.jpg 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box1-100-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>
</div>


<p>Além de tudo isso, a agricultura familiar também preserva a rica cultura agrícola brasileira. Tradições familiares e práticas passadas de geração em geração ajudam a manter viva a identidade cultural do campo. Esse cuidado em unir tradição e inovação transforma a agricultura familiar em um verdadeiro patrimônio cultural e econômico do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os Desafios da Agricultura Familiar</h3>



<p>Nem só de benefícios e vantagens vivemos, não é? Se, por um lado, a agricultura familiar é potente e necessária para o nosso país, por outro lado, os desafios enfrentados por ela são expressivos e, em muitos casos, comprometem seu potencial. O <strong>acesso ao crédito</strong>, por exemplo, é uma barreira significativa.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/financiamentos-projetos-agropecuarios-sustentaveis/">Linhas de financiamento</a>, muitas vezes voltadas a grandes produtores, tornam-se inacessíveis para pequenos agricultores, que acabam sem recursos para investir em tecnologias, equipamentos ou qualquer tipo de melhoria estrutural. Isso perpetua ciclos de baixa produtividade e reduz sua competitividade no mercado.</p>



<p>Outro ponto crítico é a falta de <strong>acesso à tecnologia</strong>. Enquanto o agronegócio de grande escala adota ferramentas modernas, como drones, maquinário de alta eficiência e softwares de gestão, a agricultura familiar frequentemente depende de métodos tradicionais, menos produtivos e bem mais trabalhosos. Essa diferença tecnológica limita a capacidade de atender demandas crescentes e compromete a entrada dos pequenos agricultores em mercados mais amplos.</p>



<p>Além disso, as <strong>operações logísticas</strong> também podem ser um grande entrave. Muitas vezes, pela dificuldade de escoar a produção diretamente ao consumidor, os agricultores familiares acabam dependendo de intermediários, que compram seus produtos por preços muito abaixo do mercado. Essa dinâmica reduz a margem de lucro e gera um ciclo vicioso de dependência.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="698" height="300" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100.jpg" alt="" class="wp-image-9284" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100.jpg 698w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100-550x236.jpg 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Cooperativismo-e-agricultura-familiar_box2-100-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/transformacao-social/">O cooperativismo e seu poder de transformação social</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O cooperativismo entra em campo para virar o jogo&nbsp;</h2>



<p>Na balança entre as vantagens e os desafios, como estabelecer um equilíbrio? Bem, é aqui que o <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/nova-lei-da-apoio-as-cooperativas-de-energia/"><strong>cooperativismo</strong></a> surge como um parceiro essencial.&nbsp;</p>



<p>Baseado em diretrizes de união e colaboração mútua, esse modelo oferece soluções que vem ajudando os pequenos agricultores a superar os desafios e alcançar novos patamares.</p>



<p>Por meio das cooperativas de crédito, os produtores têm acesso a assistência técnica especializada, cursos de capacitação e tecnologias modernas. Essas iniciativas aumentam a eficiência e a qualidade dos produtos, permitindo que os agricultores familiares se tornem mais competitivos no mercado.</p>



<p>As negociações coletivas são outro ponto forte. No cooperativismo, compras em grande volume podem garantir insumos a preços mais baixos, enquanto a venda conjunta fortalece o poder de barganha e assegura preços mais justos para produtores e consumidores.</p>



<p>Além disso, as cooperativas de crédito costumam desenvolver linhas específicas para atender às necessidades da agricultura familiar. Com taxas de juros reduzidas e prazos flexíveis, esses financiamentos possibilitam investimentos que impulsionam o crescimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cooperativismo e agricultura familiar, juntos pelo futuro do campo</h2>



<p>A agricultura familiar e o cooperativismo são mais do que atividades complementares; juntos, eles formam um movimento capaz de transformar o campo e a sociedade como um todo.</p>



<p>Se você é agricultor ou conhece alguém que esteja nessa jornada, explore o universo das cooperativas. A força do coletivo pode ser o diferencial para superar desafios, alcançar novos mercados e garantir um futuro mais próspero para o campo.</p>



<p>Apoie o cooperativismo. Faça parte dessa transformação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Gostou deste artigo? Acompanhe nosso blog e descubra mais dicas financeiras e conteúdos relevantes sobre cooperativismo. Até a próxima!</p>
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		<title>Volta às Aulas com Cooperação e economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[volta às aulas]]></category>
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<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/06c50a56" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p>A volta às aulas é sempre um momento de expectativa e <strong>muito </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/seu-planejamento-financeiro-esta-funcionando/">planejamento</a>, disso ninguém discorda. Essa é a hora de ajustar a rotina, pensar nos próximos passos e organizar as finanças para lidar com tudo sem entrar o ano no vermelho. Para muitos, esse período também é uma oportunidade de ensinar às crianças valores importantes, como responsabilidade e cooperação. Mas você já parou para pensar como as atitudes cooperativas podem fazer a diferença nesse momento?</p>



<p>Colaborar com outras famílias, compartilhar recursos e buscar soluções coletivas são algumas formas que além de ajudar a economizar, também ensinam aos nossos filhos a importância de trabalhar juntos por um objetivo comum. Por isso, hoje nós vamos mostrar algumas dicas para transformar a volta às aulas em algo mais leve, sustentável e significativo. Vamos lá?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Caronas Compartilhadas: economizando tempo e dinheiro</strong></h2>



<p>Os anos passam e o transporte escolar continua sendo um dos principais desafios para muitas famílias no período da volta às aulas. Mas, ao invés de enfrentar isso sozinho, que tal buscar uma solução coletiva? Conversar com outros pais da escola pode ser o ponto de partida para organizar um sistema de caronas.</p>



<p>Vamos de exemplo? Basta pensar em um grupo de pais se revezando para levar e buscar as crianças. Além de economizar com combustível,&nbsp; essa ação coletiva reduz o tráfego nas imediações da escola e ainda cria uma rede de apoio.</p>



<p>E não para por aí. Hoje em dia, várias cidades já possuem <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/voce-conhece-as-cooperativas-de-transporte/">cooperativas de transporte</a> escolar. Essas organizações reúnem motoristas capacitados e comprometidos com a segurança das crianças, oferecendo um serviço de qualidade por preços mais acessíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Troca e Reutilização de Materiais Escolares</strong></h2>



<p>Quem nunca comprou um caderno novo para o filho apenas para descobrir, meses depois, que ele não usou nem metade das folhas? Antes de correr para as lojas, que tal avaliar o que você já tem em casa?</p>



<p>Reutilizar materiais é uma forma inteligente de economizar e reduzir o desperdício. Você pode organizar uma &#8220;feira de trocas&#8221; com outros pais. Nesse encontro, cada família leva livros, uniformes e outros itens em bom estado que não são mais utilizados e os troca por algo que precise.</p>



<p>Outra opção é usar plataformas online, como a <a href="https://www.estantevirtual.com.br/"><strong>Estante Virtual</strong></a>, para comprar livros didáticos de segunda mão. Os preços são muito mais acessíveis, e você ainda pode revender os exemplares antigos do seu filho para recuperar parte do investimento.</p>



<p>Para quem prefere soluções locais, grupos de redes sociais são ótimos espaços para encontrar pais com os mesmos interesses. Que tal combinar um bazar de materiais e uniformes no fim de semana? Além de economizar, é uma ótima oportunidade para estreitar os laços com a comunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Lanches mais sustentáveis e colaborativos</strong></h2>



<p>Montar uma lancheira saudável, variada e que agrade as crianças pode ser desafiador. E se você pudesse dividir essa tarefa com outros pais?</p>



<p>A ideia é simples: montar um sistema de &#8220;lanche compartilhado&#8221;. Por exemplo, você combina com outros dois ou três pais para que cada um prepare os lanches de todas as crianças por um dia da semana. Um dia é bolo caseiro, no outro frutas variadas, e assim por diante.</p>



<p>Essa prática economiza tempo e dinheiro e incentiva uma <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/5-dicas-certeiras-para-economizar-com-alimentacao/">alimentação</a> mais equilibrada. Além disso, é uma forma de ensinar às crianças sobre a importância de compartilhar.</p>



<p>Caso prefira algo menos frequente, também vale organizar &#8220;clubes de receitas&#8221;. Vocês podem compartilhar ideias de lanches saudáveis e até comprar ingredientes em conjunto para reduzir custos.</p>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/como-ter-estabilidade-financeira/"><strong>Leia também: Como ter estabilidade financeira. 7 dicas para não entrar no vermelho</strong></a></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Cooperativas educacionais: educação de qualidade e participativa</strong></h2>



<p>Você sabia que existem escolas baseadas no modelo cooperativo? Nessas instituições, pais e professores se unem para trabalhar juntos em prol da instituição, garantindo participação ativa nas decisões e custos mais acessíveis.</p>



<p>As <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperativas-contribuem-com-a-educacao-brasileira/"><strong>cooperativas educacionais</strong></a> promovem um ambiente de aprendizagem voltado para o desenvolvimento coletivo. Além disso, como não possuem fins lucrativos, as &#8220;sobras&#8221; financeiras são reinvestidas em melhorias na estrutura ou na formação de professores.</p>



<p>Se esse modelo ainda não está disponível na sua região, você pode se inspirar nele para propor iniciativas na escola do seu filho, como grupos de pais mais engajados na organização de eventos ou em soluções para reduzir custos coletivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Compras coletivas: reduzindo os custos escolares</strong></h2>



<p>Outra forma de cooperar durante a volta às aulas é organizar compras coletivas. Ao unir várias famílias interessadas, vocês conseguem negociar melhores condições com fornecedores de materiais escolares, uniformes ou mesmo lancheiras e mochilas.</p>



<p>Uma boa dica é criar listas de materiais em comum e buscar fornecedores locais dispostos a oferecer descontos por volume. Essa prática beneficia não apenas as famílias, mas também o comércio da sua região.</p>



<p>Se preferir algo menos formal, você pode organizar um &#8220;clube de descontos&#8221; entre amigos e familiares. A ideia é simples: cada um fica responsável por buscar promoções em um tipo de item e compartilhar as informações com o grupo. Dessa forma, todos economizam sem perder muito tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ensine cooperação com pequenos gestos</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="400" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Vilta-as-aulas_1-1024x400.png" alt="" class="wp-image-9280" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2019/02/Vilta-as-aulas_1-1024x400.png 1024w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2019/02/Vilta-as-aulas_1-550x215.png 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2019/02/Vilta-as-aulas_1-768x300.png 768w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2019/02/Vilta-as-aulas_1-150x59.png 150w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2019/02/Vilta-as-aulas_1.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Por fim, lembre-se: não é apenas através das grandes ações que ensinamos valores importantes. Pequenos gestos no dia a dia também fazem a diferença. Incentive seu filho a compartilhar os materiais com os colegas ou a ajudar um amigo que esteja com dificuldades em alguma matéria.</p>



<p>Você também pode propor atividades em casa que reforcem o trabalho em equipe, como montar um cronograma conjunto para os estudos ou dividir as tarefas para organizar o cantinho da leitura.</p>



<p>A cooperação, quando aprendida cedo, torna-se um valor que as crianças levam para toda a vida. E isso não tem preço.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Dica extra:</h3>



<p>Já que estamos falando em volta às aulas, que tal iniciar o ano introduzindo o seu pequeno ao mundo das finanças de forma lúdica e didática? O <strong>Programa Financinhas nas Escolas</strong> é uma metodologia única desenvolvida pelo Instituto Sicoob, com o objetivo de levar educação financeira a crianças de 6 a 10 anos!</p>



<p>Conheça os livros do Programa Financinhas disponíveis para download clicando <a href="https://institutosicoob.org.br/programas/eixo-cidadania-financeira/programa-financinhas#:~:text=Fa%C3%A7a%20o%20download%20gratuito"><strong>aqui</strong></a>.&nbsp;</p>



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<p>Gostou deste artigo? Confira mais conteúdos como este em O Seu Dinheiro Vale Mais e aprenda mais sobre como a cooperação pode promover grandes transformações na nossa sociedade!</p>
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		<title>Dezembro solidário: como doar de forma consciente e transformar vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willian Walter]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 15:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[doação]]></category>
		<category><![CDATA[fim de ano]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="83" scrolling="no" src="https://go.vooozer.com/embed/08290a72" frameborder="0" title="Narração humana do artigo" style="height: 83px !important;" allowfullscreen></iframe></p>



<p>A chegada do mês dezembro sempre traz consigo um clima alegre, marcado por reuniões em família, encontros com amigos e inúmeras vivências marcantes. Mas além do brilho das luzes de Natal e da troca de presentes, o fim de ano também é um momento propício para lembrarmos a importância da solidariedade e agirmos para transformar vidas. Afinal, em meio às festas e comemorações, muitas pessoas seguem enfrentando inúmeros desafios — muitos deles maiores do que somos capazes de imaginar.&nbsp;</p>



<p>Em meio aos mais variados gestos de solidariedade, o ato de doar é uma das formas mais poderosas de impactar as pessoas. Ainda assim, uma doação deve ir além da generosidade por impulso. Para transformar vidas e fazer a diferença de verdade, é essencial refletir sobre o efeito do seu gesto. É possível, mesmo em um ato tão voluntário, agir de forma estratégica e consciente? A resposta é <strong>sim</strong>.&nbsp;</p>



<p>E é sobre isso que falaremos no artigo de hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que doar de forma consciente faz a diferença e transforma vidas?</strong></h2>



<p>Associarmos doações a um ato de boa vontade espontâneo é natural. Até porque, de fato, essa é a essência da iniciativa. Entretanto, isso não lhe impede de fazer isso de forma consciente. <strong>Anote no seu caderninho</strong>: <strong>um gesto solidário feito com consciência sempre irá maximizar o impacto da ação.</strong></p>



<p>Pense com a gente. Qual das duas doações têm potencial para gerar mais resultados? Uma doação bem direcionada para uma ONG com boa gestão, ou uma doação impulsiva para uma instituição que você nunca ouviu falar? Nesse caso, a primeira opção pode beneficiar centenas de pessoas, enquanto a segunda talvez não alcance sequer o seu objetivo inicial.</p>



<p>Não se engane. Doar com propósito envolve planejamento. Você sabia, por exemplo, que algumas ONGs têm projetos específicos que exigem fundos em momentos específicos do ano? Ou que, ao doar para organizações certificadas, você pode deduzir parte do valor no seu Imposto de Renda? Pois é. Isso significa que além de ajudar, você ainda pode transformar sua ação em uma estratégia financeira inteligente, onde todos ganham muito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como encontrar ONGs confiáveis</strong></h3>



<p>Uma vez tomada a decisão de doar de forma consciente, seja neste fim de ano ou em qualquer outro período, vem a pergunta: <strong>mas para quem doar?</strong> Embora pareça simples, muitas vezes essa escolha pode ser desafiadora. Uma simples pesquisa no Google pode gerar uma avalanche de resultados, mas nem todos são confiáveis. Então, como saber onde aplicar sua ajuda da melhor maneira?&nbsp;</p>



<p>Bom, nós estamos aqui para te ajudar. Lá vão algumas dicas:</p>



<p><strong>Pesquise o histórico da organização</strong>. ONGs transparentes compartilham suas contas e relatórios financeiros publicamente. Isso mostra como o dinheiro é investido e quais resultados foram alcançados.</p>



<p><strong>Verifique certificações</strong>. Instituições reconhecidas por selos de qualidade, como o <a href="https://cebas.mec.gov.br/conheca-o-cebas">Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social</a> (CEBAS), geralmente têm uma gestão financeira mais confiável.</p>



<p><strong>Converse com quem já participou</strong>. Se puder, converse com doadores antigos ou voluntários que atuam diretamente na ONG para entender como funciona o trabalho deles no dia a dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios fiscais: doar também é um ato de inteligência financeira</strong></h2>



<p>O mais novo resultado da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada pelo IBGE, apontou um dado significativo. Este ano, <a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2024/12/ibge-em-2023-8-7-milhoes-de-pessoas-deixaram-pobreza-e-extrema-pobreza#:~:text=De%202022%20a%202023%2C%20o,7%20milh%C3%B5es%20para%2059%20milh%C3%B5es.">mais de 8 milhões de brasileiros deixaram a linha da pobreza</a>. Embora seja algo digno de comemoração, não muda o fato de que ainda temos cerca de 27% da população em situação de vulnerabilidade. Por isso, ser solidário é algo que, no Brasil, literalmente salva vidas.</p>



<p>Mas além do inegável impacto social, muitas pessoas não sabem que doar também pode gerar benfeitorias a quem pratica a ação. A <strong>dedução fiscal </strong>é uma delas. Ao direcionar doações para entidades devidamente registradas, <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/10/deducao-no-ir-e-ferramenta-de-incentivo-a-saude-e-assistencia-social">é possível deduzir até 6% do valor doado na sua declaração do Imposto de Renda, no caso de pessoas físicas</a>. Para empresas, <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/incentivo-fiscal/">os benefícios podem ser ainda maiores.</a></p>



<p>No entanto, é essencial seguir algumas regras: as doações devem ser feitas para organizações habilitadas, e você precisa ter comprovantes que detalhem o valor e o destino dos recursos. Além disso, é importante incluir essas informações na sua declaração anual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Agora, atenção.</strong>&nbsp;</h4>



<p>Nessas horas, é muito comum pensar que uma doação não pode ser feita com o intuito de obter qualquer retorno. É admissível pensar assim, afinal, o beneficiado jamais deverá ter de retribuir por algo que lhe foi dado por meio da solidariedade.</p>



<p>Entretanto, a ausência de qualquer responsabilidade por parte de quem recebeu a doação, não lhe tira o direito de ter benefícios concedidos pelo governo por este ato. Na verdade, essas vantagens incentivam mais e mais pessoas a doar, além de mostrar que a solidariedade pode caminhar lado a lado com a organização financeira.</p>



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<p class="has-text-align-center"><strong>Leia também: </strong><a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/5-maneiras-cooperativas-de-celebrar-o-natal/"><strong>5 maneiras cooperativas de celebrar o Natal</strong></a></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel das cooperativas na garantia de um “dezembro solidário”</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="400" src="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Dezembro_Solidario_1-1024x400.jpg" alt="" class="wp-image-9236" srcset="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Dezembro_Solidario_1-1024x400.jpg 1024w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Dezembro_Solidario_1-550x215.jpg 550w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Dezembro_Solidario_1-768x300.jpg 768w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Dezembro_Solidario_1-150x59.jpg 150w, https://www.oseudinheirovalemais.com.br/app/uploads/2024/12/Dezembro_Solidario_1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Uma forma interessante e eficiente de amplificar sua contribuição é por meio do <a href="https://www.oseudinheirovalemais.com.br/cooperar-tambem-e-pensar-nas-comunidades/"><strong>cooperativismo</strong></a>. Como organizações que reúnem milhões de pessoas com interesses comuns, as cooperativas possuem a capacidade de promover ações solidárias em larga escala.</p>



<p>Quer um exemplo de como isso pode ocorrer? Então, vamos lá. Imagine uma cooperativa que organiza uma campanha de arrecadação para famílias em situação de vulnerabilidade. Agora pense que você também já pretendia ajudar essas famílias. Ao invés de doar individualmente, sua contribuição, por meio da cooperativa, pode ser combinada com a de outras pessoas, aumentando o alcance e o impacto da ação.</p>



<p>Além disso, cooperativas muitas vezes têm parcerias com ONGs locais, o que garante que as doações cheguem diretamente a quem mais precisa. Parece bom, concorda?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transformar vidas começa com pequenos gestos</strong></h2>



<p>É importante reforçar: a solidariedade não é apenas sobre grandes doações. É sobre como você pode ajudar de maneira genuína, mesmo com pequenas ações. Hoje trouxemos uma breve análise sobre a importância de fazer isso de forma consciente, mas toda boa ação é absolutamente necessária.&nbsp;</p>



<p>Sabe aquele agasalho no fundo do armário que você não usa há anos? Ele pode ser o que alguém precisa para enfrentar o frio. Sabe aquele livro esquecido na estante? Para alguém, pode ser um mundo de conhecimento e esperança.</p>



<p>Um bom exemplo desse tipo de iniciativa é a ação social “<a href="https://www.sicoob.com.br/web/sicoobcentralscrs/juntospeladiversao">Juntos pela Diversão</a>”. Promovido pelo SICOOB/RS, o projeto consiste na arrecadação de brinquedos para crianças de comunidades carentes. Criado em 2020, só no passado a ação conseguiu arrecadar mais de 10 mil brinquedos nos 225 pontos de coleta criados com o apoio de 14 cooperativas.</p>



<p>Para finalizar, lembre-se: o seu tempo também é uma forma valiosa de doação. Voluntariar-se em uma ONG ou participar de mutirões pode ser tão significativo quanto qualquer contribuição financeira. Afinal, doar seu tempo é compartilhar a si mesmo, algo que dinheiro nenhum pode substituir.</p>



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